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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O que é a TRONQUEIRA?

"Assentamento da tronqueira” – O Assentamento da Esquerda - Tronqueira é o que bloqueia a entrada.
A palavra “tronqueira” vem de tronco, antigamente se chamava de tronqueira aqueles troncos que se usavam na entrada das fazendas, quando não havia porteira, havia o tronco, aquilo é uma tronqueira. Tronqueira é o que bloqueia a entrada.
Muitos são, os que chegam em um templo de Umbanda e se melindram, se assustam com as firmezas existentes na porta. Aquelas casinhas, conhecidas como tronqueiras, que tem como finalidade o assentamento das forças dos nossos exús e pombagiras.
A tronqueira é um recurso maravilhoso, colocado pelo astral em prol dos templos de Umbanda, que recebem os assistidos, na sua grande maioria, com seres trevosos à atormentá-los.
Este recurso, é no templo, um ponto de força, onde está firmado (ativado) o poder dos guardiões que militam em dimensões à nossa esquerda.
O ponto de força funciona como pára-raios, é um portal que impede as forças hostis se servirem do ambiente religioso de forma deturpada.
No astral, os exús e pombagiras, utilizam-se dos elementos dispostos na tronqueira para beneficiar os trabalhos que são realizados dentro do templo.
Com estes elementos, estes abnegados servidores da luz, anulam forças negativas, recolhem e encaminham seres trevosos, abrem caminhos, protegem, etc...
Dentro de uma tronqueira encontramos vários tipos de ferramentas (instrumentos mágicos), como tridentes, punhais, pedras, ervas, velas, bebidas, etc... cada instrumento com sua finalidade específica e tanto os exús quanto as pomba giras ativam seus mistérios nestes elementos com a finalidade de realizarem seus trabalhos espirituais.
É importante que os médiuns e os assistidos saibam da importância de uma tronqueira e que todos saibam que este ponto de força está sobre as ordens da Lei Maior.
Quando alguém deturpa este ponto de força, usando-o de forma negativa, este se torna um portal negativo. Este tipo de procedimento não é da Umbanda e sim de seitas que muitas vezes se utilizam do nome de nossa religião.
Devemos saudá-los, de forma respeitosa quando adentramos nos templos. Qualquer um pode se servir do poder desses guardiães, acenda uma vela e peça proteção e auxílio e receberá. Eles estão a serviço do Bem, da Lei Maior.
Todos os que conhecem a Umbanda e os demais cultos afros brasileiros sabem que, antes de qualquer trabalho ser iniciado, é preciso ir até a tronqueira ou casa de Exu e firmá-lo, para que ele possa atuar por fora do espaço espiritual do templo, protegendo-o das investidas de hordas de espíritos “caídos” que estão atuando contra as pessoas que buscam auxílio espiritual e religioso que possa livrá-las dessas perseguições terríveis.
Para que um trabalho transcorra em paz, harmonia e equilíbrio, e para que os guias espirituais possam atuar em benefício das pessoas e trabalhar os seus problemas, é preciso que a tronqueira esteja firmada, porque assim, ativada, ela é um portal para o vazio relativo regido pelo senhor Exu guardião ligado ao Orixá de frente do médium dirigente do templo.
Um Exu guardião é assentado na tronqueira e vários outros são “firmados” dentro dela, sendo que estes estão ligados a outros senhores Exus guardiões de reinos e de domínios regidos por outros Orixás, pois, se dois forem assentados na mesma, a ação de um interferirá na ação do outro.
Assentar o Exu e a Pombagira guardiã no mesmo cômodo ou “casa de esquerda” é aceitável, porque o campo de ação dele se abre no “lado de fora” e o campo dela abre-se para dentro do “lado de dentro” do templo, criando polarização com o campo do Exu guardião.
. O campo do Exu guardião é o vazio relativo que se abre no lado de fora do espaço espiritual interno do templo. 
. O campo da Pombagira guardiã é o “abismo” que se abre para “dentro”, a partir do espaço espiritual interno do templo.
Firmeza da Tronqueira
Na tronqueira se fazem os assentamentos de Exu e Pomba Gira também para o dirigente da casa, ou seja, para os Guardiões que o acompanham.
🎩Como fazer uma firmeza em casa?
A firmeza na tronqueira é feita geralmente nas sexta-feira que é o dia de maior circulação de energia dentro da casa, o que não quer dizer que seja proibido acender nos demais dias.
Sua casa pode ter uma firmeza desde que seja pedido e orientado por um guardião .
Afinal, não são poucos os médiuns que, movidos pela bondade, vão até a residência de pessoas com graves problemas ou demandas para ajudá-las e, por não tomarem a precaução de firmar Exu e Pombagira antes de trabalhar para elas, ao invés de ajudá-las realmente, só pegam cargas que irão desequilibrá-los também.
Para se fazer um bom trabalho na residência de alguém, assim que chegar, deve-se ir até o quintal, riscar um ponto de Exu, colocar um copo com pinga, firmar as velas nos seus pólos mágicos e invocar o Orixá Exu e o seu Exu guardião, pedindo-lhes que descarreguem todas as sobrecargas e recolham todas as demandas feitas contra os moradores da casa e até contra ela.
O mesmo deve ser feito com Pomba­gira para que, só então, o médium comece a trabalhar espiritualmente, porque, aí sim, todas as cargas e demandas terão por onde ser descarregadas. 
E mesmo as entidades negativas que tiverem de ser transportadas para que recolham suas projeções negativas virão de forma ordenada e equilibrada, não causando nenhum problema durante o trabalho.
Quando se vai com alguém na natureza para descarregá-lo, tanto o médium deve firmar suas forças em sua casa como deve, pelo menos, firmar Exu ou Pombagira no campo vibratório escolhido, para não ter contratempo algum durante o trabalho de descarrego na natureza.
São medidas indispensáveis para que um bom trabalho seja realizado e tudo transcorra em paz.
Obs:.
A) a mesma deve ficar a esquerda de quem entra a casa do médium ou pessoa que a construiu em caso não seja possível ele será feita do lado que for mais apropriado a frente da casa pode ser tampada se assim o desejar.
B) Em caso de apartamento podemos firmar exclusivamente na quartinha sem a necessidade de fazer a casinha daí segue os passos correspondentes.
1º) a mesma deve esta totalmente limpa de qualquer resíduo;
2º) antes de iniciar as firmezas deve-se fazer um uma limpeza com folha de manga, mamona, pimenta ou espada da mesma forma que é feito o banho de uso mediúnico só que despejado na casa para que retire se ainda houver alguma energia retida;
3º) deve se após estar seca ser firmado o ponto de Exu dentro da casinha com Pemba Vermelha ou Branca, caso você ainda não tenha o Ponto ou você não seja Médium você deve utilizar o ponto cabalisco que representa a Energia Originaria da linha dos Exus.
4º) você em seguida acende uma vela vermelha em cima do ponto para Ogum pedindo que ele sendo também chefe da linha da esquerda sempre guarde os protetores daquela firmeza junto com a velas que você pretende acender caso não saiba ainda o que deve acender você pode fazer da seguinte maneira duas velas vermelhas e um preta sempre a de Ogum acima e as demais abaixo formando uma seqüência:
a) a primeira representa seu Exu Guardião seu escora;
b) a segunda representa sua Pomba Gira sua alto estima seu bem querer;
c) a terceira representa seu Exu Mirim o seu sentimento interior que as vezes está repreendido porem ele esta lá.
5º) a bebida deve ser colocada em uma quartinha de barro respeitando a seguinte ordem
a) quartinha com aba só pode ser usada para Pomba Gira;
b) quartinha sem aba é pra ser colocado a bebida do exu e exu mirim, porem você tambem pode colocar também a bebida da Pomba Gira.
6º) o charuto ou cigarro você pode colocar de pé quando der;
7º) você pode fazer caso queira a obrigação de esquerda mensal respeitando que após 24 horas a obrigação deve ser retirada do local e feito a limpeza novamente.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Como é difícil ser Umbandista

