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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Obesessão - Induzindo Crimes Bárbaros


Casos como o do “maníaco do parque” ou do estudante que abriu fogo em um cinema aparecem sempre na mídia, chocando a opinião pública. Mas até que ponto espíritos obsessores podem estar por trás destes crimes?



            Muitas vezes, quando nos deparamos com crimes bárbaros praticados por pessoas que julgamos insanas e calculistas, ficamos pensando no que ocorre em uma mente assassina, capaz de elaborar um plano homicida nos mínimos detalhes e com uma dosagem sádica que nos faz refletir sobre o porquê desses acontecimentos, do mal se sobrepor ao bem. Entretanto, como tudo tem uma explicação e vivemos em um planeta de expiação e provas, é certo que o mal prevalece devido às nossas imperfeições espirituais, pois ainda estamos em um processo evolutivo que, para alguns, é muito lento, pelo fato de não sabermos aproveitar as oportunidades que Deus nos oferece nas diversas reencarnações.

            Sabemos que uma infância conturbada, com abusos sexuais aliados ao meio social em que se vive, pode ser preponderante para influir na personalidade de uma pessoa a ponto de deixá-la psiquicamente desequilibrada. Juntando-se a isso os inimigos de outras vidas, sedentos de vingança contra os seus desafetos, chegamos a um quadro de obsessão capaz de destruir vidas.

            Não podemos ver essas atrocidades apenas pelo mundo físico, pois hoje, através de diversos livros espíritas, sabemos como a obsessão funciona. Assim, não devemos deixar de lado as observações que são feitas. Por mais que possamos ser criticados por outros que não pensam do mesmo jeito, a obsessão é um fato e predomina nesses assassinatos e crimes diversos que chocam a humanidade. Como temos o livre-arbítrio, cabe ao obsediado deixar ou não que o hospedeiro tome conta de sua mente de forma fatal.



“VOZES” EM COMUM

            Para analisarmos melhor a mente assassina aliada à obsessão, selecionamos três casos nos quais podemos ter o perfil dos criminosos e ver por outro ângulo os crimes que cometeram, os quais obtiveram grande repercussão em todo o país.



CASO 1: Francisco de Assis Pereira, conhecido como o “maníaco do parque”, que assassinou oito mulheres e estuprou outras cinco no Parque do Estado, na divisa entre as cidades de São Paulo e Diadema (SP), teve uma infância problemática. Ele teria sido molestado sexualmente por uma tia e manteve relações homossexuais com um ex-patrão. Em sua vida social, era considerado pelas pessoas ao seu redor como um indivíduo religioso e amável, incapaz de praticar qualquer mal. Com um QI acima da média e voz pausada, ele declarou que seus conflitos haviam formado seu “lado negro”. “Nunca contei isso para ninguém, nem para minha mãe. Eu tenho um lado ruim dentro de mim, é uma coisa feia, perversa, que não consigo controlar. Tenho pesadelos, sonho com coisas horríveis, acordo todo suado. Tinha noites em que eu não saía de casa, pois sabia que, na rua, iria querer fazer de novo, não me seguraria. Deito e rezo para tentar me controlar”, explicou Francisco em uma entrevista. Ele disse ouvir “vozes” que o induziam ao crime.

CASO 2: Mateus da Costa Meira, na época com 24 anos de idade, entrou em uma sala de cinema no Shopping Morumbi, em São Paulo (SP), e, com uma submetralhadora, atirou nas pessoas que ali estavam para ver o filme Clube da Luta. Estudante de medicina, ele vinha de uma família de classe média. Embora os pais o tratassem com muito carinho, Mateus mantinha um relacionamento frio e distante com eles, tratando-os com indiferença. Era uma pessoa irritada, depressiva, autoritária, paranoica e solitária, que, por vezes, consumia álcool e cocaína. Em uma entrevista, ele disse que, antes de cometer a chacina, foi ao banheiro do cinema e, depois de se olhar no espelho, não se lembrava de mais nada do que aconteceu. Afirmou também ouvir “vozes”.

