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terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Melhor Ginecologista

                                                                             

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente.. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro....
O médico então perguntou:
- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema.
E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
- Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em
seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco....
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!
Você sabe desde quando Deus te ama?
"DESDE O VENTRE DA TUA MÃE! "
                                                                          

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Casamento

                                                               

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

                                                               

sábado, 28 de agosto de 2010

Crônica do Amor

                                                       
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
                                                                

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Os Orixás se manifestam em nós e através de nós!

                                              
Para muitas pessoas pensar em Deus é pensar na Supremacia, no Divino, no Sagrado, no Distante, no Intocável e assim por diante, não é mesmo?
No entanto, penso que Deus não está tão longe assim, não está tão Divino ou não é tão intocável assim. Entendo que Deus é como ar, ar que nos envolve continuamente e libentemente sem que precisemos pedir, pensar ou determinar.
É um respirar, um expirar, um inspirar, simples.
Pensando dessa forma, fico imaginando quantos de nós percebemos ou damos importância para o ar que respiramos ou mesmo para nosso respirar. Fico imaginando que importância, que sentido e que valor damos a cada expiração e inspiração.
Infelizmente muitos não têm a mínima consciência do ato de respirar e só dão valor ao ar no momento em que estão se afogando, envolvidos pelo mar da solidão e da escuridão, envolvidos por um debater compulsivo e agressivo em busca de um suspiro de esperança.
Observo quantos asmáticos espirituais existem dentro e fora dos Templos religiosos, que só encontram alívio naquele ar artificial produzido pelo Homem e armazenado dentro de uma bombinha.
É, às vezes vejo as pessoas tão insensíveis e tão distantes do ‘simples’, do ‘tudo’, do ‘fundamental’, mas percebo que eu não posso respirar por ninguém.
Creio também, que Deus na sua onipotência, onisciência e onipresença, está no meu olhar, vendo tudo e me vendo através de mim mesmo e que se manifesta em minhas atitudes. Cada ato meu é reflexo do MEU DEUS, e se roubo, minto, amo, falo mal, tolero, engano, aceito, julgo… É o meu “Sagrado”, é o meu Deus agindo, é o meu Divino pensando, desejando e se manifestando.
Percebo então a importância de entender que o Sagrado, Deus, o Divino, os Orixás e os Guias Espirituais não estão tão distante assim, principalmente para nós umbandistas atuantes e conscientes.
É fato que temos a manifestação diária do Transcendente em nossas vidas, é fato que consciente ou inconsciente os Guias e os Orixás se manifestam em nós e através de nós, em todos os momentos e nos mínimos detalhes.
E posso exemplificar essas manifestações constatando que ao sorrir manifestamos a alegria, o entusiasmo e a vontade de agir de Yansã, que nas lágrimas, salgadas como as águas do mar, temos Yemanjá se manifestando e gerando o novo, gerando o amor e a força para fazer diferente, que nos cabelos soltos, na dança lenta, nas unhas pintadas, nos anéis, brincos e pulseiras, Oxum está atuando e incentivando a beleza da esperança e da doçura. Constato que nos pensamentos lógicos é Oxóssi que se manifesta e alerta para a verdade e que nas atitudes corajosas e vibrantes é Ogum que se manifesta proporcionando muito, muito trabalho.
Dessa forma, tiro o Divino, os Orixás do alto, do inacessível, do intangível e vivencio-os aqui, no meio de nós, através de nós e a favor de nós. Conhecê-los através de seus sentidos e vibrações, de suas qualidades e atributos, de suas características e de suas marcantes personalidades é transformá-los em nós.
Pois bem, acredito que mais que pensar em Deus, nos Orixás ou nos Guias como fonte de TUDO, temos que pensar que tudo é fonte de nós mesmos, que tudo depende de nós, QUE TUDO É, ABSOLUTAMENTE, TUDO QUE REALIZAMOS, PENSAMOS, SENTIMOS E SOMOS.
Nesse sentido, digo que uma poderosa e encantadora ferramenta que temos é conhecer as lendas e os mitos dos Orixás que podem ser um auxilio nesse conhecer mais próximo e mais para dentro de nós, afinal nos mostram os Orixás como humanos e heróis, como sobrenaturais e ao mesmo tempo naturais do nosso mundo.
Vale salientar que o mito é uma tentativa de explicar a realidade, que procura explicar os principais acontecimentos da vida, que nos auxilia inclusive a nos conhecer melhor funcionando como ponto de equilíbrio entre o sagrado e o profano.

Faz toda diferença conhecer os Orixás, assim como nós

                                     

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Desenvolvimento Mediunico

                                                                   

