Páginas

Chat


Get your own Chat Box! Go Large!
Tenham bom senso e responsabilidade com o que está sendo dito, com bom uso e principalmente, tendo em mente que TODOS deverão ser respeitados em suas diferenças, inclusive de opinião. Assim, nenhum usuário precisará ser bloqueado. O conteúdo da conversa, deve ser relacionado aos temas do blog.
É proibido o uso de nicks com nomes de Entidades, Cargos do Tipo Pai, Mãe, Ogan etc. ou Orixás, ou nicks considerados como insultuosos ou ofensivos.
É proibido insultar ou ofender qualquer utilizador deste chat. Respeite para ser respeitado.
Não informe dados pessoais na sala de chat, tais como E-mail,
Nº de telefone.
Esse tipo de informação deve ser em conversa privada com o membro, pois o Blog não se responsabiliza por quaisquer dano e/ou prejuízo.
Ao menos uma vez por semana, estarei presente e online para quem quiser conversar, compartilhar algo e/ou trocar idéias.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

As 7 Igrejas do Apocalipse e os 7 chakras principais


I- Introdução
O Livro “Apocalipse”, do Novo Testamento, contém a “Revelação de Jesus Cristo” que foi registrada pelo apóstolo João, numa linguagem altamente simbólica. A palavra “apocalipse” significa “revelação” (do grego “Apokalypsis”). 
O apóstolo João conta que estava na ilha de Patmos, quando “foi arrebatado no Espírito” [entrou em transe mediúnico] e ouviu “uma grande voz, como de trombeta, que dizia: Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro; E o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásiaa Éfeso, e a Esmirna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia (Apocalipse 1:10-11)”. Virando-se para ver quem lhe falava, João teve uma visão: Jesus aparece cercado de 7 castiçais de ouro e carregando 7 estrelas na mão direita”. Então, Jesus lhe diz que “as 7 estrelas são os anjos das 7 igrejas”, e que “os 7 castiçais são as 7 igrejas” (Apocalipse 1:12-16, 20). 
As 7 Igrejas localizavam-se em cidades dominadas pelo Império Romano, na Ásia Menor ocidental, região que corresponde à atual Turquia.
O Cristianismo estava nascendo. E as 7 Igrejas enfrentavam problemaspara Éfeso, Pérgamo e Tiatira o problema maior era não se deixar envolver pela “falsa doutrina”; para Esmirna e Filadélfia era a perseguição romana; para Sardes e Laodicéia era o risco do enfraquecimento da fé diante das dificuldades e das ilusões do poder material. Cada Igreja recebe, então, uma “Carta” com recomendações específicas de Jesus.
Ainda hoje, essa “Revelação” às vezes é interpretada como “um aviso de fim de mundo” deixado por Jesus diretamente aos cristãos daquela época e, por extensão, para os cristãos da atualidadeEles precisariam decifrar aquela linguagem simbólica para cumprir os Ensinamentos de Jesus e serem “salvos”. 
Porém, mesmo que se entenda que Jesus falou apenas para os adeptos do Cristianismo nascente, será preciso interpretar tais símbolos com base no que eles significavam para os cristãos do século I― quando a mensagem foi recebida por João―, conforme explica RAYMOND E. BROWN, na sua obra “INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO”, Ed. Paulinas. A partir daí, essa interpretação precisará ser adaptada, para que o Livro seja significativo também para os cristãos da atualidade (Obra citada, 2004, página 1015). Exemplo: As 7 Igrejas enfrentavam a perseguição de Roma, fato que não acontece nos dias atuais. Na atualidade, essa “perseguição” teria outro sentido, podendo ser comparada talvez aos problemas frequentes relacionados com a intolerância religiosamas esta não acontece apenas contra aos cristãos e, infelizmente, se verifica até entre grupos que se intitulam ”cristãos”... 
Pois bem.
Jesus é um Mestre que visitou a humanidade.
Com todo o respeito pelas interpretações de que Ele teria se dirigido apenas aos cristãos, precisamos lembrar que há outras correntes Espiritualistas (não necessariamente ligadas a uma religião cristã), que recebem aquela “Revelação” num sentido mais amplo. Porque as palavras de um Ser tão elevado como Jesus normalmente significam mais do que o sentido literal do texto. São palavras que se aplicam a qualquer tempo, justamente porque não trazem “verdades particulares” de um grupo, mas que podem ser aplicadas à vida de qualquer pessoa, em qualquer momento histórico. São palavras que indicam um caminho de libertação das ilusões próprias do Ser encarnado, cuja memória de existências anteriores é apagada no momento da encarnação (para que o Ser aproveite integralmente a nova oportunidade de crescimento e evolução).
