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terça-feira, 24 de maio de 2016

Epilepsia

A epilepsia pode se originar de uma lesão neurológica proveniente de um parto por fórceps, por hipóxia (falta de oxigenação cerebral) por conta da asfixia do cordão umbilical, ou mesmo de uma febre altíssima. O uso abusivo de álcool e drogas, além de outras doenças neurológicas, também pode gerar a doença. Mas, em muitos casos, a causa da doença é desconhecida, pode ocorrer também de o paciente ter convulsões e ao fazer os exames os resultados darem normais.

Do ponto de vista psicológico, as crises epilépticas provocam seqüelas na criança deixando-a insegura, por conta da discriminação que sofre, bem como a excessiva superproteção que os pais dão ao filho pelo temor dele se machucar com as crises convulsivas. Essa superproteção dos genitores pode torná-lo um adulto inseguro, isolado e recluso.

Na T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral, constatei que existem três fatores que levam um paciente a ter um determinado problema:
a) Interno (Psicológico): O problema é resultado de experiências traumáticas ocasionadas na vida atual (infância, nascimento, útero materno) ou em vidas passadas;
b) Externo (influenciação espiritual obsessora): Neste caso, o problema é ocasionado pela ação perniciosa de um obsessor - ser desencarnado, desafeto do passado do paciente;
c) Misto (Interno + externo): É provocado pela experiência traumática do paciente e agravado por um ser espiritual obsessor (popularmente conhecido como encosto. O termo foi assim denominado pela sabedoria popular pelo fato desse ser espiritual ficar encostado no paciente. Daí é comum o paciente sentir constantemente a nuca, os ombros e as costas pesadas, travadas e doloridas).
Desta forma, na minha experiência com pacientes que sofrem de epilepsia, os fatores psicológicos e/ou espirituais devem sempre ser tratados.

Portanto, em alguns casos, a doença é cármica, fruto de erros cometidos pelo paciente no passado. Em outros, é provocada pela ação nefasta de um obsessor espiritual que, movido pelo ódio, desejo de vingança por ter sido prejudicado pelo paciente no passado -seja desta ou de outras vidas-, ocasiona as suas crises convulsivas. 

Veja o caso de uma paciente, que desde os 15 anos perdia subitamente a consciência, ou seja, se achava fora do ar e, após isso, ficava depressiva, angustiada, sentindo um aperto no peito, um mal-estar no plexo solar, ficava sem apetite e sentia falta de vontade de viver.

CASO CLÍNICO:
PERDA SÚBITA DA CONSCIÊNCIA.
MULHER DE 40 ANOS, SOLTEIRA.

A paciente veio ao meu consultório querendo entender por que desde os 15 anos perdia subitamente os sentidos (fração de segundos) e, após isso, ficava transtornada, angustiada, queria morrer.
Após dois, três dias, essas sensações físicas e sentimentos passavam e a paciente voltava ao seu estado normal.
Houve épocas em que a paciente desmaiava constantemente (desmaiava na rua, no metrô e acabava parando no pronto-socorro).
Quando tinha crises convulsivas, caía e salivava (chegava a morder a língua). 
Sua mãe teve um parto complicado e a paciente nasceu roxa, com dificuldade de respirar.
Fez todos os exames médicos necessários (ressonância magnética, eletroencefalografia, eletrocardiograma, etc.) e todos os resultados deram negativo.
Ao regredir me relatou: 
Vejo um lago e, em volta, flores, muito verde. Sou branca e os meus cabelos são pretos, encaracolados. Estou vestida de noiva, mas a roupa é bem rodada, de uma época antiga. Sou jovem, devo ter uns 20 anos. Ando pelo gramado, em volta do lago. No fundo, do outro lado do lago, vejo um castelo com várias janelas.
Estou parada na beira do gramado, olhando o castelo e vejo também luzes espirituais refletindo n’água do lago.
Aquela sensação de mal-estar, angústia, aperto no peito estão vindo... São as mesmas sensações que sinto hoje após perder momentaneamente a consciência.
A impressão é que estou sempre vestida de noiva e a água do lago é escura, mas não suja, ou seja, o fundo é escuro, mas a superfície é clara, é limpinha.
Agora me joguei, mergulhei no lago. Do fundo consigo ver o castelo refletido n’água. Não sei por que me atirei no lago (pausa).
Vejo uma mulher do outro lado do lago, próximo do castelo. Ela me olha parada, sem falar nada. Ela veste uma roupa estampada, cabelos compridos e presos.
Ela me estende a mão, quer que eu atravesse. Está escuro, é noite, mas aquelas luzes espirituais estão iluminando o lago (pausa). 
Agora saí do lago e sentei na grama, voltei para o mesmo lugar que estava, não consegui atravessar. Tenho a impressão (paciente intui) de que se atravessar esse lago vou me curar, me libertar de meu problema.