Os que conhecem Umbanda sabem muito bem que, ao se tentar
formar um grupo ou Terreiro, relevando-se os preceitos, uma das
partes mais importantes é exatamente essa do desenvolvimento dos
médiuns porque, se bem entendermos, serão eles os responsáveis, hoje
ou mais tarde, pela boa realização dos trabalhos.
Qualquer Chefe tem, quase que por obrigação ter, entre as
Giras de Terreiro, no mínimo (dentro do que acho lógico já que ativar
a mediunidade é uma questão muito mais de treinamento que de outras coisas)
algumas Sessões por mês, ainda que elas sejam realizadas em horário anterior às Giras de atendimento e no mesmo dia, mandando-se embora depois os médiuns iniciantes.
Essas Giras devem ser separadas das Giras normais pelo fato
de que, se assim não forem, estarmos nos arriscando a jogar os
iniciantes às feras. Em outras palavras: médiuns em desenvolvimento
jamais deveriam participar efetivamente, até que conseguissem
incorporações realmente positivas, das Giras de Trabalho, sob o risco
de, além de se exporem desnecessariamente, acabarem por enfraquecer
a Corrente (Egrégora) nessas Giras.
O medo normal que acompanha a muitos, a insegurança que
acompanha a outros tantos, a empolgação que acompanha os demais,
devem ser emoções contidas, se é que se pretende um grupo
mediúnico forte e coeso no final pois, como já vimos, cada uma dessas
emoções pode colocar uma boa Corrente a se perder o(s) elo(s) mais fraco.
Além disso, médiuns em desenvolvimento, normalmente estão
mais propensos, por não terem a guarda firmada convenientemente,a "chuparem" energia de baixo teor vibratório (abundante em gira publica)e não raramente passarem mal com isso...
E lá se vai a corrente mais uma vez!
A importância de um treinamento mediúnico bem orientado é
tão grande que podemos compará-la, ainda que grosseiramente, aos
treinamentos que são usados em Clubes de futebol.
Nos Clubes sempre são mantidas escolinhas que visam, no
futuro, a forjar grandes craques que comporão o time principal. Os
jogadores de escolinhas, iniciantes, a não ser em casos muito
especiais, quando estão totalmente preparados, não jogarão no time
principal.
Se o técnico "maluco" do time principal começar a enxertar sua equipe com aqueles que ainda não têm nível técnico para tal, o que vai acontecer?
Deu pra entender? Acontece da mesma forma nas Giras!
Alguns poderão tentar dizer que os iniciantes podem ficar nas
Giras como auxiliares (cambonos) e que isso não os atrapalharia nem
ao Terreiro.
Ledo engano, meu caro. O que pode acontecer e acontece na
maioria das vezes é o fato de que, desde o começo de seu
desenvolvimento esses médiuns estarão em contato maior (por falta de treinamento e conhecimento) nessas Giras, com Exus, kiumbas e
afins, provenientes não só de trabalhos a serem realizados para pessoas
da assistência como também de Giras específicas o que, fatalmente,
num futuro bem próximo, fará com que eles acabem "recebendo"
todos os Exus e Pombas Giras do mundo e tenham dificuldades para
receberem seus fiéis e esquecidos GUIAS VERDADEIROS.
Ah, mas isso não é regra porque muitos começaram como cambonos...
Toda regra tem exceções, não é certo?
Dirigir bêbado nem sempre causa acidentes e muitos bêbados
talvez nunca tenham sofrido um, mas que o risco é forte e eminente,
não tenha a menor dúvida!
Aproveitando o que já falamos acima sobre indução, vamos
sugerir que você experimente uma técnica que serve muito bem para
auxiliar médiuns em desenvolvimento, sempre levando em conta que essas Giras deveriam buscar as maiores e melhores vibrações para esses
médiuns, na busca pelos seus verdadeiros GUIAS.
Em suas próximas giras de desenvolvimento, que deverão ser
freqüentadas também pelos médiuns considerados prontos, depois de
preparado o Terreiro da melhor forma possível, crie dois semicírculos
humanos: um composto pelos médiuns em desenvolvimento e, por
fora deste, um outro composto pelos médiuns considerados prontos,
fechando o círculo com o Congá (mesmo que não o toquem).
Peça a todos muita concentração e aos médiuns prontos que
não dêem passagem, mesmo em caso de sentirem a presença de seus protetores.
Seria muito bom que o Chefe da Gira de Desenvolvimento
tivesse sensibilidade suficiente para ir percebendo que tipos de
entidades estão se achegando nesse momento. Se assim acontecer,
com certeza saberá "puxar" os pontos mais adequados para cada
momento que vier.
Cito isso porque, em determinado momento o médium desenvolvedor chefe poderia perceber que, no meio daquelas entidades que ali estão, existe um Caboclo Pena Branca, por exemplo.
Nesse caso, mesmo sem avisar ao médium forçaria a "puxada" de pontos referentes a esta falange e, como conseqüência, se estiver certo, verá o médium que o incorpora se destacar dos demais em atitudes, dança ou qualquer outra coisa mais. Se isso acontecer da maneira descrita o médium
desenvolvedor já saberá que o médium tal traz consigo um caboclo dessa falange com certeza.
Quando o médium, mesmo em desenvolvimento, tem condições de "dar boa incorporação", a própria entidade se apresenta da melhor forma possível; quando não, caberá ao chefe de desenvolvimento ir anotando e percebendo as diferenças até mesmo de energias que acompanham a entidade ou entidades que não pertençam às falanges chamadas, estando sempre em estado de alerta.

do livro:Umbanda sem Medo III 
                                                                        

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Armadilhas do Emocional

                                                        