Numa primeira visita a um terreiro as pessoas costumam se deslumbrar com o espetáculo que assistem - sim, porque para muitos soa como um espetáculo. E nesse deslumbre resolvem aderir à religião.

Toda religião, quando levada a sério, requer entrega. E aí reside o problema, pois nem sempre se leva a sério o que merece tanta seriedade. Ao primeiro arrepio o sujeito já acha que está incorporando suas entidades. E mais: acha que a suposta entidade possui força e sabedoria acima das demais, que já trabalham com seus cavalos há tanto tempo no terreiro.

E quem leva a Umbanda a sério olha isso, muitas vezes se cala para evitar intrigas, mas se magoa.

O neófito procura o pai ou mãe da casa a todo instante, pelas coisas mais fúteis, para tirar as dúvidas mais triviais. Mas com alguns poucos meses na gira, já se acha no direito de criticar o dirigente e até suas entidades.

E quem leva a Umbanda a sério olha isso, muitas vezes se cala para evitar intrigas, mas se magoa.

Alguns mal sabem acender uma vela, mas recorrem ao "Pai Google de Oxalá" e fazem as mais estapafúrdias mazelas espirituais e acha que já tem conhecimento para criticar os mais experientes.

E quem leva a Umbanda a sério olha isso, muitas vezes se cala para evitar intrigas, mas se magoa.

Muitas vezes o médium em desenvolvimento não consegue resolver nem os próprios problemas, mas já usa o sagrado nome da Umbanda e dos orixás para resolver as intrigas pessoais e até intimidar pessoas de seu convívio.

E quem leva a umbanda a sério olha e isso e começa a acreditar que já não mais deve se calar.

Conselhos são dados. Os mais velhos, experientes e o (a) dirigente da casa e suas entidades tentam sutilmente avisar que a pessoa está trilhando um caminho tortuoso, mas ela se faz de desentendida.

E quem leva a Umbanda a sério - em especial o (a), já não aguentando mais que usem o nome de sua sagrada crença para fins profanos, coloca a pessoa no seu devido lugar.

Aí essa pessoa deixa a casa, cuspindo no prato em que comeu, maldizendo a todos e reclamando que não foi acolhida e que faltou paciência com seu aprendizado.

E quem leva a Umbanda a sério respira fundo e parte para uma nova missão, mesmo sabendo o que o seu prêmio pode ser a maledicência e a ingratidão. Às vezes cansa ser umbandista.

Por: Douglas Fersan


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Dona Rosa Caveira é a entidade chefe da falange das Rosas e trabalha na linha das almas fazendo parte da falange do Exú Caveira. Ela destrói os fantasmas malignos e os demônios, come as ilusões humanas e resgata as almas das mãos dos seres das trevas. Seu aspecto pode ser “terrível”, mas a luz e a bondade emana de seu coração. 
Atrás do aspecto funesto de Rosa Caveira com certeza brilha a mesma luz. 


