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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Doenças do CasamentoI


Veja bem, nosso caso é uma porta entreaberta,
Eu busquei a palavra certa, vê se entende o  meu
grito de alerta.
Veja bem, é o amor agitando o meu coração,
há um lado carente dizendo que sim,
Essa vida da gente gritando que não.

Gonzaguinha

            A união conjugal pode se converter em fonte de saúde em nossa vida quando ela é rica de afeto, amor e carinho. Pesquisas científicas comprovam que, pessoas, que se sentem amadas por seus cônjuges, são muito menos propensas às enfermidades e têm uma capacidade maior de recuperação quando adoecem.
        Quando nos sentimos amados por manifestações concretas de nosso parceiro, somos tocados em nosso coração emocional, e isso faz com que a bioquímica do corpo produza substâncias geradoras de saúde física e emocional.
          Quando porém, o amor bate em retirada, a saúde também se ausenta, pois muitas das nossas enfermidades têm como causa as carências emocionais. Eis aí a grande chave para as doenças em família, pois quando alguém adoece no lar é provável que todo o organismo familiar esteja doente também.
            Pena que se ame tão pouco depois do casamento.
            Pena que o amor dos primeiros tempos tenha sido esquecido no altar da igreja.
            Pena que o sentimento de posse esteja asfixiando os sonhos daquele a quem, no passado, prometera felicidade.
            Pena que não tenhamos mais palavras gentis como outrora.
            Pena que não sejamos mais doces e ternos como antes.
         Por isso muitos cônjuges adoecem após o matrimônio. A doença nada mais é do que o grito de alerta. Curar o parceiro enfermo exigirá também a cura de seu companheiro.
        A enfermidade que mais mata no casamento se chama “anemia amorosa”, e para esse mal o Médico Jesus há dois mil anos vem receitando o remédio do “ame ao seu próximo como a si mesmo.”

 

TRECHO DO LIVRO “O MÉDICO JESUS”  -  POR JOSÉ CARLOS DE LUCCA

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