Estar sempre vigilante.
As pessoas se iludem com aspectos personalistas das entidades, se deixam levar criando uma mitologia toda própria de suas entidades e se sentem parte disto, como se afirmar personalidades fosse algo bom ou desejável na Umbanda ou em qq religião.
Tudo que faz crescer na Umbanda nos alerta para a necessidade da diminuição do ego e do entendimento de que estamos apenas de passagem por aqui e por estas cascas de carne e mentalidades que compõem nossos corpos densos, como solução para isso a Umbanda,humildemente assim entendo, busca a integração de todos os aspectos da personalidade, TODOS, e portanto não dá preferência ou melindra qualquer parte que compõe nosso eu, isso também se reflete no trato com as entidades e ganha talvez algumas diferenças conforme se orienta a ética e a forma dos trabalhos e ritualística seguida por cada um.
Não estou dizendo que alguns se apropriem das experiências e histórias de suas entidades, muito embora isto também ocorra, estou falando que acho absurda a extrema valorização de umas entidades em detrimento de outras e de algumas características de entidades claramente ainda em desenvolvimento como se fossem verdadeiros mestres, tudo isso me soa como armadilhas de nosso emocional, e o mais grave é que alguns sabem disso e fingem-se desentendidos.
A necessidade de construir uma vida mais bonita e feita de algo maior que nós mesmos, negando a verdade tosca de nossa existência, justificando maus hábitos e comportamentos viciosos com o velho "mas faço a caridade em meu terreiro uma vez por semana", "minha entidade é tão boa" ou "tão sábia", e esquecem de buscar a boa ética e a sabedoria em suas ações.
Terreiros estão cheios disso, mares de pessoas seguindo como gado sem pensar e refletir sobre suas próprias vidas e motivações e defendendo a todo o custo seus velhos e maus hábitos viciosos.
O que acontece é que as entidades espirituais passam a representar para alguns, a maioria em algum momento do caminho, a possibilidade de uma nova história de vida, de novas experiências e novas personalidades que os médiuns erroneamente associam como pertencentes a eles, com isto enchem suas vidas de fantasias e de novas possibilidades de personificar novos papéis, tudo se faz por personalismo e pela afirmação de emoções e "fatos" que em verdade não os pertencem, afastam-se das próprias vidas cheias de coisas comuns, de sentimentos banais e de defeitos que tentamos simular ou esconder.
"sou assim porque sou de escorpião"
"sou assim e não mudo"
"tenho tal fulano que me protege e era soldado de confiança de um grande rei"
"sou cavalo do exú tal"
"são as energias de Seu Fulano"
Tudo falta de equilíbrio e desconhecimento que nós somos sempre responsáveis únicos e absolutos por tudo em nossas vidas, e que as mudanças ocorrem o tempo todo e portanto integrar todos os aspectos de nossa personalidade pode significar ser mais aberto ao novo e mais livre de influências aprisionadoras do nosso emocional, sempre pronto a nos enredar em suas armadilhas de manter confortáveis nossas mentiras diárias.
Não se espante, acho exatamente o que escrevi e por vezes vejo isso também em mim, estar atento e vigilante para não se deixar enredar pelas próprias mentiras é um ato de disciplina diário e necessário, principalmente para médiuns de Umbanda, e não estou imune a isto.
Vamos fazer a vida com mais verdade, sem fantasias tolas. 
                                                  

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pomba-Gira Dama da Noite

                                                         

Quem nunca ouviu falar na Pomba-Gira Dama da Noite? É uma entidade muito conhecida e prestigiada. Muitas pessoas erroneamente dizem que a Dama da Noite é uma unidade de Maria Padilha, o que na verdade não é! Em todo o nosso estudo a respeito destas maravilhosas entidades, descobrimos que a Gira Dama da Noite foi uma das amantes de D. Pedro I na corte do Brasil.
Conta a história que esta entidade na sua época aqui na terra foi uma mulher muito bonita e rica, pois era uma das mais requisitadas cafetinas da época. Devido a sua beleza e mistério, causava um verdadeiro alvoroço nos corações e desejos dos homens da corte.. que chegavam a ofertar a esta mulher verdadeiras fortunas para passar uma noite em seus braços.
E foi através desta magia da sedução que fez esta linda mulher se afortunar e despertar curiosidade no principe herdeiro do Brasil , D. pedro I.
Na história do Brasil seu nome não é citado, pois chamava-se Helena, mais nas cartilhas e jornais da época este envolvimento chegou a gerar um certo escândalo.
Foi através da psicografia de Fábio Freitas que descobrimos a verdadeira história desta linda entidade que quando chega ao mundo, trás com ela a sua magia e sensualidade. Adora ganhar perfumes e rosas vermelhas nas encruzilhadas, sempre em cima de um pano vermelho seja de morim ou cetim, fuma cigarrilhas longas e toma champgne de Sidra

Outra História conhecida:

