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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Obsessão Espiritual no Casamento

                  
Os espíritos obsessores se aproveitam da fragilidade emocional do casal, dos vícios e tendências de cada um a fim de conquistar seus objetivos.
O pesquisador Bruno Gimenes ensina como proteger seu relacionamento.

Bruno, muitos casais passam por crises no relacionamento. Claro que o assunto é complexo e não dá para generalizar, mas, no seu entendimento, quais são os principais fatores que levam um casal a entrar em crise?
Bruno Gimenes - Naturalmente, nos relacionamos com as pessoas por conta das afinidades que temos, mas, em especial, as pessoas são atraídas umas as outras pela necessidade que elas têm de se harmonizarem mutuamente. Em uma relação, uma pessoa age como um gatilho para que o outro aflore emoções negativas de sua personalidade as quais ela precisa curar. Ou seja, um atua como gatilho do outro.
É normal que uma pessoa busque no outro equilíbrio e paz para as emoções que tem em desequilíbrio, transferindo a tarefa para o cônjuge. É aí que a confusão começa! Nunca podemos buscar no outro aquilo que não temos internamente, mas, mesmo assim, agimos dessa forma. O resultado é que acabamos cobrando que a outra pessoa se comporte da forma como nós achamos que ela deva se comportar.
Quando as cobranças surgem, a liberdade, a leveza, o respeito dão lugar para os conflitos que podem gerar a ruptura ou o caos no relacionamento. No casal, ambos precisam olhar para suas carências e falhas com objetivo de curá-las, e jamais transferir essa tarefa para o outro.
Muitas pessoas esperam um parceiro perfeito, mas se esquecem de que somos todas criaturas em amadurecimento espiritual. Isso atrapalha o relacionamento?
Uma pessoa espera equivocadamente alguém que irá acabar com sua solidão, carência, baixa autoestima, medo, angústia e assim por diante. Quando isso acontece, há a transferência da responsabilidade, e a própria pessoa agindo dessa forma está colocando a responsabilidade da sua felicidade em mãos alheias.
Isso é uma ilusão! Além disso, é aí que as obsessões emocionais começam, porque quando o parceiro(a) não corresponde a necessidade que a pessoa tem, então ela naturalmente começara com as cobranças, para que ele(a) se comporte de forma que lhe agrade. Isso não é amor incondicional, é amor condicional, é egoísmo, o que mostra claramente que todos nós ainda somos imaturos quanto as nossas emoções e, consequentemente, quanto a nossa consciência espiritual.
Essa condição atrapalha muito os relacionamentos porque, dessa forma, construímos relações que existem condicionadas à ideia na qual o parceiro é responsável pela felicidade da parceira e vice-versa. Esse é um processo típico de obsessão emocional, muito comum nos dias de hoje.

Outro fator que pode atrapalhar muito um relacionamento é a questão da influência de espíritos obsessores. Os espíritos, em geral, podem influenciar nossos pensamentos? Como?

Quando o campo emocional do casal manifesta esse modelo ainda imaturo, no que tange às carências e egoísmos, naturalmente há uma tendência para que interferências espirituais nocivas comecem a surgir. O aspecto espiritual é sempre uma extensão do físico, emocional e mental, pois estão todos interligados.
As obsessões espirituais atrapalham muito a vida do casal, porque sempre que forças externas estão agindo, a naturalidade e a leveza dos fatos alteram-se muito. Às vezes, a obsessão acontece em apenas um integrante do casal; em outras vezes, nos dois, separadamente. Também podem ocorrer nos dois ao mesmo tempo... A forma dessas entidades agir é também muito variada, mas a causa que deu origem a obsessão é sempre a mesma: negligência espiritual. Essa negligência se constrói quando não há busca por reforma íntima, quando não há estudo sobre a evolução espiritual, quando não existem práticas como a meditação, a oração, o evangelho no lar, quando existem hábitos nocivos, vícios e falta de valores espirituais.

Quando o campo emocional do casal manifesta esse modelo ainda imaturo, naturalmente há uma tendência para atrair interferências espirituais nocivas.
Em muitos casos, o trabalho dos obsessores é muito simples, pois basicamente eles exploram as falhas emocionais de cada um e fazem com que elas sejam confrontadas em discussões simples, nas quais naturalmente o caos surge.

Pelo que entendi, basicamente, tudo é uma questão de sintonia mental/emocional... Não dá para jogar toda a culpa nos obsessores, né?

