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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fundamentos de um Templo de Umbanda

                            
 Queridos irmãos, nada pode ser escondido do Grande Criador, nada acontece sem seu consentimento, não cai uma folhinha de uma árvore se não for por obra de Oxalá.

Todo terreiro de Umbanda, ou melhor, todo templo religioso, deve ser fundamentado sobre algumas diretrizes e princípios dos quais todos os demais ensinamentos, ações e expressões devem sair.
Assim manter público e sempre exposto os princípios e fundamentos do terreiro deixarão claro como são os trabalhos, como dedicamos nossas vidas a nossa Umbanda e como procedemos os trabalhos de caridade. Acima de tudo tentamos manter vivos os ensinamentos de Jesus Cristo, o código moral e ético da casa está sedimentado na vida e obra desse grande mestre da espiritualidade o nosso Senhor Jesus Cristo.
 São os fundamentos dos Templos, Casas, Terreiros de Umbanda.

      - A caridade - Ama a teu próximo como a ti mesmo
      - A gratuidade de todos os atendimentos e trabalhos
      - A não utilização de sangue ou de sacrifício animal
      - Não é realizado nenhum trabalho para o prejuízo de alguém
      - Recepção com amor a todos, sem qualquer preconceito ou discriminação, seja pela condição social, condição financeira, pela cor da pela, ou pela raça, pelo sexo ou pela opção sexual ou pela religião
      - A crença em um único Deus (Umbanda é monoteísta)
      - A crença nos Orixás como emanações do próprio Criador
      - A sobrevivência do espírito (alma) após a morte carnal
      - A lei das reencarnações
      - A manifestação dos espíritos desencarnados no mundo material por meio dos médiuns
      - A lei de ação e reação ou lei kármica
      - Um ritual como forma de disciplina e orientação
      - Que a Umbanda é uma religião mediúnica e alquímica (ou magística)

Uma descrição completa sobre os fundamentos de uma Casa de Umbanda

      - desse mais importante fundamento extrai-se:
      - Daí de graça o que de graças recebestes. Não se aceita a cobrança por qualquer trabalho ou atendimento, seja por meio de moeda ou equivalentes, não vendais seus princípios em troca de favores aos mais abastardos;
      - Amar e aceitar todos os que ao terreiro recorrerem, encarnados ou desencarnados, sem preconceito seja ele social, saúde, racial, religioso ou de opção sexual;
      - A não aceitação e assim muito menos a prática de qualquer ato que produza, mesmo que indiretamente, o mal. Desta forma não são praticados atos que burlem, interrompam ou desviam a lei de ação e reação, tais como amarrações, prejuízos a outrem, ou punição a inimigos.

      1. a prática da caridade (caridade entendido como o amor mais puro e desprendido a exemplo de Jesus Cristo), o que se exalta: “Ama a teu próximo como a ti mesmo”;
      2. A crença em um Deus-uno (monoteísmo) cujo nome varia podendo ser chamado de Deus, Olorum, Zambi, e assim por diante. O único ser incriado que emana de Si toda a criação;
      3. A crença nos Orixás como emanações de Deus, como a própria manifestação do Criador, os Orixás são o “hálito de Deus”
      4. Na vida após a morte, na vida espiritual e na sucessivas encarnações (crê-se nas reencarnações) e que a liberdade verdadeira, e a felicidade verdadeira só serão alcançadas quando encerrarmos o ciclo de reencarnações;
      5. Que todo espírito é filho de Deus e assim dos Orixás e merece nosso respeito, amor, dedicação e atenção. Para aqueles que tiverem que ensinar, aprenderemos, para aqueles que necessitarem de luz e amor, serviremos de instrumento para a força (axé) dos Orixás por meio de seus mensageiros;
      6. Que os espíritos podem se comunicar com o mundo material por meio dos encarnados no fenômeno natural conhecido como mediunidade;
      7. Que a mediunidade não é um Dom divino e sim uma faculdade que devemos zelar, proteger e desenvolver para dela fazermos a vontade do Pai;
      8. Que os Orixás por serem a própria manifestação e essência divina não podem se manifestar diretamente nos terreiros de Umbanda. Assim o fazem por meio de espíritos de luz, os chamados guias, que se apresentam em formas, em roupagens fluídicas que denominamos forma-apresentação;
      9. Um ritual como forma de disciplina e orientação, bem como de condução e concentração dos processos mediúnicos;
      10. A lei de Ação e Reação, ou também conhecida como lei Kármica, que diz que toda ação, ou omissão que fazemos teremos um retorno. Somos hoje o reflexo de nossas ações no passado, quem magoamos, quem ajudamos. Assim o futuro de nossas vidas será o reflexo de nossas ações e omissão no momento atual. E que essa lei não é punitiva e sim educativa, por meio dela é que alcançaremos a iluminação e a felicidade;
      11. Que a Umbanda é uma religião mediúnica e alquímica (ou magística). Isso significa que a Umbanda pode transmutar estados, sejam eles mentais, espirituais ou físicos.
      12. A não utilização de qualquer sacrifício animal, bem como a proibição da utilização de qualquer elemento que contenha sangue (sangue, vísceras e a própria carne);
      13. O Pai espiritual (Pai ou Mãe de Santo), deve tratar a todos médiuns, filhos da casa, consulentes, e quem quer que venha a casa de caridade com o mesmo propósito digno humano, a fim de não haver conflitos de interesses, cabe ao pai da casa manter a harmonia entre todos, dispor por igual suas atitudes, não descriminar nenhum filho de Deus, pois quem descrimina será descriminado perante seu julgamento final.
                            

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