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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Qual a posição da Umbanda frente a fidelidade/adultério?

  

 A Umbanda, assim como prega o Ocultismo, é contra somente à promiscuidade e à troca constante de parceiros. Se uma pessoa busca sua satisfação sexual fora do casamento, é sinal de que algo não está se ajustando entre os dois.

O mais correto seria uma conversa a dois para resolver-se o problema. Caso a conversa não seja possível, é sinal de grande desgaste na relação. E se o desgaste chegou a um ponto tal, é sinal que o amor acabou. Se o amor acabou, consequentemente, a união acabou. A Igreja Católica é a única que une duas pessoas até que a morte as separe.

A Umbanda, como a maioria das religiões, une duas pessoas "enquanto o amor perdurar". Acabando o amor, a relação não mais sobreviverá e estará desfeita. Assim, a Umbanda não é contra diretamente ao adultério, mas o é na sua essência, pois é contra a uma relação que se sustenta sem o amor, pois que se há o amor, a relação se basta entre os dois.

Aqui retomamos à questão anterior, no tocante à troca de parceiros e à promiscuidade. Este sim, é o maior mal que um ser humano pode fazer a si mesmo. Destrói todo o seu corpo energético, com consequências danosas ao físico. Um ponto que não foi levantado, mas que também é importante de ser comentado, é a questão das diversas modalidades do ato sexual. Novamente, o que vamos encontrar no Ocultismo é a total liberdade de se usar o que tem, da forma que se quiser.


As únicas ressalvas são: qualquer ato de amor, e o ato sexual é um profundo ato de amor, só deve ser praticado quando ambos os parceiros estão em acordo com a prática; caso um dois parceiros não concorde, não deve-se forçá-lo. Isto sim, constitui uma falta gravíssima, pois se estará indo de encontro ao livre arbítrio de um ser humano. E o livre arbítrio é a coisa mais importante que existe. É a Lei mais séria a ser respeitada; evita-se a promiscuidade sob todas as suas formas; evita-se a troca de parceiros; deve-se procurar relacionamentos com pessoas do mesmo nível energético, de forma a não haver perdas, principalmente por parte da mulher, uma vez que é ela quem promove a recirculação energética durante o ato sexual.

Luiz Antonio Martins

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