Orixás e suas Oferendas

Prezado leitor, é sem pretensão alguma, a não ser de colaborar e ajudar e ao mesmo tempo com muito orgulho, que tenho a honra de passar a vocês este belíssimo trabalho referente a oferendas dos Orixás. 
Esta Obra é mais um trabalho do autor, destinada a futuros Babalorixás, Ialorixás, Babalaôs, Pais, Mães e Zeladores de Santos etc. que têm a ânsia, a força de vontade e o direito de aprender os fundamentos religiosos das nações africanas dos Orixás praticadas em solo brasileiro-- muitas vezes por egoísmo, falta de conhecimento ou até mesmo para que os futuros Babalorixás, Ialorixás, Babalaôs, Pais, Mães e Zeladores de Santos etc. não fiquem na dependência religiosa do seu feitor, Baba e até mesmo do templo religioso, pois o mesmo acaba não transmitindo todos os seus conhecimentos a seus sucessores. 
Dentro da religião africana não existem trabalhos, rituais, magias, oferendas e segredos que não possam ser transmitidos a esses futuros religiosos. Os cultos africanistas nos legaram esse poder, e quem pratica esses cultos com seriedade e sabedoria têm o direito de viver esse mistério e conviver com estas magias que podem até mudar a vida das pessoas. 
Sim, podemos mudar muita coisa, inclusive mexer com o destino da pessoa, desde que isso seja feito com cuidado e responsabilidade. Podemos alterar, nem que seja um pouco, o curso de muitas coisas e o destino das pessoas devido a essa intimidade com os Orixás, a natureza e suas energias. 
Tudo isso graças aos negros africanos que nos presentearam com esses rituais fantásticos, emocionantes, fascinantes, empolgantes, comoventes e altamente perigosos e eficazes, capazes de mudar a vida dos seres humanos. 
A prática de cada item citado nessa obra pode ser feita por leigos, iniciantes ou médiuns de qualquer religião ou nação africana. As oferendas apresentadas são universais e podem ser praticadas em qualquer estado ou país, modificando-se apenas alguns itens, números ou cores, se for necessário, conforme a nação africana. 
Elas também podem ser praticadas por pessoas dos mais diversos segmentos religiosos, desde que acreditem nos Orixás, tenham fé, confiança e convicção. Todos e quaisquer tipos de oferendas são métodos que podem ser usados para ativar as forças da natureza, dos Orixás e também as nossas próprias forças. Para realizar uma oferenda, há de se ter o máximo de cuidado com o quê, onde e para quem oferendar. 
Uma oferenda correta num local ou Orixá errado ou uma oferenda errada num local ou Orixá certo, pode não causar efeito algum e até mesmo causar efeito contrário. As oferendas são rituais compostos de comidas, frutas, bebidas, carnes, flores, velas, orações e todo e qualquer tipo de ofertas ou agrados que costumamos oferecer aos Orixás. 
Essas mesmas oferendas servem para homenagear, cultuar e fortalecer os nossos vínculos com os Orixás, e também são muito usadas em formas de trabalhos, seguranças, firmezas e defesas para que eles possam nos ajudar e nos defender das coisas ruins no nosso dia a dia. 
É um dos métodos mais práticos de se ativar as energias e correntes positivas, a fé, a autoconfiança e a convicção de que será alcançado o desejo pedido. Essas oferendas atraem, concentram e canalizam energias e correntes positivas, condensam, dispersam e repulsam energias e correntes negativas. 
Todas as oferendas podem ser feitas em diferentes pontos de força dos Orixás, como mar, rios, mata, pedreira, cruzeiro, cemitério, beira de estrada, locais movimentados, assentamentos ou em seu altar dos Orixás.
Uma oferenda pode ser simples ou farta, que produzirá o mesmo efeito. 
O importante é fazê-la com amor, fé e confiança nos Orixás e principalmente em si mesmo. Quando bem apresentada, eleva consideravelmente a força fluídica que se encontra ao redor do perispírito (energia perispiritual). Essa é uma das energias que as entidades manipulam e direcionam para ajudar na realização dos nossos desejos. 
Como é de costume na religião africana em todas as nações, além das oferendas, ofertas e agrados aos Orixás os Babalorixás, Ialorixás, Babalaôs, Pais, Mães e Zeladores de Santos etc. costumam oferecer uma grande festa anual ao seu Orixá e também aos seus convidados em forma de agradecimento por tudo o que se conseguiu até o momento. Sempre há alguém oferecendo alguma coisa em algum lugar. Em diversos estados e países, há pessoas de diferentes crenças religiosas que oferecem algo, conforme sua cultura e crença religiosa em troca de paz, saúde, felicidades, progresso etc. 
Nas oferendas dos Orixás, como em todo preceito espiritual e trabalhos de origens africanas, para que cada um de nós tenha êxito e consiga o que deseja, é fundamental que tenhamos fé, confiança e convicção. 
E, naturalmente, confiança nas forças que o executam, e também, no fim justo e bom do que se deseja conseguir. Todas as oferendas contidas nesta obra são eficazes. 
No entanto, dependem muito do sacrifício, fé e merecimento de cada um, pois elas só trarão um bom resultado se forem usadas por pessoas honestas e por uma boa causa. Caso contrário, elas não terão efeito algum. Nenhum Orixá admitirá ou permitirá que a desonestidade se espalhe entre os irmãos de religião africana e até mesmo de outras religiões. 
São oferendas simples, mas de muito fundamento e que com certeza ajudará muitos adeptos novos, iniciantes ou até mesmo simpatizantes da religião africana. 
Deixo claro também que essas oferendas, as características dos Orixás e de seus filhos que irei ensinar não têm nada de misterioso e tampouco estou desvendando os segredos do Axé: são apenas sugestões didáticas e tradicionais do povo africanista que também poderão sofrer algumas alterações de cor, número, dias etc., conforme o estado, país ou nação africana praticada. 
Com elas estamos apenas ordenando e auxiliando milhares de simpatizantes que estão por aí abrindo casas e se intitulando Babalorixás, Ialorixás, Babalaôs, Pais, Mães e Zeladores de Santos, agindo por conta própria, ao sabor das ondas da imaginação, sem um conhecimento básico sobre a cultura africana e sem fundamento algum. 
Como não podemos controlar essas ervas-daninhas que se espalham cada vez mais pelo país deteriorando e prejudicando o nome da religião africana, vamos procurar ensiná-los, orientá-los e capacitá-los para que façam pelo menos um pouco certo os seus rituais e trabalhos, pois assim não prejudicarão tanto a religião e principalmente a vida das pessoas que lhe procurarem pedindo algum tipo de auxílio através dos Orixás. 
As oferendas dos Orixás que irei ensinar são algumas das mais simples das muitas que existem e você pode levar como oferenda, trabalho, defesa ou firmeza sua, ou de alguém conhecido que esteja precisando de ajuda, direto ao ponto de força dos Orixás. 
Ex: praia, rio, mata, cachoeira, mar, estrada, encruzilhada etc. juntamente com uma vela na cor pertencente ao mesmo, ou, se preferir, pode-se arriar no seu assentamento ou altar dos Orixás velando de 3 a 7 dias mais ou menos e despachando num dos pontos de força conforme o Orixá, e de preferência afastado de casas residenciais, ou ainda se preferir, depois de velar pode enterrar no seu pátio sem problema algum. 
Como já foi dito, essas oferendas feitas com fé, além de ativar as nossas forças, ativam também as forças da natureza que são os Orixás, atraem, concentram e canalizam energias e correntes positivas, condensam, dispersam e repulsam energias e correntes negativas. 
Por esse motivo, aconselho que sempre que você puder, faça uma oferenda ao seu Orixá ou a um determinado Orixá caso não saiba qual é o seu, pois eles são as forças da natureza que nos move no dia a dia. Podem ser colocadas em cima de folhas de mamoneiro, bananeira ou numa bandeja de papelão forrada.
Antes de arriar ou velar essas oferendas, elas podem ser passadas no corpo de uma pessoa que estiver necessitando de ajuda, podendo ser feita no dia da semana correspondente ao Orixá ou a qualquer dia e hora no seu assentamento ou altar dos Orixás ou ainda direto ao ponto de força do Orixá. 
Porém, se for levar direto ao ponto de força do Orixá, deve ser feito pela manhã cedinho, bem à tardinha ou à noite se preferir. 
O mesmo vale para a hora de despachar ou enterrar, caso seja velada no assentamento ou altar dos Orixás. Qualquer tipo de oferendas que irei ensinar no decorrer desse livro, pode ser feita por qualquer tipo de pessoa, independente de cor, raça, situação financeira, crença religiosa e até mesmo de nação africana – nagô, cabinda gegê, ijejá, candomblé, oyó etc. 
Essas oferendas podem ser oferendadas aos Orixás,com varias finalidades como foi dito anteriormente, podendo também serem acompanhadas do sacrifício de uma ave (galo, galinha, angolista, pombo etc.) na cor e tipo correspondente ao Orixá e a sua nação africana. Mas, esse ritual só pode ser feito por pessoas capacitadas e que tenham conhecimento no assunto e principalmente Axé de faca (mão de faca), portanto, só pode ser feito por Babalorixá, Ialorixá, Pai de Santo, Mãe de Santo, Babalaô, Zelador de Santo etc. 
Ou seja, por pessoas que cultuam os Orixás pelo lado africano (nagô, cabinda gegê, ijejá, candomblé, oyó etc.) e não pelo lado de Umbanda, que não pratica qualquer tipo de cortes ou sacrifícios de animais aos seus Orixás. 
Não ensinarei como sacrificar a ave, nem sobre o destino que será dado a mesma depois de sacrificada. Até mesmo porque quem usar desse preceito com certeza saberá sacrificar e dar o destino certo à ave sacrificada, baseado na sua raiz, preceito ou fundamento da nação africana que se pratica – e que varia muito de uma nação para outra – cuidando sempre e tendo o máximo de atenção possível para não prejudicar ou ofender a comunidade, a natureza e principalmente os Orixás do panteão africano. Há muitos outros Orixás, Voduns, Inkicis, Erumalés etc. que não serão citados nesta obra porque não são muito cultuados no Brasil, assimcomo em alguns locais de suas próprias origens em que certos Orixás que ocupam uma posição dominante em alguns lugares estão totalmente ausentes em outros. 
Por exemplo, o culto de Xangô, que ocupa o primeiro lugar em Oyó, é oficialmente inexistente em Ifé, onde um deus local, Oramfé, está em seu lugar com o poder do trovão. 
Oxum, cujo culto é bastante marcante em Ijexá, é totalmente ausente em Egbá. Iemanjá, que é soberana em Egbá, é totalmente desconhecida em Ijexá etc. 
Se repararmos, isso também acontece mais ou menos parecido no Brasil, onde um terreiro em que a pessoa que comanda pertence ao Orixá Xangô, tem esse Orixá como figura de destaque no terreiro, porém quando essa mesma pessoa de Xangô que comanda o terreiro aprontar um filho de outro Orixá, como Ogum, com todos os assentamentos e axés exigidos dentro do ritual, e liberá-lo para abrir seu próprio terreiro, esse primeiro Orixá, no caso Xangô, continua sendo cultuado juntamente com os outros Orixás e seus assentamentos, mas perde o destaque para o Orixá Ogum, que é o dono da cabeça do médium e agora comanda o novo terreiro. 
Só com este pequeno relato pode-se ter uma ideia do que é a união, parceria e irmandade dos Orixás, em que tanto faz se estiver um ou outro no poder, pois as suas responsabilidades com seus pupilos, médiuns, consulentes e também com a natureza e até com a evolução do planeta, continua a mesma, onde cada um faz a sua parte para manter o equilíbrio de tudo, sem distinção de quem está no poder ou não. 
Pena que isso não acontece com a maioria dos seres humanos. Portanto, nessa obra só serão citados alguns dos Orixás mais tradicionais e cultuados no Brasil e algumas de suas Oferendas. Encerro esta introdução pedindo a todos os Babalorixás, Ialorixás, Babalaôs, Pais, Mães e Zeladores de Santos, Filhos de Santos e simpatizantes que divulguem mais a religião africana, assumam ser africanistas, conversem, expliquem, ensinem os que não têm noção alguma, troquem trabalhos, rituais, magias com os mais antigos, não levem para o túmulo todos os seus conhecimentos e vivências dentro da religião, deixem com alguns filhos, sejam amigos, irmãos, colegas, companheiros de religião. E já que temos e cultuamos nossos Orixás no Ori (cabeça), que sejamos unidos como se fossemos um panteão dos Orixás, onde cada um faz e controla a sua parte para que haja sempre o equilíbrio nesse planeta. 
Só assim faremos com que nós, nossos Orixás e nossa religião sejam mais respeitados e cresçam a cada dia que passa. Tenho certeza de que se assim agirmos agora, com o passar de alguns anos e mesmo não estando mais aqui nesse planeta, ainda assim em espírito nos sentiremos orgulhosos de termos colaborado e feito parte do crescimento da religião africana em solo brasileiro, sentindo na alma aquela sensação do dever cumprido para com os Orixás e com os nossos irmãos que ainda permanecem nesse planeta de aprendizados. 
Não somos apenas um ramo religioso, somos uma religião séria, somos respostas aos seres humanos, somos uma missão no Universo. Está em nossas mãos, Babalorixás, Ialorixás, Babalaôs, Pais, Mães e Zeladores de Santos, Filhos de Santos e simpatizantes de todas as nações a responsabilidade de continuarmos a vontade de todos nossos Orixás, deixando um legado para os que vierem depois de nós. Que a força de todos os Orixás, de Bará à Oxalá, possa estar sempre junto de vocês, meus queridos Irmãos. AXÉ!

