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sábado, 16 de abril de 2016

Os Chakras e o Processo Mediúnico


O processo mediúnico não se dá simplesmente no campo material. Envolve todo um complexo sistema com os múltiplos corpos que o ser humano possui, assim como os seus centros de força ou como são mais conhecidos: Chakras.

Os Chakras, do sânscrito Roda, são os pontos localizados no corpo etérico – duplo-etéreo – e que conectam, através de fios ou cordões energéticos tanto o corpo material quanto o corpo espiritual. Vamos contextualizar a situação dos corpos que o ser humano possui.

Possuímos ao todo sete corpos, do mais denso ao mais sutil são: Material, Duplo-etéreo, Astral, Mental Inferior, Mental Superior, Búdico e Átma. Kardec simplificou esse sistema subdividindo-o em apenas três: Material, Perispírito e Espírito, sendo que o corpo material compreenderia tanto o corpo físico e o duplo-etério, o perispírito compreende o corpo astral, mental inferior e mental superior e o espírito compreendeo corpo búdico e o átma.

No processo mediúnico devemos nos focar no corpo astral (perispírito), no duplo-etéreo e no corpo material. Os Chakras como conhecemos estão localizados no duplo-etéreo e encontram seus correspondentes no corpo astral – chamados de parachakras – e no corpo material, pelas glândulas endócrinas.

Existem centenas, se não milhares, de chakras por todo o sistema energético humano, porém os principais são os sete maiores, que se encontram mais ou menos alinhados com a nossa coluna vertebral, são: Básico, Sexual, Umbilical, Cardíaco, Laríngeo, Frontal e Coronário. Alguns desses ainda acabam recebendo outros nomes, por exemplo: Básico também conhecido como Kundalini, Sexual também conhecido como Sacro ou Esplênico em alguns sistemas e Umbilical conhecido como Plexo Solar.

Durante o processo mediúnico, em transe, permitimos que a entidade que irá se manifestar aproxime seu campo vibratório do nosso duplo-etéreo e corpo astral. No caso o espírito não irá dominar a sua matéria, mas irá através da manipulação dos parachakras e chakras manifestar as suas vontades através dos aparelhos envolvidos. O Espírito desencarnado não possuí mais duplo-etéreo, que seria o veículo intermediário entre o mundo espiritual e material, apesar de ser muito sutil ainda é feito de alguma espécie de matéria de vibração menos densa que o corpo material.

O espírito comunicante depois de se familiarizar do espaço vibratório do médium começa a conectar seus centros de força aos do médium, no exemplo mais clássico temos o médium fonador ou de psicofonia. O Espírito irá dominar o chakra laríngeo do mesmo e manifestará sua voz através deste artifício, em alguns casos também irá conectar ao sacra frontal onde sugestionará as palavra ao médium que falará com sua própria voz.

Apesar de acreditarmos que os chakras para comunicação dos espíritos se resumem aos superiores (laríngeo, frontal e coronário), muitos outros estão envolvidos. O chakra básico é controlado, permitindo que o médium mantenha o transe enquanto suas funções biológicas se mantém estáveis e as funções basais operantes, por isso que muitos médiuns em transe perdem a noção do tempo, não sentem necessidade de usar o toalete e não sentem frio, calor, fome, sono ou sede. Além disso é extraída a energia telúrica e armazenada nutrindo as funções mais densas do corpo, inclusive a doação de energia ectoplásmica para os necessitados. O chakra sexual também sofre certa excitação, que nada tem a ver com o processo sexual em si, mas é um processo criativo e de nutrição. O plexo solar é o centro comandante das emoções, conhecido também como pequeno sol, sendo manipulado como usina geradora, transmutadora e absorvedora sobre a irradiação do espírito comunicante.

O chakra cardíaco é o controle do corpo emocional e também acaba envolvido, por onde os espíritos acabam manifestando suas emoções, sentimentos e a empatia. Além destes ainda o contra-chakra do frontal, localizado na nuca e também o chakra umeral, que se localiza entre as escápulas, no meio das costas. Esses dois chakras são importantíssimos para a comunicação mediúnica, sendo sempre os primeiros a serem conectados com os centros de força do espírito mentor.

Outros chakras que são muito utilizados no processo mediúnico são os das palmas das mãos (palmares) e da planta dos pés (plantares). Aqui iremos encontrar várias discussões e informações, conforme a doutrina de cada um, porém vou relatar o que me foi passado pelos meus guias e os mentores aos quais tive contato.

Os chakras palmares tem polaridades conforme gênero, orientação de escrita e também através da convenção mental. Se localizam no centro das palmas das mãos e pode ser atribuída polaridade negativa ou absorvedora ao chakra da palma esquerda e polaridade positiva e irradiadora da palma da mão direita. Essa orientação pode inverter caso o médium seja canhoto, seja mulher ou ele tenha a convenção mental contrária. Porém ele pode manifestar a mesma polaridade conforme lhe convir, através da visualização, pois em alguns casos é necessário irradiar as energias – como nos passes – com as duas mãos e em outras é necessário retirar as energias densas – como no descarrego – com as duas mãos.

Os chakras plantares – dos pés – seguem o mesmo princípio, porém pela tradição somos levados a ver os chakras das palmas das mãos mais como irradiadores (pois é através de onde são dados os passes) e os das solas dos pés como descarregadores (uma função de grounding ou como fio-terra). Geralmente descalças as entidades acabam por absorver as energias negativas e deletérias pelas palmas das mãos e descarrega no chão através dos pés, onde essa energia irá até o centro telúrico e se transmutará. O inverso pode ocorrer também, retirando como uma sonda a energia da terra pelos pés e canalizando ela através das mãos, dos assopros e até mesmo do olhar.

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