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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Obsessão: o que é? De onde vem? Como termina?



ob•ses•são 
(latim obsessio, -onis, cerco, assédio, bloqueio, perigo iminente)
substantivo feminino
1. Importunação perseverante.
2. Perseguição diabólica.
3. Ideia fixa.
4. Preocupação contínua.
5. [Espiritismo]  Interferência ou influência, geralmente negativa, exercida por um espírito sobre outro.
Confrontar: obcecação.

Para além do significado do termo Obsessão, deixamos aqui umas breves notas, pois tratasse de um tema bastante vasto e complexo, que vale a pena estudar de forma mais detalhada uma vez que interagimos incessante mente com os nossos companheiros do Plano Espiritual, aliás, Plano ao qual todos nós pertencemos e para onde retornaremos após deixarmos o corpo físico.

Kardec reserva o cap.XXIII do livro dos Médiuns apenas para tratar este tema.
 
"Quanto mais se estudem os transtornos obsessivos, mais fáceis se tornam o entendimento e a elucidação das complexidades de que se revestem, em razão das ressonâncias fisiológicas, psicológicas e mentais que lhes são defluentes.


Tendo-se em vista que o obsidiado  é sempre um Espírito enfermo, que se encontra incurso em graves comprometimentos em relação às Soberanas Leis da Vida, as aflições que lhe são impostas por aqueles que o perseguem podem dar lugar a processos de lesões orgânicas, assim como de ocorrências psicossomáticas, sem a presença de danos físicos.

Sempre que se estudam as patologias obsessivas, logo ocorrem à mente aquelas de natureza psíquica, mais fáceis de se manifestar em razão da ocorrência mais simples do fenómeno telepático entre o agente e o paciente. Nada obstante em razão da plasticidade do perispírito, que assimila as vibrações das diferentes correntes de energia, a insistência da onda mental sobre a vitima atual termina por produzir equivalência de sintomas em relação o agente desencarnado."

"Mediunidade: Desafios e Bençãos",psicografia Divaldo Franco, Espírito Manoel Philomeno de Miranda

A cura da obsessão depende principalmente do obsedado, do esforço que faça pelo próprio crescimento e iluminação, a começar pela sua reforma intima, praticando o "vigiai e orai". Usando o exemplo de Jesus Cristo, fazendo como ele nos ensinou, "Amai ao próximo como a ti mesmo" e "Amai os vossos inimigos". Ao desenvolver o amor nos seus pensamentos, sentimentos e ações, transformando-os numa constante da prática diária e nas suas atitudes, estará elevando a própria frequência vibratória, fugindo á sintonia que tinha com o espírito obsessor.

"O espírita tem ainda outros motivos de indulgência para com os inimigos. Porque sabe, antes de qualquer coisa, que maldade não é o estado permanente do homem, mas que decorre de uma imperfeição momentânea, e que da mesma maneira que a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mal reconhecerá um dia os seus erros e se tornará bom.(...) Ele dá, por conseguinte, uma razão de ser efetiva e uma utilidade prática ao perdão, bem como à máxima de Cristo: Amai os vossos inimigos. Não há coração tão perverso que não se deixe tocar pelas boas ações, mesmo a contragosto. O bom procedimento não dá pelo menos, nenhum pretexto a represálias, e, com ele se pode fazer, de um inimigo, um amigo antes e depois da morte. Com o mau procedimento ele se irrita, e é então que serve de instrumento à justiça de Deus, para punir aquele que não perdoou." (E. S. E. Cap. XI item 5 "Amar aos inimigos").



"Não temas as provas de hoje.
Supera o mal com o bem.
todos temos um amanhã.
No entanto, porque o futuro nos pertença
não menosprezes o momento de agora.
Se sofrestes desgostos
não lhes conserves os remanescentes no coração.
Esquece afrontas e ofensas.
O perdão desata quaisquer algemas
entre vítima e agressor.
Serve sempre.
Não cultive enfermidades imaginárias,
nem te amofines por aflições
que talvez não chegues a conhecer."
"Emmanuel"




Fonte: Associação Espírita de Évora

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