Carmem vagava pelas ruas sem saber para onde ir. Perdera os pais, quando tinha cinco anos, e fora morar com seus tios. Tratada como escrava por anos, nunca soube o sentido da palavra felicidade. Analfabeta, somente conhecia os segredos da cozinha e da limpeza que era obrigada a fazer diariamente. O assédio de seu primo tornara-se insuportável conforme crescia em formas e beleza. Tanto o rapaz insistiu que acabou levando-a para a cama, onde foram flagrados pela velha tia, que em nenhum momento duvidou da palavra do filho que acusava a moça de seduzi-lo dia após dia. De nada valeram os apelos e juras de inocência. Imediatamente foi posta na rua sem um tostão e apenas com a roupa do corpo. Agora estava ali perambulando por ruas que não conhecia em uma noite escura e com lágrimas correndo pelo belo rosto. Um homem aproximou-se dela: - O que faz uma moça tão bonita perdida por aqui? E porque chora? Desalentada, começou a falar tudo que havia se passado. Não tinha nada a perder. Quem sabe aquele rapaz não a ajudaria? Fora o único que mostrara interesse no seu drama. Após ouvir tudo ele disse: - Venha comigo, tenho um lugar para você ficar! Sem outra opção a jovem o seguiu. Entraram em um casarão escuro em que somente uma pequena luz bruxuleava. Uma senhora vestida e maquiada com extravagância para àquela hora da noite, atendeu-os prontamente: - Mais uma menina, Jorginho? De maneira brusca, o rapaz agarrou a mulher pelo braço e sussurrou-lhe: - Esta é minha, vou querer somente para mim! - Calma lá garotão! Se você pagar não vejo motivo para que não seja sua. A partir desse momento Carmem transformou-se em mais uma menina da famosa Madame Eglantine. A principio deitava-se com Jorge pela gratidão, aos poucos, porém foi tomando-se de amores pelo rapaz, que em pouco tempo enjoou do que tinha com facilidade. Depois de dois meses de amor incondicional, o rapaz procurou pela Madame e falou: - Já está na hora da garota fazer a vida, não tenho mais como pagar pela sua estadia aqui. Eglantine sorriu com desdém, pois já sabia que o final seria esse, não era a primeira que passava por isso em sua casa. Ao ser informada de suas novas atribuições, a moça desesperou-se, chorou uma tarde inteira. Sem ter como fugir da situação, preparou-se para cumprir o combinado. Sentada no grande salão mal iluminado Carmem aguardava. Cada vez que uma das meninas subia acompanhada de alguém, ela suspirava de alivio por não ter sido escolhida. No entanto, quando já achava que estaria livre por aquela noite, Madame aparece com um senhor: - Querida, trate muito bem o Comendador Belizário, ele é prata da casa! Ao olhar o homem, sentiu o estômago revirar, ele podia ser seu avô! Eglantine percebeu e fixou um olhar gélido sobre ela: - Leve-o para seu quarto e faça tudo para agradá-lo. Com os pés pesados ela subiu as escadas que a levariam para o sacrifício, puxando o comendador pela mão. O velho fungava em sua nuca e ela tentava desviar do contato, ao sentir o hálito mal cheiroso, não resistiu, pediu que ele a soltasse e o empurrou com violência. Isso somente excitou mais o homem que agora literalmente babava em seu pescoço. Instintivamente agarrou a haste de bronze do abajur e desferiu com ódio na cabeça de Belizário. O sangue correu imediatamente manchando seu seio. Mas o velho não caiu, tomado de ira, apertou o pescoço da jovem até que, com os olhos vidrados, ela deu o último suspiro. Assustado pelo que fizera e com o sangue escorrendo pelo rosto, o comendador correu para as escadas onde tropeçou e rolou caindo morto no meio do salão de Madame Eglantine. Durante muitos anos o espírito de Carmem vagou por regiões escuras onde reviu e reviveu carmas e pecados de vidas anteriores. Amparada por linhas auxiliares começou seu trabalho de evolução espiritual utilizando a roupagem da Pomba-Gira Dama da Noite. Quem já se consultou com essa grande mulher sabe dos ótimos conselhos que ela sempre distribui entre sorrisos gentis e calorosos.


                                                           

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O rei e o falcão

                                          
Conta a lenda que, certa manhã, o guerreiro mongol Gengis Khan e sua tropa saíram para caçar. Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava apenas seu falcão favorito no braço. O animal era melhor e mais preciso que qualquer flecha, porque podia subir ao céu e ver tudo o que o ser humano não conseguia ver.
Entretanto, apesar de todo o entusiasmo, o grupo não conseguiu encontrar nada. Decepcionado, Gengis Khan voltou para o acampamento. Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho.
Gengis Khan permanecera na floresta mais tempo que o esperado e estava extremamente cansado e com muita sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. Ele não conseguia encontrar água para beber, até que avistou um fio de água descendo por um rochedo bem à sua frente. Na mesma hora, retirou o falcão do braço e pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo. Era apenas um fio de água que corria pelo rochedo, por isso ele demorou um longo tempo para ele conseguir encher o cálice. Mas quando estava prestes a levá-lo à boca, o falcão levantou voo e arrancou o copo de sua mãos, atirando-o longe.
Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez também estivesse com sede. Apanhou o copo, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão o atacou novamente, derramando o líquido.
Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.
Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve um olho na fonte e outro no falcão assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou voo e veio em sua direção Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou a espada no peito do falcão, matando-o.
Ele retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado. Decidido a beber aquela água de qualquer maneira, Gengis Khan escalou o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da regia-o Se tivesse bebido a água, teria morrido imediatamente.
Gengis Khan voltou ao acampamento trazendo o falcão morto nos braços e dizendo para si mesmo:
- Hoje aprendi uma triste lição! Muitas vezes nos precipitamos em jugar e agir, ferindo assim a quem mais nos ama e chega a dar a sua vida por nós...
Ele mandou fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou em uma das asas:
"Mesmo quando um amigo faz algo que você não gosta, ele continua sendo seu amigo."
E, na outra:
"Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso, pois nem sempre o que parece ser, realmente é!"
                                                      

domingo, 22 de agosto de 2010

Trato

                                                

Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às ideias. Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas ideias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, me calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.

