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sábado, 17 de dezembro de 2016

Mediunidade e Idolatria: Mistura que não combina


Muito do que escrevo tem haver com as experiências que vivencio e neste artigo não poderia ser diferente. As opiniões aqui são minhas, então é claro que existirão pessoas que irão ser contrárias ao que direi. Peço que não se ofendam.

Eu vejo com certa preocupação a comunhão desses dois substantivos. É comum ao adentrar em uma religião – não importa qual seja – se deslumbrar com tudo que lá encontrar. A dor abre caminho para a Fé, que abre caminho para a sensibilização e evolução. Porém em alguns casos o que acontece é totalmente antagônico: A Fé abre caminho para a fanatização.

Dentro das religiões que trabalham mais ativamente com a mediunidade isso fica um pouco mais escondido. Estamos acostumados a gritar e apontar o dedo para os evangélicos, por sua devoção fervorosa e também por repelirem qualquer coisa que não seja simpática com as concepções de sua igreja ou núcleo, isso incluindo outros evangélicos. Mas nas religiões espiritualistas o que tenho visto é a crescente de fanáticos ou pelo menos de pessoas com uma trave nos olhos.

Muitos que levam palavras de médiuns, sacerdotes e outros trabalhadores das searas medianeiras com total confiança, nem sequer passando por sua cabeça em questionar ou raciocinar sobre aquilo que foi proposto. Apenas recebem uma comunicação escrita ou uma palavra falada (psicofonia) de um médium intuído por um espírito de escol (supostamente) e acreditam naquilo piamente. Como se fosse a plena e absoluta verdade, refutando, com uma prolixidez, que faz inveja a muitos pastores com cursos e mais cursos de oratória.

Esquecem-se do principal,  que o próprio Mestre Jesus, tido como o maior ser Humano, divinizado em vida, o maior médium, calou-se quando questionado sobre o que é verdade. E também se esquecem dos pilares básicos de suas próprias doutrinas, que nas palavras de João, o Evangelista são: “Não acreditei em todos os Espíritos, mas verificais se este procede de Deus”.

Fora o fato, claro, de que o médium, não importa o quão evoluído ele seja ainda, sofra das influências do material, da vaidade, do ego e do orgulho. Seus preconceitos estarão presentes em suas comunicações, pois o instrumento não é perfeito, mesmo que este seja de uma profundidade mediúnica ímpar.

E quando questionar um desses ativistas da verdade mediúnica dos Avatares encarnados, eles claro, tentarão desviar o foco do assunto principal. Porém quando acuado, ao questioná-lo, irá dar uma resposta estapafúrdia, que geralmente é: “Não, porque é nisso que acredito e não preciso de mais provas ou contra-provas”.

Não existem médiuns perfeitos, todos somos passivos de erros. Não existem espíritos angelicais de última ordem a nos passar comunicações sem influência do aparelho. Então, quando algo lhe for dito, use seu bom-senso, use sua razão, use seu discernimento e veja se aquilo lhe cabe. Se não couber, saiba estar aberto para uma situação diferente.

Quando confrontados em nossos preconceitos, nós devemos, por obrigação de espiritualistas comprometidos com uma tentativa de evolução moral, em procurar mais fontes, de preferência fontes primárias.

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