Por: Evandro Mendonça

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Carnaval é tempo de festa ou reflexão?

“No período de carnaval, muitas pessoas acabam expondo tendências de cunho negativo e os desejos mais ocultos, desrespeitando-se moralmente para satisfazer prazeres carnais sem limites. Através do alcoolismo, consumos de drogas e libertinagem, o campo vibratório destas pessoas torna-se propício à atuação dos kiumbas (espíritos obsessores e zombeteiros). Por esse motivo, nos dias que antecedem ao carnaval, os umbandistas fazem firmezas de Exus a fim de fortalecerem-se contra a ação desses obsessores. Os guardiões têm por função impedir que essas energias invadam o espaço daqueles que não comungam com tais comportamentos. Os umbandistas não estão proibidos de brincar o carnaval, mas se faz necessário que tenham responsabilidade consigo mesmos. Afinal, nosso corpo é o primeiro templo”.
Carnaval é tempo de festa ou reflexão?

Muitos espíritas ingenuamente julgam que a participação nas festas carnavalescas não acarreta nenhum mal a integridade psico-espiritual. E de fato não haveria prejuízo se todos brincassem num clima sadio, de legitima confraternização. Infelizmente, porém, a realidade é bem diferente. O Espiritismo esclarece que a humanidade está o tempo todo em companhia de legiões de seres invisíveis recebendo boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que se encontre cada indivíduo. Essa massa de espíritos inferiores aumenta consideravelmente nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.
Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis.
O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. A folia já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava Bacanalia; na velha Roma dos Césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, foi chamada de Saturnalia onde nessas ocasiões se sacrificava uma vítima humana.
Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta: o que de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos. Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo e a matéria com inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.
Mas, do mesmo modo como se pode ser facilmente dominado pelos maus espíritos quando sintonizados na mesma freqüência de pensamento, também se obtém pelo mesmo processo o concurso dos bons, aqueles que agem a favor dos indivíduos em nome de Jesus. Para isso, basta estar predisposto a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo deixou há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a prática da caridade desinteressada.
Como o imperativo maior dos espíritos é a Lei de Evolução, um dia todas essas manifestações ruidosas que marcam o estágio de inferioridade tendem a desaparecer da Terra. Em seu lugar, então, deve predominar a alegria pura, a jovialidade, a satisfação com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade.
Por maior que seja a fé de um ser diante de festas como o Carnaval, os riscos de contrariedades e aborrecimentos são muito grandes e para isso é preciso redobrar a vigilância pois como disse o apóstolo Paulo: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.
“O Espírita e o Carnaval” Visão Espírita.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Carnaval