                                                   

sábado, 21 de agosto de 2010

Regras para a Batalha

                                                                             

Nunca diga que algo é impossível
As coisas são no máximo improváveis
Mas nunca são impossíveis.
Nunca desista antes de tentar
E, se você for se arrepender de algo,
Não se arrependa do que você fez
E sim do que você deixou de fazer.
Não desperdice nenhuma chance da sua vida
Afinal, a sorte não bate todo dia à sua porta
Tenha discernimento para saber o que é certo
E o que é errado,
Tenha sua própria cabeça
Não se deixe influenciar,
Mas saiba ouvir sempre a opinião dos outros
E saiba admitir seus erros.
Corra atrás de seus sonhos
Por que sem eles não chegamos a lugar nenhum.
Não se conforme, vá atrás do que você quer
LUTE!!!!
Aproveite cada segundo do seu viver,
Toda vez que você passar por algum momento difícil,
Erga sua cabeça,
Olhe para o céu
E diga:
O Senhor está comigo e vai me ajudar!
Ore, e agradeça,
pois ELE nos deu o maior presente de todos:
A VIDA! !!


                                                                  

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Médium e Exu

                                                                

Muitas vezes, ele funciona como um espelho, refletindo em seu comportamento os defeitos e qualidades de seu médium.
Não estamos falando aqui de mistificação nem animismo e sim de um
comportamento em que pela convivência um exterioriza qualidades e defeitos do outro.
Apesar de Exu ter opinião própria e manifesta em linguagem simples e direta de forma que todos entendam. É ele a entidade mais próxima a nossa realidade e anseios materiais.
Quando o médium começa a se desenvolver costuma ouvir que há a necessidade de doutrinar seu Exu.
É natural que o médium não tenha doutrina no inicio de sua jornada espiritual e Exu exterioriza isso em seu comportamento, após boa doutrinação da entidade veremos a necessidade de doutrina também para o médium que acaba de chegar na casa.
Durante o desenvolvimento mediúnico é ainda natural que o Exu se apresente pedindo sua oferenda, pois sua força é potencializadora e vitalizadora da mediunidade.
...Este mesmo médium que está iniciando na Umbanda encontra todo um universo novo aos seus olhos e Exu costuma ser algo intrigante e fascinante ao mesmo tempo; quando não uma entidade,força, que assusta um pouco os que não o conhecem.
...A questão é: Enquanto o médium estiver preocupado com a doutrina de “seu” exu estará também doutrinando-se, subconscientemente!
...Devemos, sim, estar atentos quando nos deparamos com entidades de esquerda sem doutrina, muitas vezes estão chamando nossa atenção a seu médium para que tomemos uma atitude doutrinária em relação a ambos.
...Tudo isso é bem diferente de um obsessor ou quiumba, trazido por transporte, que normalmente tem comportamento rude e agressivo. Falamos aqui do Exu de lei que acompanha o médium como entidade de trabalho na esquerda.
...Não devemos subestimar exu, achando que é entidade sem luz desprovida de evolução,observando apenas um aspecto externo e superficial, pois quando vamos com a farinha ele já voltou com a farofa, devemos sim ficar atentos com o que nos dizem nas entrelinhas ou o que querem nos passar, quando não podem ou não se sentem a vontade para revelar.
...Quanto ao que pode revelar, pergunte a ele sobre seu médium e o comportamento do mesmo e verá que Exu é o primeiro a apontar os defeitos de seu “cavalo” e isto está ainda dentro da qualidade especular de Exu.
...No desenvolvimento mediúnico é ele um elemento de muita importância, pois dá força e potencializa as faculdades mediúnicas, não é difícil encontrarmos exu pedindo para ser oferendado logo no inicio da vida mediúnica.
...Em uma casa de luz, em um terreiro de umbanda de fato, exu não aceitará trabalhos de ordem negativa a favor de futilidades ou egoísmos. Veremos exu trabalhando com seriedade e em sintonia com as entidades da direita, ou seja não virá em terra para contrariar todo um trabalho de doutrina
realizado por caboclos e pretos velhos. Encontraremos até exus dando consultas, limpando e descarregando consulentes, fazendo desobsessão e outras coisas mais dentro do mesmo objetivo e até dando bons conselhos aos que a ele procuram.
...Por tudo isso somos gratos a exu e Pomba gira por trabalharem conosco a favor da luz, e afirmamos muito do que se fala de exu e pomba-gira ligado a magia negativa, nós desconhecemos, sabemos que muitos tentam se passar por exu, mas aí já não é mais Umbanda.
Umbanda acima de tudo é Amor e Caridade, exu não deve vir em terra para dar o contra no trabalho de direita.