Na sessão seguinte, a paciente me relatou:
Vejo novamente aquele lago, e a mulher do outro lado. O lago nos separa.

- Pergunte quem é ela...– Peço à paciente.
Ela me diz que é a minha mentora espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual, também chamada de anjo da guarda na nomenclatura católica, e guia espiritual na umbanda e candomblé).

- Pergunte se ela tem algo a lhe dizer em relação ao seu problema, essa perda súbita de consciência... – Peço novamente à paciente.
Ela diz que a causa vem dessa vida passada em que quis me suicidar, mas que na hora desisti. O mal-estar que hoje sinto no estômago (plexo solar) vem dessa vida passada em que quis me matar, me atirar do alto daquele castelo que vi do outro lado do lago. 

- Pergunte à sua mentora espiritual por que você pensou em se matar? – Peço à paciente.
“Ela diz que fui abandonada pelo meu noivo no dia de meu casamento. Ele me deixou por outra mulher, fiquei esperando no altar e ele não apareceu. Desesperada, subi no alto do castelo, fiquei no parapeito da janela olhando para baixo, queria me atirar no lago. A minha mentora diz que trago essas sensações ruins no meu perispírito (envoltório semi-material do espírito).
A angústia, a falta de vontade de viver, o aperto no peito, a perda súbita dos sentidos que acometem na vida atual são resquícios que senti na hora em que ia me jogar do alto do castelo. Ela me esclarece também que não me suicidei nessa vida passada porque não sou um espírito suicida.
Após desistir de me suicidar, fiquei angustiada e sem vontade de viver, e isso continua até hoje na vida atual. Eu vivi sozinha, não me interessei mais por nenhum homem”.

Na sessão seguinte, a paciente me relatou: 
“A minha mentora espiritual está me estendendo à mão do outro lado do lago, diz que preciso atravessar para me libertar de meu passado, indo ao encontro dela. Ressalta que, se eu atravessar o lago, vou me libertar dessa experiência traumática (pausa).
Agora estou dentro do lago com o mesmo vestido de noiva, todo molhado. Estou atravessando... (paciente fala chorando).


Saio meio curvada por conta do peso do vestido, meu cabelo está todo molhado, solto... Estou andando muito devagar... Agora me encostei ao paredão do castelo, ele é bem alto, íngreme, e a minha mentora espiritual me vê lá de cima. Ela me jogou uma flor branca, que se “transforma” numa árvore. Estou “subindo” os galhos da árvore e chego ao alto do castelo. De cima, vejo agora o lago, me sinto aliviada porque consegui sair dele”.

- Pergunte em pensamento à sua mentora por que você teve que atravessar esse lago? – peço à paciente.
“A minha mentora espiritual me esclarece que quando ia me suicidar, eu iria cair naquele lago. Então, o meu espírito ficou preso a ele. Mas afirma que agora estou livre, me libertei de meu passado”.

No final do tratamento, a paciente me disse que não estava mais sentindo aquela angústia, aperto no peito, depressão, vontade de morrer, pois a perda súbita de consciência havia desaparecido.

Osvaldo Shimoda

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