CASO 3: Wedson Rosa de Morais, um brasileiro residente nos Estados Unidos, teve um acesso de fúria e, com 50 facadas, assassinou os avós de sua esposa, Gerald e Amélia Hunt, ambos com 79 anos de idade, ferindo também a sogra, Lois Miranda. Em seguida, tentou o suicídio, perfurando o próprio peito. O crime, motivado pela cobrança de uma dívida de 670 dólares, pelo pedido dos avós para que a neta se divorciasse dele e pela ameaça de perder a guarda dos dois filhos, à época com 5 e 7 anos, fez de Wedson o primeiro brasileiro a estar no “corredor da morte”, mas acabou condenado à prisão perpétua. Ao ser preso, alegou que uma força estranha tomou conta de sua mente, a qual denominou como “Neto”, que dizia se tratar de uma criança entre 8 e 12 anos. “Quando se apossa de mim, sinto que estou morrendo e o Neto vivendo”, descreveu. Na prisão, as “vozes” cessaram por um tempo, mas depois voltaram, só que, desta vez, Wedson afirmou que eram do demônio. “As vozes eram insuportáveis e ordenavam que eu me matasse”, contou. Transtornado, tentou novamente o suicídio, mas foi contido por um colega de cela.



DESEQUILÍBRIO ESPIRITUAL

            Esse é o perfil psicológico de três criminosos. O que eles têm em comum? Todos tiveram uma infância conturbada, aparentavam normalidade e eram amáveis em alguns casos. Sem exceção, declararam ouvir “vozes” e se sentiram tomados por uma força estranha. Na época dos crimes, os três estavam com idades entre 24 e 33 anos, ou seja, não eram adolescentes em busca de aventura. No caso de Wedson, que tentou se suicidar na sequencia dos homicídios, vale ressaltar que, nos Estados Unidos, país em que ele residia, 80% dos assassinos em massa tomam essa mesma atitude.



O QUE DIZ O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Capítulo IX

456 - OS ESPÍRITOS VÊEM TUDO O QUE FAZEMOS?

Podem vê-lo, pois estais incessantemente rodeados por eles. Mas cada um só vê aquelas coisas às quais dirige sua atenção, porque eles não se ocupam daquelas que não lhes interessam.

457 - OS ESPÍRITOS PODEM CONHECER NOSSOS PENSAMENTOS MAIS SECRETOS?

Conhecem, muitas vezes, aquilo que desejaríeis ocultar a vós mesmos. Nem atos, nem pensamentos podem ser dissimulados para eles.



459 - OS ESPÍRITOS INFLUEM SOBRE NOSSOS PENSAMENTOS E NOSSAS AÇÕES?

Nesse sentido, sua influência é maior do que supondes, porque, muito frequentemente, são eles que vos dirigem.

465 - COM QUE FIM OS ESPÍRITOS IMPERFEITOS NOS INDUZEM AO MAL?

Para vos fazer sofrer com eles.

467 - PODE O HOMEM SE AFASTAR DA INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS QUE O INCITAM AO MAL?

Sim, porque eles só se ligam aos que os solicitam por seus desejos ou os atraem por seus pensamentos.

469 - POR QUAL MEIO SE PODE NEUTRALIZAR A INFLUÊNCIA DOS MAUS ESPÍRITOS?

Fazendo o bem e colocando toda a vossa confiança em Deus, repeles a influência dos Espíritos inferiores e destroem o império que desejam ter sobre vós. Guardai-vos de escutar as sugestões dos espíritos que suscitem em vós os maus pensamentos, que insuflam a discórdia e excitam todas as más paixões. Desconfiai, sobretudo, dos que

exaltam o vosso orgulho, porque eles vos atacam em vossa fraqueza. Eis porque Jesus vos faz dizer na oração dominical: “Senhor, não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.



