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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Ousadia no uso da mediunidade


Aqueles que dependem da opinião alheia para se submeterem a algum tipo de compromisso possuem uma dificuldade que não conseguem superar a curto prazo, porque a razão que os motiva a seguir adiante está no meio exterior e não dentro dele
O que precisamos desenvolver, independentemente da condição que estejamos, é a possibilidade de se fazer valer a vontade interna de ir e fazer aquilo que se deseja, o que nos impõe para a vida, o que nos possibilita caminhar.
A vida para os médiuns não é fácil, sobretudo se quisermos depender da opinião alheia para produzir alguma coisa.
Não, os médiuns precisam ser movidos pela sua vontade interior de melhoria moral e de servir, não mais.
A vida de inter-relação espiritual necessita de desprendimento das coisas exteriores e de se submeter ao autoconhecimento.
Se não despendermos boa parte do nosso tempo em analisar quem somos e o que precisamos fazer para avançarmos, pouco ou nada faremos em prol do nosso desenvolvimento espiritual.
A mediunidade é, tão-somente, um instrumento de autoconhecimento e de colocar-se à disposição dos bons espíritos para ajudar aqueles que, igualmente a você, necessitam de auto-ajuda.
Meus filhos, quem quer que seja que exerça a sua mediunidade necessita, entretanto, baixar-se para que o Cristo o utilize.
A obra, saibamos bem, não é nossa, é do Cristo, como, aliás, é a própria doutrina espírita.
Aquele médium que queira se sobressair perante os demais ainda não sabe qual o objetivo precípuo da mediunidade e tampouco o seu papel no espiritismo.
Desprover-se da vaidade, da arrogância, da imagem poderosa e distinta, é compromisso primeiro daquele que queira se candidatar para o bom serviço com o Cristo.
Os médiuns, via-de-regra, conseguem se superar.
Não é de todo o trabalho redencionista que cai inevitavelmente na falência, embora muitos sejam os casos neste sentido e o Hospital Esperança recebe de mãos cheias estes irmãos que se desviaram do caminho traçado na espiritualidade antes de reencarnar-se.
Falo daqueles que tentam, dia-a-dia, se aperfeiçoarem.
Não que as vitórias sejam significativas a ponto de se mostrarem como espíritos superiores, nada disso, o que ressaltamos é que há muitos entre vocês que exercitam a melhora interior e trabalham-se seriamente neste sentido.
É claro que caem, vez por outra, em armadilhas do mundo inferior que tenta contra aqueles que querem buscar a luz, mas isto faz parte do processo de aprendizagem de quem deseja firmemente obter a luz que lhe é inerente .
Trabalhemos sem medo de errar, médiuns espíritas.
Quem se preocupa apenas em acertar e não se põe ao experimento responsável pouco conseguirá avançar no seu processo evolutivo.
É aquele que se lança ao perigo de errar que conseguirá alçar para vôos maiores no rumo espiritual.
Não temas com o que há por vir, façam o que te aprouverem orientados pelos teus companheiros espirituais e segue com a firmeza que é o Cristo, em última ordem, que te guia os passos .
Ousem, mas façam isto dentro de critérios de responsabilidade doutrinária.
Invistam na investigação fraterna.
Não tenham receio de se mostrarem como são.
Não tenham receio de errar.
Não tenham medo de se mostrarem como alguém imperfeito, mas a caminho da luz pela luta diária consigo mesmo.
Ousem em serem melhores.Ousem conseguirem ser amanhã melhores que hoje.
Ousem fazer mais, o quanto possas, enquanto estás a caminho.
Façamos já a tão propalada reforma moral que tanto cunhamos nos nossos discursos doutrinários.
Será a vida que nos ensinará.

Preto Velho Pai João de Angola.

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