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terça-feira, 8 de maio de 2012

Proibição de Moisés


            Na antiguidade as pessoas evocavam os mortos, e muitos comercializavam os dons de comunicabilidade com os mundos invisíveis para proveito próprio ou dos seus clientes.
            Por este motivo, Moisés proibiu a evocação dos espíritos, dizendo: "Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para saber a verdade" (Deuterônomio).
            Frequentemente, as evocações oferecem mais dificuldades aos médiuns do que as manifestações espontâneas, que não apresentam inconvenientes quando se está ciente dos espíritos, das necessidades. Para a evocação são necessários médiuns especiais, ao mesmo tempo flexíveis e positivos. A faculdade de evocar todo e qualquer espírito não implica para este a obrigação de estar à nossa disposição.
            As comunicações que se obtêm dos espíritos muito elevados são preciosas, pelos altos ensinamentos que encerram.
            Esses espíritos conquistaram um grau de evolução que lhes permite abranger muito mais extenso campo de ideias, penetrar mistérios que escapam ao alcance vulgar da humanidade.
            Allan Kardec se interessou pela evocação direta achando necessárias e justificáveis na fase de pesquisa. Hoje, a comunicabilidade com os espíritos tem características diferentes. Estamos na fase da aplicação dos conceitos espíritas ao comportamento humano, à sua reforma moral. No livro O Consolador, do espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, na questão 369 diz o seguinte: "Não somos dos que aconselham a evocação direta e pessoal, mas recomendamos a espontaneidade no complexo dos fenômenos espiríticos."
            Os trabalhos mediúnicos nos centros espíritas são muito importantes, principalmente com relação ao esclarecimento que se pode dar a certos espíritos perturbados ou obsessores. Lemos no item 254 de O Livro dos Médiuns: "Como pode um homem ter, a esse respeito, mais influência do que a têm os próprios Espíritos?
Na antiguidade as pessoas evocavam os mortos, e muitos comercializavam os dons de comunicabilidade com os mundos invisíveis para proveito próprio ou dos seus clientes.
            Por este motivo, Moisés proibiu a evocação dos espíritos, dizendo: "Que entre nós ninguém use de sortilégio e de encantamentos, nem interrogue os mortos para saber a verdade" (Deuterônomio).
            Frequentemente, as evocações oferecem mais dificuldades aos médiuns do que as manifestações espontâneas, que não apresentam inconvenientes quando se está ciente dos espíritos, das necessidades. Para a evocação são necessários médiuns especiais, ao mesmo tempo flexíveis e positivos. A faculdade de evocar todo e qualquer espírito não implica para este a obrigação de estar à nossa disposição.
            As comunicações que se obtêm dos espíritos muito elevados são preciosas, pelos altos ensinamentos que encerram.
            Esses espíritos conquistaram um grau de evolução que lhes permite abranger muito mais extenso campo de ideias, penetrar mistérios que escapam ao alcance vulgar da humanidade.
            Allan Kardec se interessou pela evocação direta achando necessárias e justificáveis na fase de pesquisa. Hoje, a comunicabilidade com os espíritos tem características diferentes. Estamos na fase da aplicação dos conceitos espíritas ao comportamento humano, à sua reforma moral. No livro O Consolador, do espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, na questão 369 diz o seguinte: "Não somos dos que aconselham a evocação direta e pessoal, mas recomendamos a espontaneidade no complexo dos fenômenos espiríticos."
            Os trabalhos mediúnicos nos centros espíritas são muito importantes, principalmente com relação ao esclarecimento que se pode dar a certos espíritos perturbados ou obsessores. Lemos no item 254 de O Livro dos Médiuns: "Como pode um homem ter, a esse respeito, mais influência do que a têm os próprios Espíritos?

Um comentário:

  1. Kardec não falou de evocações para efeitos de pesquisa, não! Na verdade ele ensina a evocação como forma de real prática da caridade para com todos os espíritos. Ou se evoca para ilustrar um espírito sofredor ou se evoca um espírito ilustrado para auxiliar nos trabalhos de caridade.

    Não se trata de nenhuma pesquisa o contexto do Livro dos Médiuns, e sim de verdadeira prática da caridade.

    O que temos é de fato um conflito entre as ideias da obra de Kardec e as ideias de Emannuel. É preciso ter ciência disso e fazer a escolha.

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