Texto extraído do JUS-JORNAL DE UMBANDA SAGRADA

                                                           

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Procurando a Felicidade

                                                                          

Um homem não conseguia encontrar a felicidade em lugar nenhum.
Um dia ele resolveu sair pelo mundo à procura da felicidade.
Fechou a porta da sua casa e partiu com a disposição de percorrer
todos os caminhos da terra até encontrar o lugar de ser feliz.
Aonde chegava reunia um grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz.
Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas,
onde haveria montes de ouro.
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia.
No dia seguinte novamente partia.
Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio.
Mas um dia percebeu que estava ficando velho sem ter encontrado a felicidade.
Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos estavam enrugadas,
suas roupas esfarrapadas, os calçados aos pedaços.
Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Enfim, depois de muito andar, parou em frente de uma casa antiga.
As janelas de vidro estavam quebradas, o mato cobria o canteiro do jardim,
a poeira invadia quartos e salas.
Ele olhou e pensou que ali, naquela casa desprezada e sem dono,
ele construiria a sua felicidade: arrumaria o telhado,
colocaria vidro nas janelas, pintaria as paredes, cuidaria do jardim.
"Vou ser feliz aqui" disse ele.
E o homem cansado foi andando até chegar a porta.
Quando entrou, ficou imóvel, perplexo!
Aquela era a sua própria casa, que ele abandonou há tantos
anos à procura da felicidade.
Então ele compreendeu que de nada tinha adiantado dar a volta ao mundo,
pois a felicidade estava dentro da própria casa e ele não tinha percebido.
A Felicidade pode estar mais perto do que você imagina, a primeira coisa a fazer e abrir os olhos.

                                                                          

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Classificação Moral (bem ou mal): Exu Pagão ou Exu Batizado?

                                                      

Alguns espíritos, que usam indevidamente o nome de Exu, procuram realizar trabalhos de magia dirigida contra os encarnados. Na realidade, quem está agindo é um espírito atrasado. É justamente contra as influências maléficas, o pensamento doentio desses feiticeiros improvisados, que entra em ação o verdadeiro Exu, atraindo os obsessores, cegos ainda, e procurando trazê-los para suas falanges que trabalham visando a própria evolução.
O chamado “Exú Pagão” é tido como o marginal da espiritualidade, aquele sem luz, sem conhecimento da evolução, trabalhando na magia para o mal, embora possa ser despertado para evoluir de condição.
Já o Exu Batizado, é uma alma humana já sensibilizada pelo bem, evoluindo e, trabalhando para o bem, dentro do reino da Quimbanda, por ser força que ainda se ajusta ao meio, nele podendo intervir, como um policial que penetra nos reinos da marginalidade.
Não se deve, entretanto, confundir um verdadeiro Exú com um espíritos zombeteiros, mistificadores, obsessores ou perturbadores, que recebem a denominação de Kiumbas e que, às vezes, tentam mistificar, iludindo os presentes, usando nomes de “Guias”.
Para evitar essa confusão, não damos aos chamados “Exus Pagões” a denominação de “Exu”, classificando-os apenas como Kiumbas. E reservamos para os ditos “Exus Batizados” a denominação de “Exu”.
CLASSIFICAÇÃO PELOS PONTOS DE VIBRAÇÃO DOS EXUS
Exus do Cemitério:
São Exus que, em sua maioria, servem à Obaluaiê. Durante as consultas são sérios, reservados e discretos, podem eventualmente trabalhar dando passes de limpeza (descarregando) o consulente. Alguns não dão consulta, se apresentando somente em obrigações, trabalhos e descarregos.