            Poderíamos assinalar mais algumas semelhanças caso a caso, mas entendemos que estas são suficientes para que possamos tirar algumas conclusões. Afinal de contas, estamos falando de obsessão e um espírito, para tal ato, deve ter sintonia com outros que pensam da mesma forma, submetendo-se à injunção

de seus algozes.

            Quando o “maníaco do parque” fala sobre seus sonhos, podemos compreender a clareza da obsessão ao compararmos o caso com um relato idêntico contido no livro Tormentos da Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda e psicografado por Divaldo Pereira Franco, que descreve essa mesma sensação vivida por um espírito desencarnado: “Desde a primeira infância, era acometido de sonhos terrificantes, nos quais seres monstruosos o perseguiam, ameaçando destruí-lo por meio das formas mais cruéis que se possa imaginar. Sempre despertava daqueles sombrios pesadelos banhado em álgido suor e apavorado. As sombras da noite passaram a ser um incomparável tormento”.

            Com relação ao caso de Mateus e a utilização de álcool e cocaína por ele, o psiquiatra Talvane Martins de Moraes, em entrevista à revista Veja, disse que a agressividade possui vida própria na personalidade de uma pessoa e, portanto, a droga ou a bebida seriam apenas a porta pela qual ela escaparia. “O uso continuado ou em combinação com o álcool pode desencadear o chamado ‘delírio paranoico’, um distúrbio da percepção no qual a pessoa ouve vozes e vê coisas imaginárias”, afirmou.



FENÔMENOS OBSESSIVOS

            Respeitamos toda opinião, mas o Espiritismo pensa diferente, ou seja, não seriam apenas “coisas imaginárias” que seriam vistas. A droga é um veículo fortíssimo para conectar a mente do obsessor com a do obsediado, fazendo com que essa ação vampiresca se realize, até porque ele está na mesma sintonia e se compraz com seu obsessor. Ainda em Tormentos da Obsessão, Manoel Philomeno de Miranda descreve um caso semelhante ao do estudante paulista: “Sabia que a morte não representava o fim da vida, porquanto, nos delírios alcoólicos, conseguia detectar os inimigos que o afligiam e o levavam a se recordar dos atos ignóbeis que lhe haviam sofrido. Juravam jamais perdoar, mas se vingarem sem piedade, até que, rastejante, experimentasse o máximo possível de padecimentos que lhe imporiam”.

            Também em Tormentos da Obsessão, temos um caso que se aproxima da forma pela qual Wedson matou os avós de sua esposa. Segundo o livro, os obsessores planejavam a vingança há algum tempo e, no momento exato, aproveitando que seu antigo desafeto estava alcoolizado em uma mesa de bar, induziram o homem a pegar uma faca durante uma discussão e cravar diversas facadas em seu antagonista, mesmo depois de tê-lo abatido e matado. Neste caso, os agressores vampirescos foram mais longe e provocaram a ira das pessoas que estavam naquele lugar, induzindo-as ao linchamento daquele alcoólatra homicida que ali se encontrava.



O QUE DIZ O LIVRO O CÉU E O INFERNO

Capítulo VI – Criminosos Arrependidos



Um espírito se apresenta espontaneamente ao médium

 sob o nome de Benoist, dizendo ter

morrido  em 1704 e padecer de

horríveis sofrimentos

QUE FOSTES NA TERRA?

Frade sem fé.

FOI A DESCRENÇA A VOSSA ÚNICA FALTA?

Só ela é bastante para acarretar outras.

PODEREIS NOS DAR ALGUNS PORMENORES ACERCA DE VOSSA VIDA? SER-VOS-Á LEVADA EM BOA CONTA A SINCERIDADE DA CONFISSÃO.