Estamos às vésperas do carnaval. A partir de hoje, boa parte dos brasileiros, de alguma forma, vai “entrar no clima” dessa festa tradicional, que teve sua origem na Antiguidade.
Carnaval vem do latim – carnis levale – e quer dizer “retirar a carne”. É um significado do jejum e do comedimento nos prazeres ditos mundanos durante a quaresma, e que surgiu depois que a Igreja Católica incorporou o carnaval às festas cristãs. 
Contudo, não se pode deixar de considerar o que acontece em vários ambientes durante o carnaval e, como essas egrégoras afetam os corpos físico e astral do ser humano, especialmente os que possuem as faculdades mediúnicas desenvolvidas ou em desenvolvimento. 
Como umbandista, acredito que nesta época do ano abrem-se determinados portais.
São portais que se abrem em regiões profundas e obscuras, deixando passar entidades vingativas, perversas, artífices na arte do ilusionismo, mostrando para os incautos que se “divertem”, situações de êxtase, realizações, todo tipo de engodo auxiliado pelas drogas, pelo álcool, pela sexualidade exacerbada, de modo a aprisionarem facilmente quantos estejam à descoberto de sua proteção, inseguros de seus projetos de vida, desequilibrados emocionalmente, esvaziados de verdadeiros sentimentos, minados por angústias e rancores mal resolvidos.
Os blocos, a fuzarcas, escondem verdadeiros campos de batalha nos paralelos astrais.
Por detrás do ambiente glamouroso há um outro ambiente, ávido e perigoso.
A constatação mais importante é a de que, durante o carnaval, as pessoas tendem a liberar de forma intensa seus desejos mais primários e, com isso, entregam-se a escolhas prejudiciais em excesso, tais como: bebida, droga, sexo, o que acaba permitindo a aproximação de espíritos desencarnados afins. A multidão aglomerada nas comemorações do carnaval, por sua vez, atrai obsessões coletivas sem perceber, sendo profundamente influenciada por espíritos e outras formas negativas do baixo astral.
O resultado deste “entorpecimento”, entre outras consequências, é o cansaço físico, a confusão mental, o desequilíbrio emocional, sendo muito difícil retornar à “vida normal” ou, ao menos, a uma tentativa de retomar o cotidiano sem estar “acompanhado” de uma vibração não amigável, nada saudável e muito menos confortável.
Aqueles que buscam a espiritualidade evitam se submeter a ligações com espíritos inferiores. Portanto, a prudência e a sobriedade valem muito nesse período. Se possível, ocupe seu tempo no carnaval com uma boa leitura, o contato com a natureza, a meditação, uma conversa edificadora. Mantenha-se na retidão do seu objetivo espiritual

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Defumação: Procedimentos, tipos e propósitos


INTRODUÇÃO

A defumação é um ritual muito frequente em casas de Umbanda e Candomblé. Na Umbanda ela foi trazida pelo caboclo das sete encruzilhadas quando fundou a religião e segue até hoje em quase 100% dos terreiros, todavia, a defumação é utilizada antes mesmo da criação da Umbanda, não é algo criada por ela, mas ela considera este fundamento em sua doutrina.

A defumação pode ser usada em diversas ocasiões: abertura e fechamento de giras, limpeza de residência e imóveis comerciais, limpeza de pessoas, etc. 

OBJETIVO DA DEFUMAÇÃO

A defumação pode ter vários objetivos, entre eles: limpeza física e espiritual, limpeza de ambientes, prosperidade, proteção, descarrego de fluidos espirituais negativos, fortalecimento, etc.

QUEM PODE FAZER A DEFUMAÇÃO?

Embora qualquer pessoa possa fazer uma defumação, nos terreiros geralmente isso é feito pelos dirigentes ou médium a cargo dos mesmos, alguém destinado a este rito. Costumamos dizer que Deus nos fez imagem e semelhança dele, então o que dá poder a uma defumação não é o cargo que ela tem, mas o fundamento, a fé a o conhecimento sobre o preparo, ou seja, é questionável a ideia de que apenas um dirigente de santo pode fazer uma defumação. 



DEFUMAÇÃO NO TERREIRO

A defumação nos terreiros geralmente é feira através do "Turíbulo" (objeto prateado acima). Nele colocamos carvão e algum elemento combustor (álcool, óleo, papel, etc), uma vez que estiver acesso, começa o rito de defumação. 

A defumação é feita com uma combinação de ervas específicas de acordo com o objetivo proposto. Quando ela é feita na Umbanda, geralmente acompanham-se pontos cantados de defumação. Cada casa pode estabelecer uma ordem para iniciar a defumação. Geralmente defumamos o Congá, os cantos, o centro, os médiuns, os atabaques e a assistência. Na dúvida sobre como proceder com a defumação no seu terreiro, procure o seu pai de santo ou orientação do seu guia espiritual.  

EXEMPLOS DE ERVAS E MISTURAS PARA DEFUMAÇÃO

Cada casa tem a sua doutrina e cada guia espiritual o seu mistério, na dúvida sobre algum procedimento, sempre procure o pai de santo de sua confiança. Abaixo alguns exemplos de ervas e elementos que podem ser usadas isoladamente ou em conjunto para defumação:

Sal grosso: Descarrego.
Arruda: Descarrego, proteção.
Mirra: Atrai contato com bons espíritos, fortalece a humildade.
Alecrim: Atrai bons sentimentos, cria atmosfera positiva.
Alfazema: Equilibra o ambiente.
Café (Grãos, folhas secas, pó, etc): Atrai força e resistência.
Canela e Cravo da índia: Atrai a prosperidade, aumenta o magnetismo pessoal, a autoestima, etc.
Guiné: Proteção e energização. 
Pó de dandá da costa e anis estrelado: Aumenta a intuição.
Beijoim: Aumenta a espiritualidade, a intuição, cria uma atmosfera propícia a trabalhos espirituais. 

DEFUMAÇÃO EM CUBO

A defumação em cubo é aquela que já vem com as ervas trituradas e acopladas em forma de cubo. Ela não é indicada para substituir uma defumação tradicional em turíbulo uma vez que não sabemos a procedência do que de fato contém os cubos. Não sabemos por exemplo que ervas e elementos foram usados para o que se propõe nos rótulos. Em todo caso, como o poder do objeto espiritual leva em consideração a força da consagração, em muitas emergências eu mesmo só tinha a mãos este tipo de defumador. Ele é mais indicado para atuar como uma espécie de "incenso" de longa duração.

DEFUMAÇÃO EM CASA

É muito indicado de tempos em tempos fazermos uma defumação em casa. Seja para limpeza, proteção ou descarrego. Geralmente fazemos de dentro para fora (para limpeza) e de fora para dentro (quando o objetivo for trazer prosperidade por exemplo). Preces, pontos cantados podem ser inclusos para potencializar o rito.

DEFUMAÇÃO EM IMÓVEL COMERCIAL

A defumação em imóvel comercial geralmente é feita para atrair clientes, afastar inveja e olho gordo. Tal como na defumação doméstica e do lar, se o objetivo for limpeza, fazemos de dentro para fora. Já se o objetivo for atrair alguma coisa, fazemos de fora para dentro. Dependendo da gravidade do caso, tanto na defumação do terreiro, quanto das casas quanto dos comércios, podem haver solicitações de sacudimento de ervas, mas este é um assunto que trataremos em outro texto. 

