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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Nascemos chorando, vivemos reclamando e morremos insatisfeitos.

         Somos muito mais os pais do nosso futuro do que filhos de nosso passado.  Não somos prisioneiros do passado.  É possível rompermos com nosso passado e construirmos nosso futuro.  Nosso passado influencia, mas não determina nosso presente.

            Você é aquilo que pensa ser, e esta é a boa notícia: você pensa o que quiser, portanto, você é, hoje, quem escolhe ser.  Se o que você é hoje não lhe satisfaz, refaça suas escolhas.

            Dizer que você é assim ou assado, desta ou daquela maneira por causa das experiências vividas em seu passado ou por causa das pessoas do seu passado, é cômodo, mas não é verdadeiro.

            Cômodo, porque não há nada que você possa fazer para mudar, pois o passado é imutável.  Aconteceu está acontecido.  Está definitivamente escrito na história de sua vida, portanto é inalterável.  O fato é que as pessoas detestam mudanças. Mudanças exigem esforço e pensamento ativo, atento e a maioria das pessoas apenas repete pensamentos, deixa a sua mente funcionar no piloto automático. Nada muda se você não mudar.  A única pessoa que gosta de mudança é o bebê que molhou a fralda.

            Então, meu querido (a) ouvinte, é melhor deixar de usar seu passado como uma armadura para protegê-lo da sua responsabilidade sobre sua própria vida.  Você é o que é hoje pelas escolhas que você vem fazendo ao longo de sua vida.  Não é porque seu pai abandonou sua mãe, ou sua mãe dava mais atenção ao seu irmão do que a você, que você é assim hoje.

            Você é o arquiteto de seu próprio destino, não é, de maneira alguma, refém do seu passado.
           
            Enfim, meu querido (a) ouvinte:  a grande pergunta é: “o que é que você vai fazer com o que fizeram de você?”



Escrito por Dr. Luiz Ainbinder - Luz da Psicologia

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