Por isso, peço a licença de todos para propor uma reflexão, no sentido de se verificar como aquele trecho do Apocalipse poderia ser relacionado com os 7 chakras Maiores, dentro da Umbanda. Não tenho grandes conhecimentos no assunto, mas a vontade de estudar tudo o que se refere ao processo de evolução do Ser humano me leva a essa atitude arriscada e atrevida... Então, vamos lá.
No caso específico da Umbanda, sabemos que ela é uma religião Universalista e sem dogmas. Os Mentores e Guias que nela atuam representam as várias religiões, tradições e filosofias que surgiram na Terra, no decorrer do tempo, algumas até já extintas. E podemos dizer que a Umbanda é também uma religião cristã. Tanto ela é cristã, que há um sincretismo entre o Orixá Oxalá e o Mestre Jesus Cristo. Oxalá não é Jesus; nem Jesus é Oxalá. Mas Jesus tem Qualidades de um Oxalá do Amor: Ele ensinava a Fé e o Amor como Caminhos de libertação e cura.
Assim, no meio Espiritualista atual, inclusive na Umbanda, pode-se fazer uma analogia entre as “7 Igrejas” (os sete templos construídos pelos primeiros cristãos) e o ”templo interno” ou a essência Divina de todos os Seres criados por Deus.
Os templos “de pedra” erguidos por mãos humanas perecem.
Mas o “templo interno” que nós temos preexiste e subsiste às coisas materiais.
Esse “templo interno” corresponde à Presença Divina em nós, inclusive por meio das Energias Divinas absorvidas pelos nossos 7 chakras MaioresCoronário, Frontal, Laríngeo, Cardíaco, Esplênico, Umbilical e Básico.
Cada chakra Maior está ligado a um Sentido da Vida, sob a regência de um Orixá Maior (Trono de Deus), e trabalha em harmonia com os outros chakras, absorvendo a Energia Divina característica daquele Sentido, para irradiá-la aos demais. Isto nos proporciona 7 Caminhos de Evolução e Prosperidade.
O Coronário está ligado ao Sentido da Fé, regido por Oxaláo Frontal, ao Sentido do Conhecimento, regido por Oxóssio Laríngeo, ao Sentido da Lei, regido por Ogum; o Cardíaco, ao Sentido do Amor, regido por Oxum; o Esplênico, ao Sentido da Evolução, regido por Obaluayê; o Umbilical, ao Sentido da Justiça, regido por Xangô; e o Básico está ligado ao Sentido da Geração, regido por Yemanjá.
O trabalho harmonioso dos 7 chakras Maiores capta e irradia tais Energias,  orientando a formação e nutrindo o funcionamento dos nossos órgãos corporais, de forma contínua e permanente, sob o comando do Espírito.
Somos Espírito/mente/corpo, tudo funcionando de forma interligada e integrada, como num sistema.
O Espírito é o princípio inteligente, a nossa essência Divina. Somos imagem e semelhança de Deus no Espírito.
O corpo físico serve de vestimenta e de instrumento para que o Espírito se manifeste no Plano material.
E ligando o Espírito ao físico temos o perispírito (psicossoma, corpo etéreo, corpo astral ou duplo etéreo), uma combinação de elementos fluídicos (do Espírito) e de elementos materiais extraídos do meio onde o Ser vive.
Os chakras são centros de energia do perispírito. Seu pleno funcionamento depende do nosso equilíbrio mental e emocional. Eles se conectam a determinadas glândulas do corpo físico, captando e distribuindo aquelas Energias essenciais à vida e evolução do Ser encarnado, para dar-lhe condições de se adaptar ao Plano material, de aprender e aperfeiçoar-se, e de bem aproveitar cada encarnação. Dessa forma, o perispírito traz os comandos do Espírito para o corpo físico, ao mesmo tempo em que leva para o Espírito as sensações do corpo material.
Por isso, os 7 chakras Maiores podem ser compreendidos como os “7 templos internos do Ser” (“as 7 Igrejas”). E os Sagrados Orixás que os regem pode ser relacionados aos “7 anjos” ou “7 estrelas” referidos no Apocalipse.
Aplicada ao nosso “templo interno”― representado pelos 7 chakras Maiores, sob a regência dos 7 Tronos de Deus―, a “Revelação” de Jesus se perpetua, é sempre atual; contendo preciosas instruções de como fazer para mantermos em ordem e em pleno funcionamento esse incomparável “sistema alimentador” do nosso Espírito, mente e corpo físico.
Cada chakra Maior seria como “uma Igreja”, um “templo”, um “local” onde Deus está Presente em nós, e que deve ser respeitado, preservado, honrado e reverenciado, para que a nossa existência seja de permanente sintonia com o Pai-Mãe da Criação, a Fonte da Vida.
Trabalhando o equilíbrio dos seus 7 chakras, o Ser evolui e prospera nos 7 Sentidos da Vida. Como se subisse uma escada, a partir do primeiro chakra (Básico), até chegar ao sétimo (da Coroa).
Cada chakra também representa um “degrau dessa escada”, um estágio de aprendizado e aperfeiçoamento. E em todos eles nós recebemos o amparo direto do Orixá Regente daquele Sentido da Vida e de mais seis Orixás― confirmação da Presença de Deus em nós, nutrindo nossa caminhada nos Sete Sentidos da Vida. Temos aí “as 7 Igrejas” e os “7 Anjos”, a revelar a Presença Eterna do Criador na Sua Criação.

