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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Dúvidas sobre a Mediunidade na Umbanda:


O que é a mediunidade na Umbanda?
É um processo onde espíritos de luz, chamados de guias, utilizam de pessoas encarnadas (médiuns) como interlocutores para cumprir uma missão de caridade na terra.
É algum tipo de castigo ou punição?
Não. A mediunidade na Umbanda é uma oportunidade de trabalho para evolução pessoal e resgate cármico do médium. Ninguém é médium para “pagar o que fez” em uma encarnação passada. É médium porque se propôs a colaborar com o trabalho divino no presente, em busca de um futuro melhor para todos.
Tenho medo. Isso é ruim?
“O medo é parte integrante da mediunidade”. – palavras de Pai Benedito. O medo é útil quando traz cautela ao médium e o protege de eventuais perigos. É também perigoso quando enfraquece sua confiança e reduz sua sintonia com seus guias de luz. É preciso saber lidar com o medo a seu favor. Não tente eliminá-lo, pois ele só se fortalece. Exercite sua fé e amadureça seu espírito. Assim você vai ver o medo desaparecer gradativamente, sem você fazer força.
Posso “virar” médium se eu quiser?
Médiuns todos são, embora alguns em grau mais suave. Mas ninguém pode se “candidatar” a médium de terreiro em algum momento da vida. Estas pessoas são escolhidas como instrumentos de trabalho antes de seu nascimento, sua encarnação nesta terra. Passam a ser cuidados e protegidos por seus guias até o momento de iniciar seu trabalho. Contudo, qualquer pessoa pode trabalhar na religião, desde que suas intenções sejam boas e sinceras. Há muitas outras tarefas na religião além do trabalho mediúnico, como: cambonos, ogãs, recepcionistas, palestrantes etc.
Por que os médiuns são chamados de cavalos?
Esta é, na verdade, uma referência carinhosa dos guias para com seus protegidos. O cavalo é um elemento importante ao povo do interior. É um amigo fiel e instrumento vital ao sertanejo em todos os seus trabalhos. O cavalo é um instrumento vivo, um amigo que leva o sertanejo de forma rápida e segura e o permite alcançar terrenos onde seu condutor sozinho não poderia chegar. O bom médium representa a mesma coisa para seus guias de luz. Os médiuns também são chamados por outros nomes. Os mais comuns são: aparelho, matéria, burro entre outros.
Ser médium envolve algum risco?
Sim. A mediunidade é a abertura dos canais energéticos do corpo astral para o contato com a espiritualidade. Se o médium se afinar com seres de luz, isso é extremamente benéfico. Caso isso não aconteça, ele pode ser usado também pela espiritualidade negativa e se transforma em um instrumento da sombra. Por isso, o cuidado com o médium é tão importante, em todos os momentos de sua vida, não só no terreiro.
Como posso me proteger?
Na verdade, cada casa possui seus próprios métodos: banhos, estudo, conduta moral, trabalhos e mirongas. Mas todos eles se resumem em uma única vertente: Um médium bem cuidado é aquele que preserva sua ligação com as falanges de luz.
Por que “pego os ‘carregos’ dos outros”?
“Carregos” é o nome geralmente dados à energias nocivas que as pessoas “carregam” em seu campo astral. Há médiuns que tem a característica de “retirar” essa energia de outras pessoas. Se isso ocorre no terreiro, não costuma trazer grandes problemas, mas se acontece em todo lugar, é sinônimo que o médium está desprotegido ou em desequilíbrio.
O que são puxadas?
São processos comuns em alguns terreiros, onde espíritos sofredores ou obsessores de um consulente são “puxados” para o campo astral dos médiuns por meio do magnetismo. Acontecem de forma intencional ou involuntária, para fins de tratamento do consulente e do espírito retirado.
O que é corrente mediúnica?
É uma força energética de proporções superiores e muito útil, formada por vários médiuns juntos em um trabalho direcionado. Por isso é comum ver médiuns enfileirados cantando juntos em sessões de Umbanda, por exemplo.
O que acontece se eu for chamado ao trabalho mediúnico e recusar?
Varia de acordo com o médium e a casa. Esta deve ser uma decisão livre, mas existe sim relatos de casos onde isso envolve bastante sofrimento, seja por ignorância do médium ou dos condutores de sua casa. Mas não é incomum ouvir que o médium vai “apanhar” do santo e sofrer para o resto da vida em casos semelhantes.
Na verdade, o trabalho mediúnico é uma oportunidade e não uma condenação. E este trabalho é combinado entre o médium e seus guias ainda no plano espiritual, antes de seu nascimento. Romper com este acordo traz as implicações cármicas de quem se furta ao compromisso combinado com falanges de luz, e não a “surras” de espíritos.
Por que se diz que alguém está “apanhando do santo”?
Isso ocorre quando a mediunidade de alguém encontra-se em sério desequilíbrio e ele fica sujeito diversas interferências de espíritos em momentos inoportunos de sua vida. Tem diversas causas. Entre elas, o abandono do trabalho espiritual e da proteção por parte de seus guias e protetores.
O que é mediunidade cármica?
É quando o médium tem um compromisso muito arraigado com seu resgate cármico no trabalho mediúnico. Nestas ocasiões os espíritos tentam de toda forma trazê-lo ao trabalho e, quando ele se recusa, seu desequilíbrio energético e emocional é grande. Há também a chamada mediunidade de missão, ou missionária, quando alguém se propõe ao trabalho mediúnico para seu progresso, mas não tem compromisso de resgate a fazer. Neste caso os efeitos são mais amenos se por ventura abandonam os trabalhos.
Em ambos os casos, a questão é definida antes do nascimento do médium, ainda no plano espiritual. Em ambos, o abandono dos trabalhos é algo muito triste para toda a espiritualidade.
Ao iniciar um trabalho na Umbanda, sou obrigado a permanecer nele para o resto da vida?
Não. Esta é uma decisão do médium, em parceria com suas entidades de trabalho. O trabalho pode ser interrompido por diversas causas: questões pessoais do médium, saúde, trabalho e até por simples desejo de abrir mão desta oportunidade. Contudo, a pessoa deixa o trabalho mas não deixa nunca de ser médium. É preciso se cuidar.
Como me desligar do trabalho mediúnico?
Deve-se impreterivelmente conversar com os chefes de seu terreiro. Nunca “saia simplesmente, para nunca mais voltar.” O guia do terreiro é a pessoa ideal para lhe ajudar neste desligamento e tomará as providências necessárias quando for o caso. Contudo, deve ser uma decisão muito bem refletida. Quando um médium interrompe seu trabalho na Umbanda, ele interrompe também o trabalho de toda uma falange com centenas de trabalhadores espirituais. O que é muito triste.
Espíritos de umbanda escrevem, psicografam?
Sim. Depende das características do médium que acompanham.

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