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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Como se determina o santo de cabeça na Umbanda?

Essa pergunta é sempre feita quando dizemos que a Umbanda não utiliza os búzios. No Candomblé não há como definir o orixá de cabeça de uma pessoa se não for através desse oráculo e isso causa muitas dúvidas para quem não pertence ao meio umbandista.
Conheço médiuns experientes que recorreram a zeladores do Candomblé para que sua coroa dada na Umbanda fosse confirmada. É claro que não entrarei nesse mérito, pois cada um sabe onde o calo lhe aperta, mas não concordo com essa postura. Sou de Umbanda e aceito o que ela me dá!
No padrão umbandista há uma série de procedimentos para se chegar à definição do santo de coroa. Em primeiro lugar a data de nascimento; depois as características físicas, a personalidade e a energia emitida pelo médium durante um trabalho. Com esses dados, devidamente percebidos, o dirigente chega ao orixá de frente e pede a confirmação ao guia chefe do terreiro.
Somente a entidade chefe da casa afirmará com certeza se o santo levantado por esses dados está correto. Para isso procede a um trabalho de levantamento energético onde as vibrações emanadas pelo médium são comparadas àquelas do santo que lhe foi atribuído e confirma ou não se elas se coadunam. Dificilmente o dirigente erra, pois a percepção das energias se torna corriqueira no andamento dos trabalhos, mas a confirmação da entidade chefe é fundamental para maior segurança do médium.
Basicamente é esse o procedimento. Não poderia entrar em maiores detalhes, pois cada guia chefe tem a sua própria maneira de verificar e concluir esse levantamento, mas posso garantir que essa forma é a mais freqüente dentro dos terreiros que não fazem uso dos búzios.

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