II- As 7 Igrejas e os 7 Chakras
No Livro Apocalipse, cada Igreja recebeu uma recomendação específica de Jesus. Vejamos a relação entre as 7 Igrejas e os 7 chakras e as recomendações do Mestre Jesus.

A primeira Igreja à qual Jesus se dirige é a de Éfesoà qual relacionamos o primeiro chakra: o Básico.
O chakra Básico capta as Energias da Terra, que irão nutrir os demais chakras e, ao mesmo tempo, permitir que o Ser encarnado busque satisfações, encontre alegria de viver a nova experiência (encarnar, vir à Terra), para continuar evoluindo.
O Básico está diretamente conectado, por um eixo vertical, ao chakra da Coroa (o sétimo chakra, em ordem ascendente).
A ligação vertical Coronário/Básico traz as Energias do Espírito para o físico e leva as Energias da Terra para o Espírito, permitindo que o Ser consiga adaptar-se à experiência no corpo material e aproveitá-la de forma inteligente e útil ao seu progresso. O Coronário capta as Energias do Alto, que descem num movimento espiral e se depositam na base da coluna, formando algo como “uma reserva da Energia de Deus”, ali no chakra Básico.
Quanto mais o Ser adquire consciência da sua natureza Divina, mais ele consegue fazer uso das suas potencialidades como filho de Deus. Então, aquela “reserva” de Energias do Alto sobe pela sua coluna, também num movimento espiral, nutrindo e ativando todos os chakras, até alcançar o Coronário. É o que se chama de “o despertar da Kundalini”. A fusão dessas duas Energias (Céu/Terra) irá transformar e “divinizar” a experiência do Ser na carne. A Energia Kundalini (“Serpente da matéria”) despertará, e subirá pela coluna― agora como “Serpente da sabedoria”, porque o Ser adquiriu consciência e passa a fazer bom uso das suas potencialidades de filho de Deus―, para então transformar-se no “Dragão da Luz vivente”.
Apocalipse― Para Éfeso, Jesus recomenda que continue a praticar a paciência e a perseverança. E buscar a pureza, para poder “alimentar-se da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”. Istoéprecisarálivrar-se do excesso de materialismo, “não abandonar o primeiro amor”.
Essa recomendação serve para o chakra Básicoa impaciência e o excesso de materialismo desequilibram este centro de energia. “Não abandonar o primeiro amor” é uma advertência para que tomemos consciência de que somos Espíritos temporariamente vestidos de um corpo carnal, por isso não podemos nos entregar a excessos nem às ilusões do mundo material.