PONTOS DE DEFUMAÇÃO 

Ogum mandou defumar,
Ogum mandou defumar,
Ogum mandou defumar,
Filhos de fé vamos defumar

Ogum mandou defumar,
Ogum mandou defumar,
Ogum mandou defumar,
Filhos de fé vamos defumar

_________________________

Ele é rezador, ele vai defumar
Ele reza seus filhos e o mau vai levar

Ele é rezador, ele vai defumar
Ele reza seus filhos e o mau vai levar

_________________________

Defuma com as ervas da Jurema
Defuma com Arruda e Guiné,
Com Beijoim, Alecrim e Alfazema
Vamos defumar filhos de fé.


Defuma com as ervas da Jurema
Defuma com Arruda e Guiné,
Com Beijoim, Alecrim e Alfazema
Vamos defumar filhos de fé.

Orixás : Natureza / Vida

Iansã: Nuvens de tempestade/chuva /ar/raios 
Oxóssi: Florestas/plantas
Ogum: Campos planos/Minas de metais 
Xangô: Pedreira / Trovão 
Oxum: Cachoeiras /águas doces
Nanã: Barro/Lama/Águas turvas e paradas / Terra do fundo dos rios e oceanos


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O Médium que não quer se desenvolver

   Muitas pessoas sabem que tem mediunidade de incorporação, mas não querem assumir a responsabilidade, tendo várias alegações para isto. Claro que esta pendência, vai continuar para uma próxima vida aqui na terra.
Todos os seguimentos que lidam com a incorporação, acreditam na vida pós morte ou seja : na Reencarnação. Sendo assim, acreditamos que temos um Karma a ser cumprido, uma Missão, ou um Odu que é o nosso destino. Resumindo não viemos a passeio, temos um propósito que é único para todos nós, independente de nossa crença religiosa que é......Evoluir.
   Quando o médium não quer trabalhar ele pensa.......Eu tenho meu livre arbítrio, eu sou livre para fazer minhas escolhas. Não deixa de ter razão, só que nossas
escolhas não são feitas aqui e sim no plano espiritual, onde temos plena consciência do nosso grau de entendimento. Assumimos compromissos para que tenhamos a oportunidade de crescimento. No caso de médium de incorporação ele tem um compromisso em trabalhar em conjunto com outra entidade, para que os dois possam crescer. Tudo isso é aceito, é uma escolha feita no plano Astral.
   O esquecimento nos é dado assim que reencarnamos, justamente para que possamos por em pratica tudo aquilo que escolhemos, mas aqui nos deixamos influenciar por quase tudo ao nosso redor, compramos idéias que nem sempre fazem parte de nosso programa e assim vamos nos desviando de nossa missão.
Claro que o crescimento desta pessoa será prejudicado, assim como o da entidade com a qual foi acordado o compromisso. Começa então a cobrança, ou melhor a lembrança de um acordo, que o inconsciente grita, dando vários sinais dos mais sutis como : sonhos, pessoas que falam sobre o assunto, livros, reportagens na tv etc.. e os mais incisivos como: desequilíbrio emocional, mal estar, barulho em casa e as vezes até doença que não é física. Tudo é tentado para que a pessoa olhe para dentro de si e sinta que tem algo errado e vai procurar ajuda.
   Alguns fatores sociais interferem muito em nossa vida aqui neste plano,
é preciso haver muita determinação para que sigamos nossa missão. Mas o principal, é dar o primeiro passo, que é Aceitar. Qualquer tipo de mediunidade a ser desenvolvida é sempre para o nosso bem, nosso crescimento espiritual, um aprendizado que nos leva ao caminho da Luz.
   A responsabilidade é sempre nossa, nós nos deixamos influenciar, nós desistimos de nossos compromissos e sempre arrumamos uma desculpa.......ou melhor uma desculpa para outra desculpa e deixamos de fazer o que viemos para fazer.
    A ajuda sempre vem, só é preciso prestar atenção e Aceitar.

Umbanda Grátis!!!

Apostilas Gratuitas sobre Umbanda!



Amigos (as) umbandistas e simpatizantes.
Caso queiram receber gratuitamente, escrevam para 

eduhmarcal@gmail.com 

Mandarei por email em anexo.
Abraços.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017


História de Exu do Lodo

O Exu do Lodo, tão temido por alguns que o desconhecem e tão amado por quem já viu seu trabalho ou tem a honra de ser seu cavalo, vem de uma falange de Exus ligados as Almas, ao Orixá Omulu, mas o que poucos sabem é que ele está ligado a Nanã e a Iemanjá, pois sua energia telúrica se funde com a energia aquosa.

Os espíritos desta linha se apresentam curvos e com dificuldades, pois tem uma energia pesada e a maioria usa aparência de velhos feiticeiros. Praticamente todos dos espíritos desta linha foram, Padres, Bispos, Bruxos, Magos ou Feiticeiros em suas vidas na terra.

São grandes curadores e tem um grande poder de alquimia, são protetores dos cientistas e dos alquimistas. É difícil achar médiuns que entrem em contato com esta energia pois é bem pesada e requer muito dos seus cavalos.

Conta a história que a Pomba Gira Rainha caminhando por uma trilha, defrontou-se com um enorme pântano, sujo e podre, o que lhe impediu de continuar.

Enquanto decidia como fazer para atravessa-lo, apareceu a sua frente um homem de estatura média, com o perfil de um ermitão, bastante despenteado e aparentando ser anti-social. 

Ela se assustou bastante a principio, mas ficou lisonjeada com o gesto educado daquele homem, que rapidamente retirou a sua capa e jogou para que ela pudesse passar..

A Rainha caminhou por sobre a longa capa preta e seguiu seu caminho sem olhar para trás. Atônito, fascinado pela beleza desta estranha mulher que nunca tinha visto, sentiu pela primeira vez o que podia chamar de amor a uma criatura, pois sabia que lhe conhecia de muito tempo.

Ela estarrecida diante do cavalherismo daquele homem e sabendo a dificuldade que era ser um guardião daquele local, ficou a pensar como poderia recompensá-lo pelo seu esforço, educação e como poderia melhorar a sua vida.

Ele, um ser nobre, cuida de quem chega a esse charco, ajuda a superar os obstáculos, mesmo com as dificuldades faz seu trabalho sem soluçar. Possui sim uma figura curva, malcheirosa, bruta, mas é humilde e cortes.

Foi diante do pedido da pomba gira rainha e devido a seus esforços, por sua abnegada dedicação à missão que lhe tinha sido encomendada e pelo respeito a pomba gira rainha, a qual pertencia pelo amor ao exu rei, foi premiado.

Foi assim, em uma noite escura e chuvosa que ele foi condecorado e tornou-se um exu chefe de falange, um exu coroado.

A Pomba Gira Rainha, sentindo-se feliz com o que se procedeu deu-lhe um lenço perfumado com seu aroma, e solicitou que guardasse suas lágrimas, e depois, ao retornar para o seu local, jogasse-o no meio do pântano. 

Ele se sentia feliz com o mérito, mas já não mais queria viver cuidando das profundezas que vivia, foi então que cabisbaixo atendeu o pedido de seu amor platônico e jogou o lenço sobre a lama. 

A lua cobriu o local, uma luz prateada tomou conta e deu-se inicio a primeira planta, os primeiros botões de rosas. As quais crescem pelo local quando existe algum amor das criaturas levadas para lá.

