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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Pontos Riscados na Umbanda, o que são?

Os homens são cobertos por energias e magnetismo. Essas vibrações são responsáveis pela manifestação da vida na forma que conhecemos no planeta Terra: mineral, vegetal, animal, hominal e astral. As energias etéricas têm polaridades, ativa e passiva, positiva ou negativa, e se cruzam, estando interpenetradas. Dentro das sete linhas vibratórias dos orixás, fazem-se necessários pontos riscados de identificação que reluzem vibratoriamente com forte magnetismo de atração no "lado de cá". As energias manipuladas atraem, absorvem, potencializam e expandem os fluidos movimentados pelos caboclos e pretos velhos. Na verdade, os pontos riscados são como elos identificadores que fazem à interseção do tipo de energia utilizada com a vibração específica da linha vibratória. Para que as forças que constituem esses elos sejam movimentadas especificamente para os trabalhos de Umbanda, é imperioso que haja o acionamento de determinados códigos de acesso, consoante o resultado que se queira alcançar. É um ato litúrgico que envolve a magia das entidades, que aglutinarão etericamente em torno dos traços riscados os fluidos e energias benéficas. Os riscos simbolizam a identidade da linha solicitada, da entidade e do tipo de trabalho exigido, e servem como sinalizadores para as falanges envolvidas nessas demandas mais densas e que exigem grande quantidade de ectoplasma.

(retirado do livro Evolução no Planeta Azul, Norberto Peixoto, pelo espírito Ramatis, Editora do Conhecimento)
PEMBA (espécie de giz):
O que é a chamada "Lei da Pemba"?