A segunda Igreja é a de Esmirna, associada ao segundo chakra: o Umbilical.
Nele, o Ser encarnado recebe Energias que o estimulam a uma ação mais consciente, a uma atuação no meio em que vive, por meio dos relacionamentos. Mas esse movimento precisa ser equilibrado, e as tentativas de se relacionar vão ensiná-lo a buscar tal equilíbrio. Ele começa a sentir as energias do ambiente e adquire uma mediunidade que poderíamos chamar de “instintiva” ou espontânea.
Apocalipse― A Igreja de Esmirna (palavra grega que significa amargo, amargura) foi elogiada por Jesus porque se manteve fiel diante das provaçõesEra rica no poder espiritual, embora enfrentasse “a pobreza” (isto é, dificuldades materiais)Mantendo esse equilíbrio, sua recompensa será “a coroa da vida, não sofrer a segunda morte”.
A recomendação aplica-se ao estágio evolutivo da ativação do chakra Umbilical, que representa a busca do equilíbrio ou da JustiçaPrecisamos aprender a nos relacionar e a viver de forma equilibrada, aproveitando as oportunidades de progresso de cada encarnação (não viver sem objetivos, “não passar pela segunda morte”). É um primeiro ensaio, o começo do nosso aprendizado no campo dos relacionamentos (a procura do outro, as primeiras trocas). O Umbilical também equilibra as energias que acumulamos no Básico, para depois levá-las ao chakra seguinte: o Esplênico.

A terceira Igreja é a de Pérgamo, associada ao terceiro chakra: o Esplênico.
Por meio dele, o Ser começará a buscar experiências mais salutares, para continuar evoluindo. Aqui, pela captação da Energia solar, acontece a transmutação dos desejos “inferiores” ou mais instintivos correspondentes às experiências vivenciadas nos dois chakras anteriores (Básico e Umbilical).
Depurando-se internamente, o Ser vai adquirir também uma sensibilidade maior, mais elevada. Vai procurar relacionamentos mais ajustados e saudáveis, tendo as emoções e sentimentos já mais equilibrados (atuação do Umbilical). Isto lhe permitirá um intercâmbio maior com os Seres da Luz (Guias Espirituais que servem à Lei e à Justiça Divinas), bem como uma capacidade mediúnica mais apurada.
Apocalipse― A Igreja de Pérgamo foi alertada para continuar livre da idolatria. Em volta dela se praticava a “idolatria” (crenças e valores morais e éticos não compatíveis com os ideais do Ser que pretende evoluir e prosperar), mas ela permaneceu fiel. Ser “fiel” equivaleria a aprender a separar o que é puro do que é impuro, o benéfico do prejudicial para a nossa essência DivinaE a recompensados vencedoresserá receber “o maná de Deus e uma pedra branca com o nome escrito”― significando maior sintonia com a Espiritualidade Superior e uma nova direção na vida, renovação, renascimento, transmutação.
Recomendação aplicável ao estágio de desenvolvimento atingido pelo despertar do chakra Esplênico: transmutação, renovação, cura dos estados enfermiços e desequilibrados. Este chakra purifica também as energias que o Ser carregava no Básico e no Umbilical, antes que subam ao chakra do Coração.