Com certeza! Colocar a culpa nos obsessores é corvadia! Não estou dizendo que essas entidades sejam benéficas, mas apenas que elas agem de acordo com a sintonia dos cônjuges, separadamente, ou do casal. Em muitos casos, o trabalho desses espíritos se mostra muito simples, pois basicamente eles exploram as falhas emocionais de cada um e fazem com que elas sejam confrontadas em discussões simples, nas quais naturalmente o caos surge. Portanto, a causa raiz é a nossa falta de amor, as nossas carências e, como já disse, a nossa transferência de responsabilidades, pois queremos que o outro se comporte de forma confortável para nós, para continuarmos amando. Se não for assim, brigamos, choramos, nos magoamos e nos vitimizamos.

Existem sintomas que indicam a atuação de espírito obsessor na vida do casal?

Existe, entretanto, a grande armadilha nesses casos é achar que ao menor sinal de que há uma crise entre o casal já se considere que seja uma influência espiritual.
Os sinais mais básicos são a irritação exagerada, a vontade de brigar maior que a vontade de ficar em harmonia, a cobrança exacerbada de um comportamento e, em especial, quando a atitude de um ou de ambos esteja muito diferente (negativamente). Também acontecem casos em que a pessoa se comporta de forma descontrolada em um dia; já no outro dia, não consegue dizer porque se comportou daquele jeito, ou seja, quando a própria pessoa não se reconhece direito.
Uma questão muito importante nesse contexto é que, atualmente, a pornografia está explícita e aberta a todos: nas revistas, na TV e, principalmente, na internet. Quando uma pessoa se sintoniza com um filme adulto ou uma revista de nudez, ela está abrindo a sua guarda espiritual para atrair espíritos obsessores que atuam nessas frequências. Portanto, não é uma questão de moralismo exagerado, mas revistas, filmes, fotos e vídeos da internet ligados à pornografia são muito nocivos, já que facilitam muito a ação de espíritos densos especializados nessa ação perniciosa.

Pode acontecer de um espírito, inimigo de vidas passadas querer prejudicar o casamento? Por que isso ocorre? É justo?

Pode acontecer sim, em várias situações, as quais, obviamente, não temos como descrever amplamente. No entanto, exemplifico com as mais acorrentes: Um espírito, em uma existência passada, pode ter sido atrapalhado em sua vida amorosa por um dos integrantes de um relacionamento nessa vida. Pela lei do esquecimento, o encarnado não tem consciência do passado, mas o obsessor espiritual se lembra de tudo e ainda está vibrando em um sentimento de vingança. Nesse caso, ele pode se ligar ao seu desafeto na tentativa de lhe dar o troco, prejudicando-o em seu relacionamento.
Também é possível que um espírito, que anteriormente era marido ou esposa, que já desencarnou, não aceite que o ex-cônjuge, ainda encarnado, tenha um novo relacionamento. Intolerante ao fato, o espírito pode decidir agir na vida do casal para que não fiquem juntos. Mas como disse, existem diversos outros casos que poderiam ser contados.
Quanto à justiça, como já falamos, se uma obsessão entra é porque existe a porta que dá acesso.
Normalmente, é a nossa falta de disciplina espiritual. Além disso, existem outros diversos fatores que precisam ser harmonizados, tudo isso pedindo mais amor, mais estudo, mas reforma íntima e mais dedicação à evolução da nossa consciência, portanto, tudo é perfeito e justo perante os olhos do Grande Espírito Criador.

Mas nem todo espírito que atrapalha a vida de um casal é obsessor... Existem aqueles que nem sabem que desencarnaram...

Quando os espíritos desencarnados eram da família do casal, isso acontece com mais facilidade. Como você disse, nesses casos, muitos nem percebem que desencarnaram. Existem também espíritos sofredores que quase não têm consciência de que estão atrapalhando e, também sem qualquer ligação familiar ou laço de amizade, podem ser atraídos por conta do padrão mental e emocional do casal. Esse tipo de obsessão é nociva, pois afeta negativamente o ambiente e a relação, mas em um nível menos intenso do que o de espíritos conscientes ou especializados.

E como é, basicamente, uma obsessão? O espírito algoz fica hipnotizando a pessoa para que ela desista do parceiro? Inspira ideia de infidelidade? Como é isso?

As artimanhas dos espíritos das sombras são ilimitadas, pois, normalmente, as investidas feitas por espíritos especializados é patrocinada por instituições sombrias de grande escala e tecnologia. Portanto, cada caso é um caso.
Em geral, os obsessores especializados atuam principalmente para evidenciar as falhas que cada um tem, tornando-as mais constantes e visíveis, para que o outro sinta-se incomodado e, assim, os conflitos surjam. Depois disso, com tranquilidade e sem nenhuma pressa, induzem hipnoticamente ao conflito, inserindo na tela mental de cada ideias e pensamentos que lhes pareçam próprias. Essas informações certamente conduzem a mais brigas, conflitos, cobranças e desamor. Facilmente os integrantes da relação são induzidos por suas próprias fraquezas emocionais a transformar a relação em um conflito contínuo. Essa ação é muito grave porque quase nunca demonstra ideias que não encontrem afinidade com o ser que a teve, pois se identificam exatamente com o seu universo de pensamentos e sentimentos.