Pobre e indolente, ordenei-me para ter uma posição sem pendor para cargo dessa natureza. Inteligente, consegui essa posição; influente, abusei do meu poderio; vicioso, corrompi aqueles que tinha por missão salvar; cruel, persegui aqueles que me pareciam querer verberar os meus excessos. Os pacíficos foram inquietados por mim. As torturas da fome de muitas vítimas eram extintas amiúde pela violência. Agora sofro todas as torturas do inferno e as vítimas me ateiam o fogo que me devora, luxúria e fome insaciáveis me perseguem. Abrasa-me a sede os lábios escaldantes sem que uma gota caia neles como refrigério. Orai por meu espírito.

AS PRECES FEITAS PELOS FINADOS DEVERÃO SER ATRIBUÍDAS A VÓS COMO AOS OUTROS?

Acreditais que sejam edificantes e, no entanto, elas têm para mim o valor daquelas que eu simulava fazer. Não executei o meu trabalho e, assim, recebo o salário.

NUNCA VOS ARREPENDESTES?

Há muito tempo, mas ele só veio pelo sofrimento. E como fui surdo ao clamor de vítimas inocentes, o Senhor também é surdo aos meus clamores. Justiça!

RECONHECEIS A JUSTIÇA DO SENHOR. POIS BEM, CONFIAI EM SUA BONDADE E SOCORREI-VOS DO AUXÍLIO DELE.

Os demônios berram mais do que eu. Seus gritos me sufocam, enchem-me a boca de pez fervente! Eu o fiz, grande... (o espírito não pode escrever a palavra Deus).

NÃO ESTAIS SUFICIENTEMENTE LIBERTO DAS IDÉIAS TERRENAS DE MODO QUE ESSAS TORTURAS SÃO TODAS MORAIS?

Sofro-as, sinto-as, vejo meus carrascos, que têm todos uma cara conhecida, um nome que repercute em meu cérebro.

MAS O QUE VOS IMPELIA AO COMETIMENTO DE TANTAS INFÂMIAS?

Os vícios em que estava saturado, a brutalidade das paixões.

NUNCA IMPLORASTES A ASSISTÊNCIA DOS BONS ESPÍRITOS PARA VOS AJUDAREM A SAIR DESSA CONTINGÊNCIA?

Apenas vejo os demônios do inferno.

QUANDO ESTAVAS NA TERRA, TEMIAS ESSES DEMÔNIOS?

Não, absolutamente. Os prazeres a todo transe constituíam o meu culto. E já que lhes consagrei a vida, as divindades do inferno não mais me abandonaram, nem abandonarão!

MAS DEUS É INFINITO EM SUA MISERICÓRDIA E TUDO PODE TER UM FIM QUANDO LHE APROUVER.

Se Ele o quisesse!

POR QUE VÓS VIESTES SE INSCREVER AQUI?

Não sei mesmo como, mas eu queria falar e gritar para que me aliviassem.

E ESSES DEMÔNIOS NÃO VOS IMPEDEM DE ESCREVER?

Não, mas se conservam à minha frente e me esperam. Também por isso eu desejaria não terminar.

É A PRIMEIRA VEZ QUE DESTE MODO ESCREVEIS?

Sim.

SABÍEIS QUE OS ESPÍRITOS PODIAM ASSIM CHEGAR AOS HOMENS?

Não.

COMO, POIS, O PERCEBESTES?

Não sei.

QUE SENSAÇÕES EXPERIMENTASTES AO VOS ACERCAR DE MIM?

Como um entorpecimento de meus terrores.

COMO VOS APERCEBESTES DA VOSSA PRESENÇA AQUI?

Como quando se desperta de um sono.

COMO PROCEDESTES PARA COMUNICAR COMIGO?

Não posso compreender, mas tu também não sentiste?

NÃO SE TRATA DE MIM, PORÉM, DE VÓS. PROCURAI VOS ASSEGURAR DO QUE FAZEIS ENQUANTO EU ESCREVO.

És o meu pensamento em tudo, eis tudo.

NÃO TIVESTES, POIS, O DESEJO DE ME FAZER ESCREVER?