Exus da Encruzilhada:
São Exus que servem a Orixás diversos. Não são brincalhões como os Exus da estrada, mas também não são tão fechados como os do cemitério. Gostam de dar consulta e também participam em obrigações, trabalhos e descarregos. Alguns deles se aproximam muito (em suas características) dos Exus do cemitério, enquanto outros se aproximam mais dos Exus da estrada.
Exus da Estrada:
São os mais “brincalhões”. Suas consultas são sempre recheadas de boas gargalhadas, porém é bom lembrar que como em qualquer consulta com um guia incorporado, o respeito deve ser mantido e sendo assim estas “brincadeiras” devem partir SEMPRE do guia e nunca do consulente. São os guias que mais dão consultas em uma gira de Exu, se movimentam muito e também falam bastante, alguns chegam a dar consulta a várias pessoas ao mesmo tempo.
ORGANIZAÇÃO E HIERARQUIA DOS EXUS:
Os Exus, estão também, divididos em hierarquias. Onde temos desde Exus muito ligados aos Orixás até aqueles Exus ligados aos trabalhos mais próximos às trevas.
Os exus dividem-se hierarquicamente, em três planos ou três ciclos e em sete graus e a divisão está formada “de cima para baixo” :
TERCEIRO CICLO
Contém o Sétimo, Sexto e Quinto graus.
Neste Ciclo encontramos os chamados Exus Coroados. São aqueles que tem grande evolução, já estão nas funções de mando. São os chefes das falanges. Recebem as ordens diretas dos chefes de legiões da Umbanda. Pouco são aqueles que se manifestam em algum médium. Apenas alguns médiuns, bem preparados, com enorme missão aqui na Terra, tem um Exu Coroado como o seu guardião pessoal. São os guardiões chefes de terreiro. Não mais reencarnam, já esgotaram há tempos os seus karmas.
Sétimo Grau - Estão os Exus Chefe de Legião e para cada Linha da Umbanda, temos Um Exu no Sétimo Grau, portanto, temos Sete Exus Chefes de Legião
Sexto Grau - Estão os Exus Chefes de Falange. São Sete Exus Chefes de Falange subordinados a cada Exu Chefe de Legião, portanto, temos 49 Exus Chefes de Falange.
Quinto Grau - Estão os Exus Chefes de Sub-Falange. São Sete Exus Chefes de Sub-Falange subordinados a cada Exu Chefe de Falange, portanto, são 343 Exus Chefes de Sub-Falange.
SEGUNDO CICLO
Contém o Quarto Grau.
Neste Ciclo encontramos os chamados Exus Cruzados ou Batizados. São subordinados dos Exus Coroados. Já tem a noção do bem e do mal. São os exus mais comuns que se manifestam nos terreiros. Também, tem funções de sub-chefes. Fazem parte da segurança de um terreiro. O campo de atuação destes exus está nas sombras (entre a Luz e as Trevas). Estão ainda nos ciclos de reencarnações.
Quarto Grau – Estão os Exus Chefes de Agrupamento. São Sete Exus Chefes de Agrupamento e estão subordinados a cada Exu Chefe de Sub-Falange, portanto, são 2401 Exus Chefes de Agrupamento.
PRIMEIRO CICLO
Contém o Terceiro, Segundo e Primeiro Graus.
Temos dois tipos de Exus neste ciclo :
o Exus Espadados – São subordinados do Exus Cruzados. O seu campo de atuação encontra-se entre as sombras e as trevas.
o Exus Pagãos (Kiumbas) - São subordinados aos exus de nível acima. São aqueles que não tem distinção exata entre o bem e o mal. São conhecidos, também como “rabos-de-encruza”. Aceitam qualquer tipo de trabalho, desde que se pague bem. Não são confiáveis, por isso.
São comandados de maneira intensiva pelos Exus de hierarquias superiores. Quando fazem algo errado, são castigados pelos seus chefes, e querem vingarem-se de quem os mandou fazer a coisa errada.São kiumbas, capturados e depois adaptados aos trabalhos dos Exus.
O campo de atuação dos Exus Pagãos, é as trevas. Conseguem se infiltrar facilmente nas organizações das trevas. São muito usados pelos Exus dos níveis acima, devido esta facilidade de penetração nas trevas.
Terceiro Grau - Estão os Exus Chefes de Coluna. São Sete Exus Chefes de Coluna e estão subordinados a cada Exus Chefes de Agrupamento, portanto, são 16807 Exus Chefes de Coluna.
Segundo Grau - Estão os Exus Chefes de Sub-Coluna. São Sete Exus Chefes de Sub-Coluna e estão subordinados a cada Exu Chefe de Coluna, portanto, são 117649 Exus Chefes de Sub-Coluna.
Primeiro Grau - Estão os Exus Integrantes de Sub-Colunas e são milhares de espíritos nesta função.
Os Exus, em geral, não são bons nem ruins, são apenas executores da Lei.
Ogum, responsável pela execução da Lei, determina as execuções aos Exus.
7º Grau
7 – Chefes de Legião
Exus Coroados
6º Grau
49 – Chefes de Falange
Exus Coroados
5º Grau
343 – Chefes de Sub-Falange
Exus Coroados
4º Grau
2401 – Chefes de Grupamento
Exus Cruzados ou Batizados
3º Grau
16807 – Chefes de Coluna
Exus Espadados e Pagãos
2º Grau
117649 – Chefes de Sub-Coluna
Exus Espadados e Pagãos
1º grau
? – Integrantes de Coluna
Exus Espadados e Pagãos
Além destes aspectos já abordados, vale à pena mencionar os diversos níveis vibracionais, onde os espíritos ligados à Terra, habitam.
Estes níveis são e foram criados de acordo com cada grau evolutivo. Os níveis estão mais relacionados com o mundo da consciência do que com o mundo físico, ou seja, são mais estados de consciência do que um lugar fisicamente localizado.
Como são níveis gerados por espíritos ligados de alguma forma com a evolução da Terra, estes níveis estão vinculados ao próprio planeta. Portanto, quando vemos descrições de camadas umbralinas localizadas em abismos sob a crosta terrestre, devemos entender que embora elas estejam localizadas com estes espaços físicos, elas estão no lado espiritual deste plano físico.
Temos então, Sete Camadas Concêntricas Superiores e Sete Camadas Concêntricas Inferiores.
A divisão está sempre formada “de cima para baixo” :
Camadas Concêntricas Superiores
Sétima, Sexta e Quinta Camadas – Zonas Luminosas
Seres iluminados, isentos das reencarnações. Cumprem missões no planeta. Estão se libertando deste planeta, muitos já estagiam em outros mundos superiores.
Quarta Camada – Zona de Transição
Espíritos elevados, que colaboram com a evolução dos irmãos menores.

Terceira, Segunda e Primeira Camadas – Zonas Fracamente Iluminadas
A maioria dos espíritos que desencarnam, estão nestas camadas. Estão em reparações e aprendizados para novas reencarnações.
Superfície
Espíritos encarnados
Camadas Concêntricas Inferiores
Sétima Camada – Zona Sub-Crostal Superior
Espíritos sofredores de um modo geral que serão em seguida socorridos e encaminhados a planos mais elevados para adaptação e aprendizado, antes de reencarnarem.

