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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Ovoidização: Quando o espírito perde a forma humana

A ovoidização é um processo pelo qual um espírito desencarnado, após vários processos de degeneração do perispírito (aparelho que envolve o espírito propriamente dito e tem forma humana), assume a forma ovalar, se torna uma espécie de " casulo ", um invólucro para a consciência em último estágio, antes que ocorra a perda definitiva de seu corpo perispíritico, ou a segunda morte.
Quando a consciência entra num processo de estagnação devido a uma grave crise interna, causada por uma grande dose de remorso, inicia uma espécie de circuito fechado de pensamentos e emoções, culpa e autopunição. Para se chegar ao estado de ovóide, é preciso que a dor da culpa seja tão imensa a ponto da consciência se enclausurar, como se ela se aprisionasse dentro de um ' ovo " astral, onde sem parar rememora seus débitos para com a humanidade e a vida, numa espécie de monomania autodestrutiva. Monomania é uma ideia fixa.
O espírito, nesse caso, pune-se a ponto de desejar destruir-se como consciência e perder sua existência imortal. Este ovo ou casulo é o que restou do corpo espiritual, cuja forma está em deterioração. À medida que a consciência vai perdendo a forma humana, este despojo residual vai se formando ao redor do corpo mental, como uma capa ou invólucro, dentro do qual então o espírito hiberna, refém de si mesmo.
A forma ovóide é um corpo mental doente, mas guarda na memória o registro de todos os órgãos e de sua personalidade, como o DNA guarda em si todos os registros do corpo físico.
Na maioria dos casos, esses espíritos infelizes não têm consciência do que lhes ocorre, mas isso depende do desenvolvimento intelectual e da atividade mental do indivíduo. Imersos em suas culpas, punem-se mentalmente, o que acarreta a perda do corpo perispiritual, ou seja, a perda da forma humana.
Porém, mesmo nesse estado, há espíritos de grande atividade mental e intelectual e, mesmo no estado de ovoides, conservam sua capacidade de raciocinar e agir, embora de forma um tanto limitada. Antes de se tornar um ovóide, o espírito passa por um estágio conhecido como zumbificação.
Assiste, ainda com certa lucidez, a perda progressiva de sua forma humana, e tenta reassumir essa forma que se esvai aos poucos, tentando se apossar da matéria de outros seres, como se fosse um zumbi. Arrasta-se pelo solo astral sem nenhum impulso de modificar-se interiormente, se contorce, geme, rasteja e vai se extinguindo, semelhante a um ataque epilético de longa duração, até que por fim sucumbe ao peso da própria rebeldia e culpa. As funções do perispírito são temporariamente suspensas, e todos os seus impulsos e experiências passam a ser vinculadas ao corpo mental e por ele dirigidas, ainda que este também esteja em certo grau de degeneração, devido à condição anormal em que se encontra. Após essa segunda morte, o perispírito é reabsorvido pelo ambiente do plano astral, da mesma forma que, após a morte do corpo físico, sua energia e matéria putrefatas são reabsorvidas pela natureza e pelo ambiente material, para serem reaproveitadas em outras elaborações.
A transformação do corpo espiritual em ovóide acontece de forma gradual, lenta, não imediata ou direta. São raros os casos em que isso ocorre. Ao longo do processo irá tomando outras aparências, exatamente como os zumbis dos filmes de terror vão se degenerando cada vez mais, até chegar à forma ovóide. Esse estado persistirá até que o espírito tenha vontade de corrigir-se e continuar seu processo de evolução. Pois ele está ali encapsulado, mas não retrocedeu está congelado, vamos dizer assim, no ponto onde parou.
E o que pode causar a degeneração do perispírito? 
Duas são as causas principais.

INEXPERIÊNCIA ESPIRITUAL - Espírito ainda primitivo que desconhece por completo a vida após a morte. Ao se ver no plano astral, sente um medo profundo do desconhecido, retira-se do convívio com outros seres, mantendo seus pensamentos restritos à vida material perdida.
A fixação do pensamento pode comprometer a forma perispiritual. Suas emoções e pensamentos ficam restritos a um círculo fechado, que com o tempo, o levará progressivamente á perda da forma humana, até se retraírem dentro de uma forma oval.
GRANDES CRIMINOSOS - Espíritos culpados de crimes hediondos contra a humanidade, e que depois não suportam a visão e a lembrança das atrocidades cometidas em desfavor do progresso. Tornam-se espíritos dementes, sob o peso da imensa culpa e do remorso destruidor. Atormentados com sua própria crueldade, fecham-se numa hipnose dos sentidos, causando a retração do perispírito, tal como no caso anterior. Esses espíritos vilões da humanidade também podem se degenerar não por remorso ou culpa, que às vezes não apresentam, mas pela recusa em reencarnar, detendo assim o progresso que poderiam obter.
Preferem manter-se nesse estado íntimo de ferocidade, fugindo indefinidamente a novas encarnações. Devido a atração inevitável da gravidade terrestre, o corpo etérico vai se modificando ao longo do tempo.
Alguns mais espertos recorrem à ciência astral ou aos recursos da magia, erguendo á sua volta poderosos campos magnéticos de concentração molecular, o que pode retardar o processo de ovoidização, mas é mpossível burlar a Lei. Somente através da reencarnação o espírito que perdeu sua forma física espiritual poderá plasmá-la novamente de forma duradoura. Quando um espírito nesse estado mostra condições de continuar sua marcha evolutiva, será então conduzido a um útero, físico ou espiritual.
A gravidez espiritual, em linhas gerais, ocorre assim: os espíritos que já apresentam condições de serem ajudados passam por uma redução de sua forma ovóide, e são acoplados ao útero extrafísico de um espírito de psiquismo feminino. Haverá então um acoplamento áurico entre ambos. A matriz do útero materno perispiritual, juntamento com os modelos mentais da mãe desencarnada, irá moldar novamente a forma humana ao ovóide, em outras palavras, irá gerar um novo perispírito, tal como na gravidez material é gerado um novo corpo físico para o espírito.
São escolhidas para essa tarefa recentes mães desencarnadas. Embora esse fenônemo pareça muito fantástico, não é raro de ocorrer. Muitas vezes, acontecem em mulheres encarnadas, e resultam nas gestações psicológicas. Depois desse processo, aí sim o espírito estará apto para reencarnar num corpo humano novamente. Essas entidades podem ser perigosas, pois se transformam em vampiros astrais, buscando seres com afinidades para estabelecer sintonia, num processo conhecido como simbiose.
São muito utilizados nos casos de obsessões complexas e graves, por espíritos obsessores que os colhem no plano astral e os enxertam no perispírito de suas vítimas.

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