●A quarta Igreja é Tiatira, associada ao quarto chakra: o Cardíaco.
Depois da transmutação promovida pelo Esplênico, ao trabalhar o Cardíaco o Ser irá despertar para o amor-doação, a vontade consciente de voltar-se também para os outros sem esperar retribuição ou troca. Desperta nele o sentimento de amor que é capaz de perdoar e curar a si mesmo e aos outros, bem como a compaixão, a fraternidade, o desapego da matéria.
Apocalipse― Tiatira foi aconselhada a manter a prática do amor, para ter “autoridade sobre as nações” (“poder que Jesus recebeu de Deus”) e receber a estrela da manhã. Recomendação válida para o chakra CardíacoO amor harmoniza e equilibra nossas emoções, sentimentos e pensamentos.
O chakra do coração liga os centros superiores (Laríngeo, Frontal e Coronário) aos da parte inferior do nosso corpo (o Básico, o Umbilical e o Esplênico). Ao trabalhar este chakra é que experimentamos o amor-doação: um amor sublimado, que não espera a satisfação imediata (vivenciada no Básico) nem exige troca (relacionamentos vivenciados no estágio correspondente ao Umbilical).
Os sentimentos e emoções são transmutados no Esplênico, favorecendo as práticas mediúnicas voltadas para a curaJáno Cardíaco eles nos incentivam à doação, à prática fraterna do auxílio aos outros, inclusive no trabalho mediúnico. Trabalhando o equilíbrio do Cardíaco, temos o aprimoramento da mediunidade que favorece a cura, pela vivência do amor, porque assim também nos preparamos para receber melhor os estímulos superiores do Laríngeo, do Frontal e do Coronário.

A quinta Igreja é a de Sardes, associada ao quinto chakra: o Laríngeo.
Aqui, o Ser começa a se posicionar no meio social, com as qualidades adquiridas por meio da ativação equilibrada dos chakras anteriores. Nas suas palavras, buscará ser fiel à Lei e à Justiça Divinas; com os ouvidos, buscará aprender a ouvir os outros e a reter apenas as boas palavras; e seus atos precisarão refletir o grau de consciência já adquirido, para que ele seja preservado das tentações dos instintos primitivos. Através das suas expressões no meio em que vive, o Ser começa a perceber que suas palavras e ações interferem na realidade e podem modificar situações da sua vida. Aprende a dizer “sim”, quando é sim; e “não”, quando é não...
Apocalipse― Sardes foi advertida para despertar, e agir com firmeza e convicção (“... tens nome de vivo e estás morto”), a fim de poder “trajar-se com vestes brancas” e ter “seu nome inscrito no livro da vida”.
Essa recomendação tem aplicação ao chakra Laríngeo. Precisamos colocar em prática, em nosso dia-a-dia, os ensinamentos já recebidos pela ativação dos chakras anteriores. Caso contrário, seremos como “mortos”, uma coisa morna que não está nem lá nem cá (“ter o nome de vivo e agir como morto”...). Precisamos agir com firmeza e convicção, confiando em nossa essência Divina, para continuarmos evoluindo e prosperando.
 A sexta Igreja é Filadélfia, associada ao sexto chakra: o Frontal.
Aqui, o Ser começa a purificar seus pensamentos. Ele já fez a opção consciente pelo Bem; percebe que seus pensamentos geram energias criadoras; e quer viver em sintonia com a Luz. Mantendo pensamentos claros e saudáveis, conseguirá estar em conexão com a Mente Divina. Cada vez mais, irá buscar a expansão pelo Conhecimento; o que irá expandir igualmente suas capacidades extrassensoriais. Já aprendeu a amar a si mesmo e aos outros (chakra do Coração), sendo agora capaz de colocar seus conhecimentos a serviço do bem comum. Está numa rota de ascensão, em todos os aspectos. Consegue “ver” além das aparências, aprimorando seus dons mediúnicos.
Apocalipse― Filadélfia é comparada a uma “porta aberta que não pode ser fechada”, por causa da sua fidelidade à doutrina. Mantendo-se assim, Jesus lhe promete “fazer do vencedor uma coluna no templo do meu Deus”.
Essa recomendação vale para o chakra Frontal. Com a ativação do Frontal, pensamentos elevados passam a dirigir a vida do Ser, que se mantém mais conectado com a Mente Divina, atraindo para si mais e mais Prosperidade, em todos os aspectos. (A Flecha de Pai Oxóssi apontada para o Alto...).
A permanente sintonia mental com a Espiritualidade Superior vai despertando e ampliando nossas percepções extrassensoriais. Neste estágio de aprendizado, aprimoramos nossa mediunidade por meio do estudo das Energias presentes em toda a Criação, e ficamos mais habilitados para a prática mediúnica em favor de nós mesmos e do próximo.

