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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Conversão

 


O processo religioso ou o fenômeno religião é de natureza humana, ou seja, homens e mulheres que criam conceitos e formas sobre O Alto. Atrás do quesito humano temos espíritos que possuem missão coletiva de agregar valores e "criar" um mecanismo para conduzir outros espíritos no campo da fé. Um caminho que tem acesso tanto pra cima quanto para baixo. 
As religiões mais antigas (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo) ditam as regras de comportamento e conduta de seus fiéis. O dogma também é presente, com a condição de mostrar os "limites". 
A Umbanda por si só não é dogmática, não existem proibições, mas cada casa tem o seu corpo de regras, condutas e maneiras de trilhar o trabalho espiritual. O iniciado ou iniciante tem acesso, ou deveria ter, a informação, seja ela oral ou escrita. Cada casa por si mesma produz teologia, conceitos e parâmetros. Temos nesse ponto uma situação de conflito que muitas vezes gera desgastes e desentendimentos. O que uma casa julga por certo ou bem feito, pode ser visto por outra casa como errado e mal feito. Daí surgem às tais escolas: Umbanda isso, Umbanda aquilo...E no final das contas estamos administrando diferenças humanas. 
Mas deixo isso para um outro texto. Dentro dessa idéia temos a função da religião: dar amparo, estrutura e sentido a vida do religioso. Sim, dar sentido! Esse processo ocorre em várias frentes, da doutrina que orienta até ao papel energético da religião. Absorvemos qualidades dentro do campo religioso. A religião em sim e seus atributos começam a preencher o nosso corpo energético, equilibrando, harmonizando e completando o nosso interior. 
Com esse sistema em prática podemos entender a conversão como uma necessidade. Depois de um determinado tempo, o indivíduo está saturado por aquele complemento e tem a necessidade de migrar, mudar e absorver outras qualidades. Muitas vezes tal procedimento não é visto com bons olhos. Afinal que nunca viu um irmão kardecista comentar: 
- Sabe fulano de tal?! Foi pra Umbanda... 
Ou o próprio Umbandista que diz: 
- Lembra de ciclano?! Virou crente... 
É importante salientar que não estou colocando isso de forma pejorativa. No caso do crente -Aquele que crê- todo mundo é, ou crê em algo! 
Deus se manifesta no todo, do micro ao macro, não importa a mudança de nome ou a forma de culto. Precisamos aprender a interpretar a conversão como um ato necessário. Um verdadeiro reciclar da religiosidade, em que o respeito e a compreensão devem ser imperativos. 
Tudo se renova, muda e transforma! Sejamos mais tolerantes, todas as religiões são degraus da grande escada do Criador.

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