VOVÓ MARIA CONGA: - É importante deixar claro aos filhos que a pemba, um tipo de giz especial para utilização ritualística, na verdade não tem nenhuma utilidade prática, podendo ser qualquer tipo de giz. O que se torna fundamental é o conhecimento cabalístico da entidade ou do médium que está realizando os sinais riscados. Esse amontoado de pembas por aí é só para confundir e para alguns incautos fazerem comércio em cima do grande desconhecimento da maioria dos ditos "iniciados" nas coisas ocultas. Os princípios iniciáticos dos pontos riscados, que ficaram indevidamente denominados entre os homens como "Lei da Pemba", quando corretamente manipulados, identificam: a vibração da entidade, o orixá, a falange, subfalange, a legião ou agrupamento, o grau hierárquico, se é um Orixá Menor, Guia ou Protetor, a vibração do astro regente, entre outras identificações necessárias para os trabalhos de magia.
Veja agora um Trecho no Jornal de Umbanda Sagrada, escrito por Rubens Saraceni. Segue:
1 - Os pontos riscados pelos guias espirituais são espaços mágicos cujas funções lhes são dadas por eles ( tipo de campo de força).
2- Os pontos riscados se servem da escrita mágica sagrada simbólica.
3- Dentro desta escrita mágica sagrada, os guias servem-se de signos, símbolos e ondas vibratórias que são realizadoras e, assim que são riscados, são ativados e começam a trabalhar.
4 – Existem milhares de ondas vibratórias que formam telas infinitas e das quais são retirados modelos de símbolos e signos mágicos, os quais assim que são riscados e ativados aqui no plano material, religam-se a elas que lhes darão sustentação nos trabalhos que serão realizados.
5 – Destas telas vibratórias são retirados símbolos e signos, sendo alguns bastante conhecidos e de fácil identificação e interpretação, enquanto a maioria nos são desconhecidos e praticamente impossível de serem identificados e classificados.
6- Os guias espirituais preferem trabalhar com espaços mágicos fechados ou circulares porque assim, suas irradiações ficam contidas dentro do círculo e não interferem com outros espaços mágicos riscados por outros guias dentro do mesmo espaço físico coletivo.
7- A escrita mágica simbólica é tão antiga quanto a humanidade e, tem sido encontrados signos e símbolos em construções antiqüíssimas dentro de túmulos e urnas funerárias com milhares de anos de idade, portanto, esta escrita mágica simbólica, usada pelos guias espirituais, não é propriedade da Umbanda e sim, é um bem colocado a disposição da humanidade pelos seres espirituais superiores e que dela, muitos tem se servido no decorrer dos séculos.
8 – Algumas ordens antiqüíssimas criaram, a partir de signos e símbolos, suas escritas mágicas sagradas e cada uma delas serviu-se ou ainda se serve da sua simbologia, que se não é exclusiva, no entanto, tem significado especial e interpretação própria para cada grupo de usuários deste bem coletivo, colocado a nossa disposição por Deus.
9 – Os guias espirituais de Umbanda serve-se de certa quantidade de símbolos e signos mágicos que aparentemente é limitada a algumas centenas apenas, pois pode-se encontrar pontos riscados de diferentes entidades, a reprodução de símbolos e signos idênticos.
10 – Na Umbanda, manifestam-se através de nomes simbólicos muitos poderes divinos que são em si, mistérios cujas atuações estão voltadas para o crescimento religioso dos seres e dos símbolos riscados pelos guias, nos seus pontos, estão indicando mistérios firmados e ativados por eles.
11 – Até recentemente, todo o mistério da escrita mágica sagrada usada pelos guias espirituais era assunto fechado dentro da Umbanda e o que tínhamos à nossa disposição eram coletâneas de pontos riscados pelos guias, mas que não nos esclarecia muito porque, apesar de sabermos que eram poderosos e capazes de realizar trabalhos, tudo era muito vago e ficavam sempre pairando dúvidas sobre quando utilizá-los, uma vez que eram de uso exclusivo dos guias espirituais e, só raramente, eles autorizavam seus médiuns a riscá-los para que, sem incorporarem, pudessem ajudá-los nas suas necessidades ou dificuldades.
12 - Faltavam-nos muitas informações que pudessem permitir um aprofundamento neste mistério e nos faltava mais informações, que aí sim, o tornaria compreensível por todos.
13 – O que andou escrevendo sobre os pontos riscados pelos guias, incutia receio e medo nas pessoas, principalmente quanto aos pontos riscados das linhas da esquerda, e isso não ajudou em nada o desenvolvimento desta ciência espiritual dentro da Umbanda.
14 – Pelo contrário, alguns autores umbandistas, tal como Emanuel Zespo, chegaram a escrever que só os profundos conhecedores e iniciados na famosíssima, mas desconhecida LEI DE PEMBA é que poderiam riscar pontos e trabalhar com eles. Outros como W. W. da Matta e Silva chegaram ao absurdo de coletar uma ou duas dezenas de signos e dizer que eles sim, eram a genuína LEI DE PEMBA (sa­be-se lá o que isso quer dizer) eram o ponto de raiz, e a partir daí, auto nomearam-se profundos conhecedores da desconhecida, mas muito famosa Lei de Pemba, e começaram a desclassificar os pontos riscados usados pelos guias espirituais desde as primeiras manifestações deles na Umbanda, e que vinham ajudando a dar sustentação aos trabalhos realizados dentro dos centros assim como davam proteção aos seus médiuns.
15 – Graças a estes, a magia do ponto riscado não desapareceu por completo dos centros de Umbanda, fato este que privaria a religião deste importantíssimo instrumento de trabalho.
16 – Quanto aos supostos e pseudo iniciados e auto nomeados “MÂO DE PEMBA” por desconhecerem os verdadeiros fundamentos existentes por trás dos pontos riscados, seus escritos empacaram e não levaram a lugar algum, e muito menos à compreensão e ao desenvolvimento desta ciência divina. Na verdade, eles atrasaram em 50 anos a abertura deste mistério dentro da Umbanda, quase o levando ao esquecimento.
17 – Leiam e releiam estes escritos destes pseudos “mãos de pemba” e verão que eles criaram uma ilusão que não tem fundamento e por 50 anos, ficaram repetindo e afirmando a mesma coisa: “A Lei de Pemba existe mas não pode ser revelada aos não “iniciados”. 
Este texto foi escrito para o Jornal de Umbanda Sagrada de Junho de 2008.

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