Desde então ele percebeu que sempre teria sua amada presente e apoiando seu trabalho, mesmo que esse amor não pudesse ser correspondido devia seguir com seu trabalho árduo, e assim faz constantemente, cuidando de seu sombrio local e vindo na umbanda ajudar a quem precisa, fazendo o bem, pois como ele mesmo diz: se fizer coisas ruins ele além de punido, poderá regredir e isso ele não deseja.

Conta que onde é guardião é um dos locais mais profundos, que abaixo dele pouco existe, mas que tem que ter alguém para cuidar mesmo dos piores seres.
 Vem em terra quando precisam dele para trabalhar uma energia pesada, não atende qualquer pedido e sabe que é muito confundido com espíritos ruins, mas a verdade é que quando as coisas apertam em muitos terreiros, descobrem que é hora de convidá-lo.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O terreiro de umbanda é uma porcaria. Nunca mais vou lá!!!

Bem, se você teve uma experiência ruim em um terreiro, lembre-se que:
1) Há muitos tipos de Umbanda. Tipos diferentes. Pode ser que você não tenha gostado do tipo que presenciou. Descubra 'outras Umbandas'. Por exemplo, para quem não gosta de imagens no terreiro há a Umbanda Esotérica. 

2) Dentro do mesmo tipo de Umbanda, há terreiros muito diferentes uns dos outros. Antes de generalizar sua opinião e dizer que todos são iguais, certifique-se de conhecer mais alguns templos. 

3) Melhore a sua energia. Você será naturalmente atraído para o lugar que estiver na sintonia daquilo que você vibra. Descubra as razões pelas quais quer conhecer um terreiro e veja se elas te levam a um bom lugar. Procurar um terreiro para fazer amarrações ou se vingar de alguém por exemplo, não o coloca em uma boa sintonia. Lembre-se que na Umbanda não fazemos amarrações nem trabalhos mágicos para prejudicar quem quer que seja. Se um terreiro oferecer esse tipo de serviço, fuja para as colinas. Não é Umbanda. 

4) Dentro do terreiro nada pode ser cobrado. Passes, consultas, desobsessão, aconselhamento etc. não são cobrados. O terreiro pode fazer um evento de caridade para ajudar nas contas. É muito difícil manter financeiramente um templo. Mas jamais cobrar por auxílio espiritual, senão não é Umbanda. Umbanda é caridade.
 
5) Depois que estiver em um bom terreiro, sua vida tem que melhorar. Mas melhorar pode ser se livrar daquilo que te faz mal, como um relacionamento desgastado ou um emprego ruim, por exemplo. Mas a médio prazo, você deve se sentir mais feliz e autoconfiante. Lugares que sugam a sua energia, provocando a sensação constante de cansaço e desarmonia, devem ser evitados.


P.S. UMBANDA não é CANDOMBLÉ. Lembre-se sempre disso. Candomblé é lindo e tem suas próprias regras e fundamentos. A Umbanda é linda e tem suas próprias regras e fundamentos. Mas são religiões distintas. As coisas que eu disse acima são sobre Umbanda e não Candomblé.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

10 Graves Sintomas da Obsessão Espiritual

Esse é um assunto delicado que requer atenção e quebra de pré conceitos.

Ninguém está livre de ataques energéticos, todos nós vez ou outra nos deparamos com situações em nossas vidas que realmente não conseguimos entender e muito menos resolver.

Ás vezes parece que quanto mais lutamos contra uma situação ruim, pior ela fica. Entramos em conflitos internos e externos e muitas vezes nos damos por vencidos em certas áreas de nossas vidas.

A obsessão espiritual é algo que realmente existe, pode ocorrer por meio de espíritos desencarnados, mas também com desafetos dessa vida, pessoas encarnadas do seu passado que insistem em manter um vínculo energético negativo, de mágoa, rancor, inveja e ressentimento.

Alguns sintomas são bem típicos de obsessões e ninguém passa por essa vida sem ter tido ao menos uns dois sintomas desses, porém o que determina a permanência ou não de obsessores é o comportamento e entendimento de cada um.Uma pessoa amorosa, que sente compaixão pelo próximo e não tem problemas em perdoar, consegue se livrar mais facilmente de ataques de obsessores.

Já uma pessoa agressiva e magoada tende a alimentar obsessões por longos períodos na vida.

Seguem alguns sintomas de obsessão quando já instalada. Fique atento, mas também entenda que existe solução, existe alívio e cura. O bem e a positividade sempre serão mais fortes!

1 – Sensibilidade aumentada e choro compulsivo.
Parece que as pessoas estão mais agressivas ou com mais atenção aos seus erros. Antes se alguém te desse uma patada, você revidava ou simplesmente não dava importância. Agora você se sente perseguido e maltratado. Chora, na maioria das vezes à noite e quando tenta desabafar com alguém, muitas vezes acham que é frescura sua e você não deve se importar. Isso te deixa mais triste ainda e com a sensação que ninguém se importa com você e seus sentimentos. Sempre vem na cabeça a ideia de que ninguém se importa com você, que se você morresse ou sumisse, ninguém se importaria.

Fique atento, essa ideia de que você não tem valor não é sua!

2- Vida financeira destruída
Desemprego, ou emprego com um salário que não dá pra quase nada e te deixa frustrado. Dívidas que aparecem do nada, quando entra um pouco de dinheiro, logo aparecem gastos inesperados e a esperança de uma vida melhor vai indo embora aos poucos.

Obsessores atacam muito a vida financeira pois sabem que as preocupações com dívidas, moradia e sobrevivência são extremamente dolorosas e desgastantes.

3 – Relacionamentos Conturbados
Ciúmes, brigas, desconfianças, traições, mágoas e em casos mais graves até agressões. Após crises explosivas parece que a pessoa que agrediu estava fora do corpo sendo comandada por alguém. Períodos de paz se instalam, mas as brigas e desentendimentos nunca deixam de aparecer.

4- Agressividade
Ausência total de paciência com as pessoas próximas. Vontade de mudar a forma de ser de algumas pessoas, de falar verdades na cara sem ter medo de magoar ou ferir. Ausência de compaixão pelo próximo e o sentimento crescente de que ninguém merece confiança, pois todos são falsos e hipócritas. Gostam de dizer sempre a frase, sou sincero e falo na cara, quando na realidade são totalmente cruéis e sem nenhuma educação. Ao magoar o outro, por mais fraco que o outro pareça, o agressor cria um vínculo negativo,atrai para si somente a negatividade.

Pense muito antes de jogar verdades na cara de alguém ou postar ofensas e indiretas, o mesmo constrangimento que você vai causar no outro, retornará para você amanhã. Os juros cobrados pela lei do retorno são muito altos, não vale a pena pagar.

