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domingo, 23 de setembro de 2012

Preconceito Religioso

Percebo que no Brasil o preconceito religioso está presente até quando não imaginamos haver algum. Mesmo entre as minorias, há preconceito para com as maiorias.

Vou citar agora as situações onde no meu ponto de vista o preconceito em nosso país é mais evidente:

1º Religiões brasileiras de matriz africana e indígena (Candomblé, Umbanda, etc.): é fato, com estes o preconceito vem da grande maioria é nítido e nem se dá o trabalho de disfarçar, já abordei essa questão em outros textos portanto não me prolongarei aqui;

2º Cristão X não cristão: os cristãos no Brasil (principalmente os católicos) ficam abismados quando se deparam com outra pessoa que não acredite no mesmo mito que ela acredita. Mesmo pessoas de outras religiões, ele espera que ela creia em Deus e Jesus (da maneira que ele crê), não importa se utilize outro nome, mas se não for o mesmo mito, como pode?;

3º Esotéricos X Evangélicos: este é um fato que presencio e confesso que já pertenci a este quadro. Umbandistas por exemplo, detestam ser confundidos com outras religiões (que são entendidas pelo leigo como sendo tudo a mesma coisa, classificadas pelo termo pejorativo macumba), mas por outro lado ele classifica todos os tipos de Evangélicos (que há muitas vertentes diferentes) como Crentes (que entendo ser um termo pejorativo), imaginando sendo todos iguais, mesmo que estes manifestem comportamentos e crenças muito distintas uns dos outros. Mesmo peso, mesma moeda;

4º Religiosos X Ateus: este ao meu ver o preconceito mais nítido, embora a grande maioria não admita. Não estou me referindo ao preconceito do ateu com o religioso (que existe mas ao meu ver não é tão agressivo), mas do religioso para com o ateu. Se toda pessoa tem o direito de crer no que desejar, então também temos o direito de não crer.

Religião não define caráter, crer em algo que não existe não o torna real, assim como não crer em algo que existe não faz cessar a sua existência.

Eu particularmente considero mais fácil apresentar os conceitos ocultistas/teosóficos para ateus (que ao meu ver são como folhas em branco) do que para religiosos e (pior ainda) para pseudo-esotéricos New Age (que acreditam em praticamente qualquer coisa que leem).

O conceito ocultista/teosófico quanto a espiritualidade é tão diferente do senso comum (judaico/cristão no ocidente) que é mais fácil aborda-lo para alguém que já abandonou esses conceitos, do que para alguém que quer "compreender", mas não abre mão de "acreditar".

O estudo do ocultismo não é para aqueles que desejam somente ter fé, é para aqueles que estão dispostos a compreenderem o mundo como ele realmente é. Muito do que acreditamos ser real não existe, enquanto outras coisas das quais duvidamos são reais. 

Há coisas tão maravilhosas no universo que até parecem ficção, coisas além de nossa imaginação, porém não poderemos acessa-las e muito menos compreende-las enquanto estivermos mais preocupados em defender as teorias as quais fomos doutrinados/adestrados a crer.

A realidade é muito mais fantástica que a ficção, mas muitas vezes o conforto de nossa fantasia particulares nos impede de ver o mundo como ele realmente é.

A religião de um é o mito do outro, preconceito é uma simples ignorância ao que não conhecemos nem compreendemos. Mesmo a crença na não continuidade da vida é somente uma crença, uma esperança de final, não há nenhuma certeza nessas afirmativas.

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