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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Exú Veludo:


É assistente imediato do Exu Tranca-Ruas.Obedece á Ogum com ligação com Xangô. Trabalha muito com Exu Meia-Noite que obedece a Xangô com ligação a Ogum.
Sua forma astral é na forma de um cavalheiro ricamente vestido, aparecendo entretanto como característica dissonante de sua personalidade.
Veste-se elegantemente de vermelho e preto, também com capa nessa cor.
Bebe todos os tipos de bebidas finas e fortes e fuma charutos de boa qualidade.
A origem do nome é bem antiga, do tempo em que as pessoas de fala mansa, calma, tranquila, eram lembradas como: "tal pessoa é um veludo no falar".
Portanto, a onomatopeia da voz desse Exu se confunde com uma qualidade de voz aveludada.
É comum a lembrança sempre da última encarnação, num espírito caído e renascido das trevas. Mas seria impossível contar esta história sem lembrar de duas últimas reencarnações... Vamos chamá-lo de Veludo, desde já, pois não fui autorizada a revelar sua verdadeira identidade. Ocupava um dos mais altos postos entre os soldados de Roma, tinha trinta anos quando presenciou a Paixão e Morte de Cristo. Pena? Quase nenhuma, tinha um ódio sem razão que crescia a cada dia do povo judeu. Não se abalou com a comoção e nem com o sofrimento do Inocente.
Durante vários anos continuou a perseguição implacável aos cristãos, matava por prazer, sentia o gosto do sangue em sua boca e isto lhe fazia chegar ao ápice da glória. Morreu aos setenta e cinco anos, sozinho e leproso. O corpo totalmente deformado, mas a mente sempre perversa. Ficou por muitos séculos, pagando em outras esferas, seus débitos aqui contraídos. Sofreu muito, se redimiu e por volta de 1900 teve a oportunidade de reencarnar na Alemanha, filho de um Oficial do Exército e de uma dona de casa. 
Veludo sempre foi muito calado e tímido, extremamente inteligente, tinha uma paixão por armas de fogo, confeccionava-as com pedaços de madeira, galhos de árvores e depois com pedaços retorcidos de metal. Passava horas admirando as antigas armas do pai. Assim que pode se alistou no Exército, era apaixonado por isto. Se tornou um dos mais fiéis e dedicados membros da Corporação. Seu comportamento agressivo foi se aflorando. Matava animais com muita vontade, seus olhos brilhavam de prazer. Estoura a II Guerra Mundial. Veludo, agraciado por seu comportamento exemplar torna-se o homem de confiança de Adolf Hitler. 
Estava casado há quatro anos e tinha três filhos. A partir deste momento, a violência e a revolta contra os judeus explodiram na mente do soldado. Cometeu todas as espécies de barbárie.. Praticava tiro ao alvo da janela de seu quarto com crianças e mulheres judias presas nos campos de concentração. Estourava miolos de pais na presença de filhos, mulheres na presença de maridos e sentia o prazer de matar crescer a cada dia. Vibrava com cada vítima que chorava, esperneava e implorava pela vida. Até que entre as mulheres que iriam para a câmara de gás, um par de olhos muito azuis, chamaram sua atenção. 
Era uma judia russa que estava prestes a morrer. Sem conseguir explicar o porque, Veludo se apaixonou. E se odiou por isto, amava e odiava com a mesma intensidade. Ele simplesmente não conseguia ser bom. Separou a moça nua das outras e levou-a para seus aposentos. O amor era violento, selvagem, misturava-se com o ódio que sentia por aquela mulher ser judia. Por dez dias, alegando estar adoentado, recolheu-se com a moça judia. Quanto mais a amava, mais seu ódio crescia. 
Seviciou, abusou, e fez com que a moça sofresse toda a sorte de humilhações, até que a matou. Corroia-se de amor, de ódio e de remorso. Ficou mais violento mais amargo e mais cruel. Com o fim da II Guerra os militares alemães foram perseguidos e capturados. Veludo conseguiu fugir, pediu ajuda a sua esposa que o escondeu em uma velha casa da família. Informada das atrocidades praticadas pelo marido e da traição, cega de ciúme entregou-o aos soldados inimigos. Juntamente com outros oficiais alemães, foi colocado em um paredão e recebeu vários tiros, depois foi jogado em uma vala muito funda, porém não morreu imediatamente, ficou muitos dias, coberto com os outros mortos, se asfixiando aos poucos, quanto mais força fazia para respirar, mais sentia a podridão humana, o sangue fétido e o cheiro de morte. 
Morreu. A sensação que tinha era que se afogava no lodo, que cheirava forte, e quase o impedia de respirar. Bem...Este sofrimento na esfera mais negra da existência vamos deixar para uma outra parte da história. Passado mais de quarenta anos, Veludo foi resgatado de seu sofrimento por Sr. Ogum Rompe Mato.
Tem muitos conhecimentos sobre feitiços que se fazem utilizando panos,tigelas, agulhas, pembas e outros ingredientes.
Abre os caminhos e limpa trabalhos negativos feitos nos cemitérios.
Gosta de um bom whisky e grossos charutos.

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