Ocorrem obsessões fora do corpo, ou seja, quando o casal está dormindo, o obsessor pode se aproveitar para criar brigas e intrigas entre os parceiros?

Somos seres com diversos corpos. Por isso, o corpo físico não é a matriz da obsessão espiritual. É o corpo espiritual (perispírito) o responsável pela interação entre o obsessor e suas artimanhas com a consciência do obsediado. Portanto, para que a obsessão espiritual aconteça com eficiência ampliada, ela precisa agir no corpo espiritual da pessoa, e para isso acontecer, o sono do corpo físico oferece a condição ideal.
Quando dormimos, o perispírito tem a tendência de se projetar para fora do corpo físico. Em outras palavras: ele se desacopla. Nesse momento, o intercâmbio do espírito obsessor fica facilitado para que ele consiga realizar suas ações de obsessão, por meio de influência mental ou hipnose, implantes espirituais e outras formas de exercer a ação perniciosa. Entre uma série de artefatos utilizados, os obsessores frequentemente projetam na tela mental das pessoas, imagens e situações que se manifestam como sonhos e que afetam muito o equilíbrio emocional daquele indivíduo, com mensagens que obviamente atrapalharão a vida do casal. São muitas formas, pois o plano denso se especializa mais a cada dia.

E  a famosa "amarração" ou o oposto: a separação de casal. Como isso ocorre?

Nesse caso a amarração é feita por uma das partes ou por alguém externo. Ela também se utiliza de rituais de magia negra, com propósitos distanciados de valores espirituais elevados, para estimular elementos que criem dependência emocional e, por isso, impossibilite que o relacionamento seja rompido. Utilizando novamente das fraquezas emocionais dos indivíduos envolvidos na relação, espíritos especialistas em magia negra atuam através das práticas de indução mental, conduzindo suas vítimas a alimentarem uma necessidade de manter-se em comunhão com a outra pessoa.
No caso da separação, o mecanismo é o mesmo, entretanto, tais espíritos atuam justamente no sentido inverso, induzindo mentalmente, por vários meios, que um ou ambos os cônjuges tenham ideias e atitudes que desconstruam quaisquer laços que os mantenham em união. Se pudéssemos ter consciência desses acontecimentos nas dimensões extrafísicas, assistindo como os espíritos especializados atuam em nossas fraquezas mentais e emocionais, realmente sentiríamos vergonha ao perceber que os responsáveis sempre somos nós.

O que você acha dos motéis? Podemos atrair obsessores nestes lugares?

O quarto de um motel é um ambiente muito favorável à criação de formas-pensamento negativas, que ficam gravitando no ambiente astral, e que possuem uma espécie de inteligência própria. Formas-pensamento não são espíritos, mais " entidades vivas" oriundas de pensamentos somados a emoções características. Neste caso específico, os quartos de motéis, com grande facilidade tem seus ambientes extrafísicos contaminados por formas-pensamento de hipersexualidade, promiscuidade sexual, entre outras similares.
Quando essas formas-pensamentos estão presentes em um ambiente, elas atraem com grande intensidade espíritos desencarnados viciados nos prazeres do sexo exacerbado. Dessa forma, os casais que se encontram em motéis podem ser facilmente vampirizados por diversas entidades as quais têm o propósito de extrair de seus corpos energéticos as sensações corporais envolvidas na relação sexual.
Também, com muita frequência, várias pessoas são estimuladas mentalmente - ainda que não saibam - a praticar o sexo compulsivo, para que assim possam servir de intermediários aos espíritos obsessores.
A visão do ambiente espiritual de um motel, onde os quartos são afetados por essas formas-pensamento negativas, com os grupos de espíritos famintos por sexo, é algo deprimente que, se pudesse ser visto pelos encarnados, causaria certamente um profundo choque emocional.
Poderíamos dizer que até é possível um casal manter relações sexuais em um quarto de motel, mas para que não tenham suas energias afetadas, seria necessária uma intensa limpeza energética, mesmo que temporária - já que não residem ou são proprietários do ambiente - a fim de promover a remoção das formas-pensamento e o encaminhamento dos irmãos extrafísicos presos ao vício do sexo. Visto as dificuldades do processo, parece sensato evitar esses ambientes ou, ao menos, não frequentá-los com assiduidade.

Os espíritos obsessores podem se aproveitar do ato sexual de suas vítimas encarnadas? Como? Praticando o sexo junto? "Roubando" energia sexual?