Não, sou eu quem escreve e tu pensas por mim.

PROCURAI VOS ASSEGURAR DO VOSSO ESTADO, PORQUE OS BONS ESPÍRITOS QUE VOS CERCAM VOS AJUDARÃO.

Não, que os anjos não vêm ao inferno. Tu não estás só?

VEDES EM TORNO.

Sinto que me auxiliam a atuar sobre ti, a tua mão me obedece. Não te toco, aliás, e te seguro. Como? Não sei.

NÃO POSSO ME DEMORAR POR MAIS TEMPO. VOLTAIS DIARIAMENTE PARA ORARMOS JUNTOS E OS BONS ESPÍRITOS VOS AUXILIARÃO.

Sim, desejo o perdão. Orai por mim, que não posso fazê-lo.

EVITANDO OS OBSESSORES

            Estes são alguns exemplos das atrocidades que acontecem à nossa frente e que não podemos enxergar a coautoria maléfica no mundo espiritual. No plano físico, o encarnado é julgado e condenado, tendo sua parcela de culpa por se deixar envolver, utilizando o seu livre-arbítrio de maneira equivocada. Já no plano espiritual, a justiça que condenará o obsessor é a divina, ou melhor, no momento exato, sua própria consciência terá a incumbência de fazê-lo enxergar e se autocondenar pelos abusos praticados, respondendo futuramente pelos atos indevidos.

            No mundo material, temos a influência constante de encarnados e desencarnados, pois nossa mente capta tudo aquilo que pensamos, é uma afinidade mental e moral. Podemos emitir desejos de maneira consciente ou inconsciente, por isso, o estado de vigília é de suma importância. A lei de causa e efeito nos dá o que plantamos, a colheita depende de nossos atos pretéritos. Devemos tomar muito cuidado, já que, no plano espiritual, há uma legião de espíritos maléficos preparando minuciosamente a destruição de seus antigos desafetos. Nossos algozes não perdoam e muitos desejam destruir a todo e qualquer custo, têm uma sede de vingança tão grande que levam muitas pessoas à loucura, à depressão e à pratica de atos inconsequentes que, em um estado de lucidez, não seriam concretizados.

            Da mesma forma, a espiritualidade maior está a nos auxiliar. Nos momentos de sono, somos elucidados acerca dos acontecimentos e incentivados a trilhar o caminho do bem, no entanto, temos o livre-arbítrio e cabe a nós a decisão final. A espiritualidade amiga não mede esforços para nos socorrer, porém, em determinados momentos, fica difícil o auxílio superior, devido à baixa sintonia em que nos encontramos, com pensamentos viciosos e maléficos.

            Quando fazemos uma simples oração, praticamos e pensamos coisas boas, ouvimos músicas e lemos livros salutares, a faixa vibratória que emitimos é direcionada para espíritos superiores, atraindo-os para o nosso lado e colocando uma barreira magnética para os inferiores, pois o pensamento não é o mesmo. Outra

atitude que pode mostrar ao nosso obsessor que não somos mais aquela criatura do mal de tempos atrás é a conduta mental e moral que passamos a ter.

            Praticar a caridade, o auxílio ao próximo, o perdão, o amor e a fé são condutas gloriosas para nossa evolução espiritual e, ao mesmo tempo, uma prova de

aprendizado, mostrando que estamos superando nossas imperfeições, aprimorando conhecimentos e colocando-os em prática, deixando para trás nossos erros do passado. Isso sensibilizará nosso obsessor, que também receberá o auxílio da espiritualidade maior para superar as possíveis mágoas e vinganças que ainda permaneçam, conquistando uma nova oportunidade de reparação mútua em outra existência, oferecida pelo Mestre Jesus aos seus filhos em busca da perfeição e da evolução.







REVISTA CRISTÃ DE ESPIRITISMO  -  POR: MARCO TÚLIO MICHALICK

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