A sétima Igreja é Laodicéia, associada ao sétimo chakra: o da Coroa.
Aqui, o Ser encarnado percorreu os seis degraus (ou caminhos de ascensão) sustentados pelos chakras anterioresChegando ao sétimo, correspondente ao Coronário, ele já está voltado para a Espiritualidade Superior, e quer religar-se com a Fonte da Vida. Nessa trajetória, acumulou experiências e conhecimentos que ficarão guardados no seu Espírito imortalde onde serão transmitidos ao perispíritofinalmente, essas “memórias” serão levadas pelo perispírito ao cérebro (corpo físico), depositando-se no inconsciente do Ser, para o enriquecimento da sua “bagagem” de aprendiz e caminhante da Luz. De modo que, ao reencarnar, aquele Ser virá munido de tudo quanto precisa para mais uma trajetória consciente rumo à evolução do seu Espírito, da sua mente e do seu corpo...
● Apocalipse― Laodicéia era a Igreja mais rica. Jesus a adverte para que não se iluda com a riqueza material: “Aconselho-te a comprares de mim outro purificado pelo fogo, para que enriqueças; e vestes brancas, para que te cubras e não apareçam as vergonhas de tua nudeze colírio, a fim de que possas ver” (...). “Estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele. (...). Farei o vencedor sentar-se comigo em meu trono, da mesma forma que eu venci e estou sentado com meu Pai em Seu Trono”.
A sétima recomendação é aplicável ao chakra da Coroa. A Luz Divina entra pelo Coronário. A verdadeira “riqueza” é a Energia Divina. Buscá-la, e estar aberto para recebê-La, e viver nesta sintonia, tudo isso faz do Ser um vencedor no Espírito e na matéria (no Plano onde estiver). É o sétimo degrau da escada da ascensão ou do caminho evolutivo dos Seres. “Jesus está batendo à porta”, mas nós precisamos aceitá-LO...
Pela ativação equilibrada do chakra da Coroa, podemos despertar para o significado elevado da nossa vidaconfiar na Presença Divina em nós e em toda a Criaçãoe sentir autoconfiança e autoestima; viver sem excesso de ansiedade e sem temores infundados; olhar para os outros e percebê-los como irmãos; respeitar as diferenças, compreendendo que elas são apenas aparentes, porque todos nós somos filhos do Deus Único; aceitar que cada um de nós vive num estágio particular de evolução, por isso nem sempre recebemos do outro aquilo que esperávamos; da mesma forma que nem sempre podemos doar aquilo que os outros esperam de nós...
A partir daí, compreendemos que tudo em nossa vida é passageiro, tudo são experiências que a Vida Maior nos concede para nos aprimorar. Ficamos mais protegidos das ilusões, despertando cada vez mais a consciência de que somos filhos de Deus.
Confiando na Presença de Deus em nós e em todas as coisas, elementos e Seres, nós ficamos cada vez mais fortes. Aproveitamos melhor a experiência da encarnação. Aprendemos a contribuir para a própria evolução, assumindo a responsabilidade por nossos atos, pensamentos, sentimentos e emoções. Finalmente, podemos cooperar para o progresso da coletividade. E conseguimos ser mais felizes e saudáveis, em todos os aspectos, porque estaremos, de fato, vivendo em comunhão com o Todo.

III- Conclusão
Esse texto tem por objetivo apenas propor uma reflexão sobre o tema abordado. Peço desculpas a todos pelas imperfeições que nele tenham encontrado. Mas eu avisei que sou apenas uma estudante curiosa e atrevida...
Espero que sirva como incentivo para que continuemos estudando sobre Espiritualidade, sobre todas as matérias relacionadas com a nossa evolução, inclusive sobre o que temos oportunidade de aprender e praticar dentro da Umbanda.
Muito obrigado a todos pela atenção e paciência...
Fiquem com Deus
Um forte abraço.

Nenhum comentário:

Postar um comentário