Sexta, Quinta e Quarta Camadas – Zona das Sombras, Zona Purgatoriais ou de Regeneração
Espíritos sofredores purgando parte de seus karmas, e que serão encaminhados o mais rápido possível à reencarnação para novas provas e expiações.
Quarta Camada – Zona de Transição
Entre as sombras e as trevas. Zona de seres revoltados e dementados.
Terceira, Segunda e Primeira Camadas – Zona das Trevas ou Zona Sub-Crostal Inferior
Estes espíritos estão em estágio de insubmissos, renitentes e rebelados às Leis Divinas. Não reconhecem Deus como o Ser mais superior.
A atuação dos Exus, está praticamente em todas as camadas inferiores, com exceção das Terceira, Segunda e Primeira Camadas, que eventualmente eles “descem” para missões especiais ou mandam os rabos-de-encruza, pois estão mais “ambientados” com as baixas e perniciosas vibrações. Não que os Exus não possam “descer” até lá, mas porque é desnecessário criar uma guerra com os seres infernais, apenas porque se invadiu aquelas zonas.
A maioria dos livros espíritas, que tratam do assunto dos níveis vibracionais, não chega sequer a mencionar algo além das camadas intermediárias ou médio e alto umbral. Descrevem na maioria das vezes as camadas que ficam as sombras e não as trevas, pois os espíritos que fazem tais incursões não podem ou não devem “baixar” mais, pois somente cabe aos exus, espíritos especializados “descer” tanto.
CORRESPONDÊNCIA ENTRE OS EXUS E AS DIFERENTES IRRADIAÇÕES DOS ORIXÁS

Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Oxalá:
Exú 7 Encruzilhadas
Comando negativo da linha
Exú Sete Chaves
intermediário para Ogum
Exú Sete Capas
intermediário para Oxossi
Exú Sete Poeiras
intermediário para Xangô
Exú Sete Cruzes
intermediário para Yorimá
Exú Sete Ventanias
intermediário para Yori
Exú Sete Pembas
intermediário para Yemanjá
Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Yemanjá:
Pombo Gira Rainha
Comando negativo da linha
Exú Sete Nanguê
intermediário para Ogum
Maria Mulambo
intermediário para Oxossi
Exú Sete Carangola
intermediário para Xangô
Exú Maria Padilha
intermediário para Yorimá
Exú Má-canjira
intermediário para Yori
Exú Maré
intermediário para Oxalá
Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Ibeiji:
Exú Tiriri
Comando negativo da linha
Exú Toquimho
intermediário para Ogum
Exú Mirim
intermediário para Oxossi
Exú Lalu
intermediário para Xangô
Exú Ganga
intermediário para Yorimá
Exú Veludinho
intermediário para Oxalá
Exú Manguinho
intermediário para Yemanjá
Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Xangô:
Exú Gira Mundo
Comando negativo da linha
Exú Meia-Noite
intermediário para Ogum
Exú Mangueira
intermediário para Oxossi
Exú Pedreira
intermediário para Oxalá
Exú Ventania
intermediário para Yorimá
Exú Corcunda
intermediário para Yori
Exú Calunga
intermediário para Yemanjá

Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Ogum:
Exú Tranca-Ruas
Comando negativo da linha
Exú Tira-teimas
intermediário para Oxalá
Exú Veludo
intermediário para Oxossi
Exú Tranca-gira
intermediário para Xangô
Exú Porteira
intermediário para Yorimá
Exú Limpa-trilhos
intermediário para Yori
Exú Arranca-toco
intermediário para Yemanjá
Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Oxossi:
Exú Marabô
Comando negativo da linha
Exú Pemba
intermediário para Ogum
Exú da Campina
intermediário para Oxalá
Exú Capa Preta
intermediário para Xangô
Exú das Matas
intermediário para Yorimá
Exú Lonan
intermediário para Yori
Exú Bauru
intermediário para Yemanjá

Os Setes Exus Chefes de Falange da Vibração Espiritual de Yorimá:
Exú Caveira
Comando negativo da linha
Exú do Lodo
intermediário para Ogum
Exú Brasa
intermediário para Oxossi
Exú Come-fogo
intermediário para Xangô
Exú Pinga-fogo
intermediário para Oxalá
Exú Bára
intermediário para Yori
Exú Alebá
intermediário para Yemanjá
RELAÇÕES EXISTENTES ENTRE AS LINHAS DA QUIMBANDA E UMBANDA
Uma vez se entendendo que há uma perfeita harmonia entre as ações dos elementos que compõe as linhas da Quimbanda e da Umbanda, cada elemento destes há um paralelo, um elo de ligação entre a Umbanda e a Quimbanda.
Linhas da Umbanda
Linhas da Quimbanda
Linha de Oxalá
Linha Malei
Linha de Ogum
Linha do Cemitério
Linha de Oxossi
Linha dos Caboclos Quimbandeiros
Linha de Xangô
Linha de Mossorubi
Linha de Yorimá
Linha da Almas
Linha de Ibêji
Linha Mista
Linha de Yemanjá
Linha Nagô
Há ainda outros elos de ligação entre os Orixás da Umbanda com os Exus da Quimbanda.
No caso de Ogum, há uma manifestação de Ogum, para corresponder com cada uma das sete Linhas da Quimbanda. Vejamos:
Ogum de Malei
Linha Malei
Ogum Megê
Linha do Cemitério
Ogum Rompe Mato
Linha dos Caboclos Quimbandeiros
Linha de Mossorubi
Ogum Megê
Linha da Almas
Ogum Xoroquê
Linha Mista
Ogum de Nagô
Linha Nagô