5 – Julgar os outros e se sentir vítima
Obsessores atuam colocando as manias, desconfianças e compulsões exageradas em suas mentes. O obsessor coloca a ideia na sua vítima de que ela carrega o mundo nas costas e que se ela não interferir em tudo, nada dará certo. Existe muita dificuldade em confiar em todos, e a vitima observa apenas os defeitos e falhas nas pessoas e não consegue achar nada positivo em ninguém. Nesse ponto o obsessor coloca a ideia de que sua vítima deve interferir na vida dos outros, criticar, excluir quem não se encaixa em seu meio,religião, trabalho e sua família.

6- Se envolver em fofocas
As fofocas sempre começam de forma inocente e são justificadas e defendidas pelos fofoqueiros. Muitas vezes começam com frases do tipo: – Vou te dar um “toque a respeito do fulano” ou “fica esperto com o fulano”….

O ambiente de trabalho é o lugar onde mais podemos observar esse tipo de comportamento. Muitas teorias totalmente enganosas e mentirosas que causam verdadeiro mal estar são disseminadas diariamente por fofoqueiros nas empresas.

Quem de nós nunca trabalhou em um ambiente tóxico onde o fofoqueiro mantinha muitos reféns sob seu comando maléfico, pois obsessores sabem o quanto somos sugestionáveis, no ambiente de trabalho.

Presenciei um caso onde uma gerente chegou certa manhã de cara fechada no trabalho, pois estava com dor de dente e dor de cabeça, mas como tinha uma reunião importante, foi trabalhar mesmo passando mal, pois tinha tarefas que não podiam esperar. Ao passar pelos funcionários de cabeça baixa e sem cumprimentar ninguém, causou uma grande impressão errada e diversas teorias absurdas se formaram durante o dia, até uma funcionária muito sugestionável a maldade se convencer loucamente que a chefe estava com raiva dela e a demitiria naquele dia.

A gerente passou o dia na sala dela em conferências e não falou com ninguém. Isso foi suficiente para uma série de confusões e fofocas maldosas se instalarem.

Apenas um funcionário desequilibrado e medroso, abriu o ambiente para obsessores que já encontraram outros com vibrações baixas e instalaram um clima de terror na empresa.
Observei que as teorias descabidas corriam solto a respeito da cara fechada da gerente, mas em nenhum momento ninguém pensou que ela poderia estar com um problema só dela e que não queria compartilhar com ninguém naquele momento.

A funcionária sugestionável acabou passando mal o dia todo achando que ia ser demitida, pois o fofoqueiro não gostava dela e se aproveitou para torturá-la e criar um clima desfavorável. Outros acabaram achando que haveria uma grande corte de despesas e mais funcionários seriam demitidos.

A gerente acabou saindo mais cedo para ir ao dentista, estava realmente passando mal e percebi que o rosto até estava um pouco inchado. Os funcionários não perceberam esse detalhe, pois estavam ocupados de mais com a teoria de demissões.
Fiquei alguns dias nessa empresa, pois eu iria ministrar um treinamento. Tive a oportunidade de observar que no dia seguinte a gerente chegou e já estava bem, havia sido medicada e chegou cumprimentando a todos normalmente.

Observei que o fofoqueiro mestre foi ao encontro dela ansioso para saber o que havia acontecido no dia anterior. Fiquei impressionada ao observar a decepção no rosto dele ao saber que ninguém seria demitido, nada de ruim iria acontecer, a chefe apenas tinha tido uma forte dor de dente.

A funcionária sugestionável acabou faltando naquele dia, havia passado mal de tanto medo e nervoso por causa das fofocas.
Fique atento, muitas vezes sentimos medos sem fundamentos, odiamos pessoas por ouvirmos falar coisas a respeito delas e não paramos para ver os fatos como eles realmente são. Passar a fofoca adiante, ficar na platéia assistindo os outros se prejudicarem e sentir prazer ao ver a loucura alheia também é um comportamento tóxico. Se você simplesmente não quer se meter, afaste-se, não seja lenha da fogueira de ninguém!

7 – Ver vultos, ouvir barulhos estranhos em casa, sentir angústias e pensamentos negativos que vem de repente.
Nem todos os alertas que recebemos são nossa intuição. Nossa intuição nos defende de situações de perigo ou nos levam a situações positivas. Se você está com uma série de problemas na sua vida, sem dinheiro para nada, lar conturbado, problemas de saúde, sua intuição provavelmente nem está funcionando. Ver vultos, ouvir vozes que ninguém mais ouve e receber alertas exagerados de mágoa e raiva sobre determinadas pessoas é sinal de obsessão.

Sua intuição não vai te dizer pra ir saber se a pessoa que te magoou está falando mal de você para alguém. Fique atento, faça orações e tratamento para desobsessão.

8 – Vício
Você nem quer comer mais um pedaço de pizza, mas está tão bom… Passou um dia horrível no trabalho e sabe que sua cabeça não vai te deixar em paz se não tomar uma dose de Whisky para relaxar(e isso acontece no mínimo 4x por semana)… Aquelas lembranças são dolorosas demais para aguentar de cara limpa… Ou o prazer só vem com o uso de algumas substancias… entre outros pensamentos esses são alguns colocados por obsessores para manter suas vítimas no vício.

Mas como o vício gera dependência e afeta o metabolismo do corpo, além de um trabalho de desobsessão é necessário um companhamento de especialistas para ajudar na cura.

9 – Sua vida mudou de forma inexplicável após a morte de alguém
Uma determinada pessoa da sua família ou próxima faleceu e sua vida logo depois começou a dar errado.

Uma série de pequenos azares e infortúnios começaram a aparecer de forma inexplicável. Fique atento, orações para a alma do falecido são bem vindas nesse caso, entre outros procedimentos de desobsessão.

10 – Doenças recorrentes
Infecções, pequenos procedimentos cirúrgicos, remédios que não fazem efeito, alergias, problemas respiratórios. Enfim, hospitais e laboratórios são sua rotina.
Sentimentos de vitimismo e exigir que os outros compreendam e te ajudem também estão presentes nesses casos.
Alguns idosos costumam usar doenças para aprisionar a família toda em sua carência. Fique atento.

Como enxergar melhor os sintomas?
Fique atento a idéias torturantes a se fixar.
Quando sentimos forças interferindo no processo mental.
Quando se verifica a vontade sendo dominada.
Quando se experimenta inquietação constante.
Quando se sente desequilíbrio espiritual.

Quais são as consequências a longo prazo?

Desordens patológicas (doenças)
Loucura
Morte Física

O que você deve entender sobre obsessão? É um mal que existe, mas também tem solução.
Sim existe cura, sim existe saída, sim existe saúde, prosperidade, relacionamentos saudáveis.

Você não deve ter medo, culpa ou qualquer tipo de desespero. A saída é um pouco trabalhosa, mas pense que você merece ser feliz e viver bem.

A positividade é infinitamente maior e mais forte do que a negatividade, uma vez que você aprende a se proteger, nada te impedirá de ter uma vida saudável e feliz.

Não participe de fofocas, perdoe sempre que possível, não julgue e não maltrate ninguém, pois essas atitudes abrem portas para energias tóxicas.

Que Deus te abençoe sempre!

Luciana Lara