Sim, como citado anteriormente, eles podem aproveitar o ato sexual para obsediar  os encarnados  sugando-lhes as impressões causadas pelas sensações do ato sexual que ficam impregnadas em suas auras. Em alguns casos, é possível ver fisicamente apenas o casal se relacionando, entretanto, na dimensão extrafísica, podem existir mais de dez espíritos, tanto de homens, quanto de mulheres, sugando-lhes as energias. É uma situação muito complicada do ponto de vista da obsessão de fluidos vitais.

Como fazer, para que o casal se proteja dos assédios extrafísicos, das obsessões? Basta o culto do Evangelho no lar?

Para isso não existe um só remédio! O casal precisa combinar uma série de comportamentos individuais e coletivos para que, assim, alcancem o patamar de harmonia. O Evangelho no lar é uma ferramenta eficiente se, após a prática da leitura e da oração, ambos continuem a aplicar o que aprenderam na vida prática. É preciso haver busca, estudo, meditação e oração constantes. Ambos precisam encontrar autoestima, fé, tranquilidade e confiança internamente para que não comecem as cobranças.
É necessário levar uma vida pautada na verdade, a cada ato, na busca por crescimento espiritual e consciencial constante. Além disso, faz-se necessário cultivar hábitos saudáveis de alimentação, que não contenham álcool, drogas, a nutrição desregrada, porque somos seres de muitos corpos. Portanto, só seremos saudáveis e felizes se realmente soubermos cuidar de todos com equilíbrio. "Orai e vigiai" resume tudo! Não se pode perder o foco no que realmente importa: o amor em todos os atos. Desta forma, o trabalho dos espíritos benfeitores que nos auxiliam será facilitado; caso contrário, fica muito difícil para eles nos ajudarem.

Muito espírita que acha que tem que suportar um relacionamento insustentável, que está à beira da agressão física ou de grande desastre moral... Nestes casos, a separação, o divórcio não seria a melhor solução?
Não podemos dizer que exista regra, pois cada caso é único, ou seja, não podemos ser deterministas ao analisar as situações. Quando o determinismo entra, a harmonia foge! Entretanto, existem muitos sinais que podem indicar que você deve praticar o perdão, tolerar e acreditar no relacionamento ou encerrá-lo o quanto antes.
É razoável pensar que duas pessoas só se unem com o propósito de se tornarem melhores juntas. Dessa forma, essa união promove um crescimento, uma maior sinergia, e assim, o sucesso acontece, em todos os  sentidos. Quando duas pessoas se aproximam, elas devem manter-se juntas sempre que a evolução e o amor forem mantidos. Também o respeito e a força de cada um devem crescer! Esse é um bom indício de que o relacionamento é saudável. A pessoa deve olhar para o seu relacionamento e se perguntar: Eu estou evoluindo junto da outra pessoa? A pessoa está evoluindo comigo? Nós juntos somos mais fortes do que separados? Quando estamos próximos, nossa energia positiva aumenta? Nossa harmonia se fortalece?
Obviamente que se o seu relacionamento for saudável a resposta será: sim! Mas quando nem um, nem outro crescem na relação, as cobranças surgem e o amor escapa. Não há evolução, não há crescimento. Portanto, a intoxicação acontece. Da intoxicação pode surgir a obsessão ou seu oposto, que é repulsão. Ambas são terríveis manifestações de desamor. Nesse casos, o mais sensato seria a separação, mesmo porque, como a alma é imortal, certamente esses espíritos em conflito poderão escolher um novo momento, provavelmente em outra vida, para novamente procurarem se harmonizar.

O diálogo sincero é fundamental para manter a harmonia em um relacionamento, desde que ambos saibam ouvir críticas e colocar suas opiniões com respeito.

Para viver em harmonia.

Cada um individualmente precisa buscar sua realização, harmonia, autoestima, portanto precisa evoluir sozinho antes, para depois somar alegria e amor na relação. O maior e mais comum erro é transferir para o outro a responsabilidade interna de conquistar harmonia, autorrealização, plenitude e alegria. Quando isso acontece, fica praticamente impossível que o amor germine. Portanto cure-se, pois assim você também irá curar o seu relacionamento.
Outra dica que vale muito e que cura tudo é a admiração. Substitua a crítica pela prática de elogiar o outro. Você pode fazer isso presencialmente e verbalmente, mas também pode fazer no pensamento. Sempre que a vontade de criticar a outra pessoa surgir, faça um esforço de se concentrar nas qualidades que ela tem a assim "ignore" seus defeitos. No começo dá um pouco de trabalho, mas com o tempo os resultados aparecem nítidos e profundos, e podem fazer um milagre na vida de qualquer casal.

 Casa Espírita Raio do Sol - Bruno J. Gimenes

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